Neste final de tarde lisboeta, haverá debate com Manuel Alegre, arq. Joaquim Massena e outros a pretexto da iminente demolição do mercado municipal portuense do Bolhão, na Sociedade Portuguesa de Autores (a Picoas).quinta-feira, 3 de julho de 2008
O Bolhão desce a Lisboa
Neste final de tarde lisboeta, haverá debate com Manuel Alegre, arq. Joaquim Massena e outros a pretexto da iminente demolição do mercado municipal portuense do Bolhão, na Sociedade Portuguesa de Autores (a Picoas).
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Daniel Melo
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sexta-feira, 6 de junho de 2008
Regionalização: debates a norte
Um ciclo de debates sobre a regionalização inicia-se a 18 deste mês, por iniciativa do município portuense. A moderação cabe ao edil Rui Rio, que votou contra o «sim» no referendo específico de 1998, mas que agora se diz disponível para ser convencido a mudar de opinião.Na sessão inaugural tercerão armas Alberto de Castro, António Figueiredo e Ernâni Lopes. Nos meses posteriores, será a vez de Lobo Xavier, Miguel Cadilhe, João Cravinho, Vital Moreira, Freitas do Amaral, António Costa (pres. CML), Marcelo Rebelo de Sousa e Paulo Rangel. A defender o «sim» estará Arlindo Cunha, Luís Valente de Oliveira e Mário Rui Silva. Pelo «não» ripostará Artur Santos Silva, Daniel Proença de Carvalho e Rui Vilar.
Nb: imagem retirada daqui.
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
A bolha de Rio
O edil portuense acaba de ganhar mais uma bolha no pé, após a entrega no parlamento duma petição com 50 mil assinaturas para travar a transformação do histórico mercado do Bolhão em mais um shopping liofilizado e pró-fino freguê$, claro está.Na recolha das assinaturas participaram várias associações e movimentos portuenses, incluindo a Campo Aberto, a Casa Viva, a Associação de Estudantes da FAUP, o MIC-Porto (ligado a Manuel Alegre), o GAIA, o Terra Viva!, etc..
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Camélias para Óscar Lopes
Começou ontem no Porto um ciclo de homenagens ao ensaísta Óscar Lopes, uma semana depois de ter feito 90 anos. O programa inclui exposições, livros, concertos e encontros. É inteiramente justo este reconhecimento.Rui Rio é que não vai em modas e não participa na homenagem, tendo recusado inclusivamente patrocinar um novo livro seu chamado Modo de ler o Porto (vd. aqui)... Está bem de ver, Óscar Lopes não é Superstar e, ainda por cima, é comunista, logo, ateu... Vade retro Satanás!
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quinta-feira, 28 de junho de 2007
Rui Rio Superstar: passerelles e lantejoulas à desgarrada
Num excelente post, sugestivamente intitulado «As mentiras de Rui Rio», Tiago Barbosa Ribeiro desmonta todos os clichés anti-culturais que o edil portuense lançou ao longo destes anos para fazer passar o seu populismo de direita na área cultural.Em 1.º lugar, Rio criticava o Rivoli e privatizou a sua gestão por alegadamente não ter público: os relatórios entretanto tornados públicos provam justamente o contrário e até dizem que davam lucro (vd. tb. o JN aqui).
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quinta-feira, 22 de março de 2007
Rio acima, Rio abaixo
Algo de muito engraçado sucedeu esta 2.ª feira: enquanto o DN informava sobre a última tropelia de Rui Rio na sua política cultural (sim, porque o edil tem uma, parecendo que não), o Público contrapunha uma notícia sobre a sua mudança para uma posição proto-pró-regionalização (é mesmo assim), fruto dos laboriosos anos de experiência como autarca. Ou seja, um texto de «má imprensa», o outro de «boa».Mas vamos aos detalhes, pois ambos os artigos são importantes: só se obtém um retrato completo do personagem unindo as duas facetas.
Comecemos pela «má imprensa»: "CDU quer privados na organização das corridas da Boavista" (de Francisco Mangas, p. 33, lamentavelmente sem arquivo electrónico).
É verdade, inverteram-se os papéis: agora é a CDU a pedir privados para tomarem conta duma corrida de carros, pois
custará 2 milhões de euros aos cofres municipais e tem exactamente os mesmos 6% de receitas de bilheteira que tinha a extinta Culturporto. A gincana tem um pomposo nome: Grande Prémio Histórico do Porto, e faz lembrar os recentes despautérios terceiro-mundistas com o Lisboa-Dakar.Em suma, temos então uma política cultural portuense reduzida a fogo-de-artifício, gincanas automóveis e lantejoulas de La Féria. Fantástico, Mike!
O texto do P intitula-se "Rio diz que as regiões podem ser «solução»" e nele Filomena Fontes revela-nos o que levou o edil a repensar melhor a questão: "«há situações em que, se as decisões forem tomadas localmente, são mais vantajosas do que se continuarem dependentes da administração central»"; "valerá a pena pensar num modelo de governação que «utilize melhor e com mais cuidado» os dinheiros públicos. A saúde e a educação foram duas das áreas que apontou". E, já a finalizar o seu discurso público perante militantes do PSD de Torres Novas, confessa: "«face à minha experiência, hoje estou aberto para ver se há uma solução equilibrada para a situação presente»".
Ou seja, Rui adoptou um dos argumentos centrais dos defensores da regionalização. Mais vale tarde do que nunca.
Nb: a imagem do modelo mini é daqui; a outra tb. é dum site brasileiro, villalobos qualquer coisa..
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Daniel Melo
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