Em boa hora surge este Colóquio Políticas de Habitação e Construção Informal (14/I, ISCTE-IUL, aud.º B203, Edifício II).
O referido evento inclui ainda a exibição de documentários na Casa da Achada (vd. o programa).
Em boa hora surge este Colóquio Políticas de Habitação e Construção Informal (14/I, ISCTE-IUL, aud.º B203, Edifício II).
O referido evento inclui ainda a exibição de documentários na Casa da Achada (vd. o programa).
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Daniel Melo
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Olá! E eis que passados 36 anos sobre a revolução de Abril surge uma inesperada reportagem de media mainstream sem visão acusatória sobre o movimento de moradores e a questão da habitação no período revolucionário. Chapeau! A reportagem em apreço chama-se «As casas que o povo quis», é de Luís Francisco, saiu no Público de hoje e tem ainda a proeza de fazer a ponte entre passado e presente.
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Daniel Melo
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Labels: media, política de habitação, PREC, Público, revolução
«Este ano a Trienal de Arquitectura quer pôr-nos a falar de casas»
(ainda por cima quando se podia repetir um tema bem mais relevantíssimo como o dos «vazios urbanos»)
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Daniel Melo
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Labels: agenda cultural, arquitectura, Conferências, exposição, política de habitação, urbanismo
Realizou-se hoje em Benguela a marcha «Não partam a minha casa», contra as demolições forçadas que até agora já desalojaram 20 mil pessoas na província angolana de Huíla.
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Daniel Melo
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Labels: Angola, direitos sociais, política de habitação, repressão política
O excelente documentário As operações SAAL (2007), de João Dias, está em exibição no Cinemacity Classic Alvalade (ex-cinema Alvalade, Lx) até ao próximo dia 27 (sessões às 19h15 e 21h45).Tal como referi aqui aquando da sua exibição na Fábrica Braço de Prata, o SAAL (Serviços Ambulatórios de Apoio Local) foi uma estrutura estatal criada a seguir à revolução de 1974 para auxiliar logisticamente e financeiramente o processo de auto-construção de novas casas por comunidades interessadas em mudar os seus péssimos núcleos habitacionais. Rapidamente se estendeu por grande parte do país urbano: Porto, Coimbra, Lisboa, Montijo, Setúbal, várias cidades do Algarve, etc.. Além das próprias populações e suas associações representativas, este projecto envolveu arquitectos e outros técnicos destacados pelo Estado central.
Sobre o tema, já Cunha Telles tinha realizado Os índios da Meia-Praia, (1976), incidindo numa comunidade piscatória de Faro, a autoconstrução colectiva de moradias para si próprios e a criação duma cooperativa. Apesar de 31 anos separar os dois documentários, eles acabam por se complementar, o primeiro numa toada mais impressiva, imediata e política, o segundo já com uma maior carga reflexiva e 'técnica' sobre aquilo que foi uma experiência pioneira nas políticas públicas a nível internacional. Dada a tendência para os documentários em torno da arquitectura e do urbanismo serem à volta dos grandes 'arquitectos-artistas', cabe elogiar a extensa recolha de depoimentos de pessoas comuns dessas comunidades, para além da meticulosa recolha documental e do bom equilíbrio entre diferentes fontes, mesmo entre os arquitectos envolvidos, revelando assim as diferentes perspectivas ideológicas que eles próprios tinham da sua missão. O filme dura 75 m. e pode-se ter uma ideia do mesmo neste trailer.
Agora que tem estado na ordem do dia a questão dos «bairros sociais críticos», eis uma boa oportunidade para se repensar essa questão dum modo mais abrangente, dentro do quadro que mais sentido faz: a da indispensabilidade de políticas sociais de habitação/ habitat/ urbanismo envolventes e não reduzidas à replicação de guetos e à securitização da questão social.
Nb: na imagem, reprodução de autocolante duma associação de moradores, com uma «palavra de ordem» corrente na época e mote de canção do Grupo de Accção Cultural, registada no álbum «Pois canté!!» (1976).
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Daniel Melo
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Labels: cidades, cinema documental, Cunha Telles, democracia participativa, João Dias, música de intervenção, política de habitação, política urbanística, revolução, SAAL, terceiro sector
Realiza-se hoje a iniciativa «(Re)habitar Lisboa», enquadrada nas actividades do Programa Local de Habitação (PLH), da responsabilidade da vereadora independente Helena Roseta.
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Daniel Melo
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Labels: cinema documental, Conferências, debate público, exposição, Helena Roseta, Lisboa, política de habitação, Propostas por Lisboa
No quadro da afirmação cosmopolita dos países e dum certo imaginário civilizacional humanista e universalista, as cidades lograram um lugar de destaque. Primeiro, impuseram-se como pólos económicos e financeiros. Depois, enquanto capitais culturais de referência: cidades como Paris, Londres e Nova Iorque foram consideradas centros de distintas fases da 'cultura ocidental'. Recentemente, tornaram-se nós de redes informacionais e comunicacionais. Nas conversas sobre vivências e viagens pessoais, é hoje corrente compararmos grandes cidades, valorizando-se normalmente a sua oferta cultural-artística, mas também certos espaços de vivência, os cafés e os jardins públicos, a gastronomia, o clima e ambiente, o relacionamento interpessoal, outros atractivos históricos, etc..
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Daniel Melo
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Labels: cidades, ciências sociais, debate, democracia, esquerda, Jordi Borja, movimentos sociais, política de desenvolvimento, política de habitação, política urbanística, Propostas por Lisboa
Este provérbio popular ilustra ainda, penosamente, uma prática frequente entre quem lida com a coisa pública por cá. O recente caso das casas municipais de Lisboa atribuídas de modo discriccionário é disso exemplo. Este segredo de polichinelo tem pelo menos 20 anos, mas só agora teve honras de manchete e acompanhamento em vários media. Mais vale tarde que nunca. Aparentemente, começou como arma de arremesso contra a recandidatura de Santana Lopes a Lisboa, mas depressa se espalhou generosamente por várias vereações, atingindo deste modo a vereadora Ana Sara Brito, por ter beneficiado pessoalmente por esta prática quando era vereadora no mandato de Abecasis (parece que foi sob essa presidência que tudo começou).
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Daniel Melo
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, caso das casas camarárias, democracia, escândalo político, Fernanda Câncio, Lisboa, media, política de habitação, Propostas por Lisboa, Rui Tavares
Agora que a rentrée assentou arraiais, há várias novidades em Lisboa, umas boas, outras más.
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Daniel Melo
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15:04
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, Lisboa, política de habitação, política educativa, política social, Propostas por Lisboa, regulação, terceiro sector
A habitação para jovens tem hoje o seu dia D em Portugal: chegou o T2 de cartão a preços da uva mijona!
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Daniel Melo
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Labels: neo-realismos, política de habitação, terceiro sector