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quinta-feira, 8 de março de 2012

Mano, respeita as tuas raízes, já que não tens vergonha na cara

«Sarkozy diz que há demasiados estrangeiros em França».

E que tal começar por si e a sua família?

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Ferreira de Castro e a emigração, ontem como hoje

Começou hoje o Colóquio Internacional Ferreira de Castro e a Emigração, em Lisboa, que reúne especialistas de diferentes áreas para uma reflexão conjunta sobre a obra do escritor Ferreira de Castro relativa à emigração no Brasil e possíveis pontes com a actualidade.

Nele participam estudiosos como Antônio Dimas, Maria Eva Braz Letízia, Bernard Emery, Eugénio Lisboa, Miguel Real, Artur Anselmo, Luís Crespo de Andrade e Maria Beatriz Rocha-Trindade.

A iniciativa, que decorre até 4.ª feira no Auditório 1 da FCSH-UNL, é organizada pelo Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa, em colaboração com o  Centro de Estudos Ferreira de Castro. O seu programa pode ser consultado aqui.

domingo, 17 de maio de 2009

Jornada europeia pelos direitos dos imigrantes

Esta tarde, realiza-se uma jornada pelos direitos dos imigrantes em vários países europeus. As manifestações decorrerão  em Espanha, França, Hungria, Itália, Luxemburgo e Portugal (aqui começa às 15h, no Martim Moniz).

A jornada terá como divisa «Não à Europa da vergonha» e 4 reivindicações principais:
- pela regularização d@s indocumentad@s;
- pelo direito de voto;
- contra a Directiva das Expulsões e o Pacto Sarkozy;
- contra a xenofobia e a política do bode expiatório.

Esta é uma iniciativa da Pontes e não Muros, rede de mais de 300 organizações voluntárias europeias e africanas, cujo Manifesto por uma outra política imigratória será enviado aos candidatos às eleições europeias e que pode ser consultado e subscrito (para organizações) no respectivo site. O site disponibiliza ainda uma análise das políticas migratórias europeias. A carta aberta sobre políticas de imigração, lançada no passado 6/V pode ser subscrita por qualquer interessado, através do email cartaabertaimigracao@gmail.com.

A jornada vem na sequência dum Sommet Citoyen sur les Immigrations, de 2008, e da presença no Fórum Social Mundial, de 2009.

Como dizem os promotores: «A União Europeia continua encerrada numa visão repressiva, eurocêntrica e redutora das migrações. O controlo das fronteiras e a perseguição dos/as imigrantes indocumentados/as, tornaram-se as palavras de ordem das políticas migratórias na EU, como bem o demonstram a Directiva das Expulsões e o Pacto Sarkozy. Em tempo de crise, o/a imigrante tornou-se um bode expiatório, uma receita populista, conveniente para atrair votos e fazer os votantes esquecer os falhanços das políticas económicas e sociais».

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Por uma Europa hospitaleira

Foi apresentada recentemente uma Carta aberta sobre políticas de imigração europeias, alertando para situações de injustiça político-social e propondo um debate sério sobre o tema.
A carta surge num momento em que se reforçam a «Europa-fortaleza» e as pulsões xenófobas. É subscrita por diversas invidualidades e 21 organizações voluntárias.
Para saber mais vd. esta notícia.

domingo, 12 de outubro de 2008

Por uma Europa hospitaleira

Este é um post de divulgação duma acção de protesto em Lisboa contra o reforço da Europa fortaleza, por uma Europa hospitaleira, que saiba acolher para além dos turistas (vd. aqui). O cartoon foi escolhido por mim.
"JORNADA DE ACÇÃO
Pela regularização dos(as) indocumentados(as), contra a onda xenófoba e contra o Pacto Sarkozy
Associações convocam jornada de acção para domingo, 12 de Outubro, às 15h, no Martim Moniz
Nos dias 15 e 16 de Outubro, o Conselho Europeu reunirá os chefes de Estado e de governo dos 27 para ratificar o "Pacto Europeu sobre Imigração e Asilo", aprovado no conselho de ministros realizado a 25 de Setembro. O Pacto proposto por Nicolas Sarkozy, no contexto da presidência francesa da União Europeia, visa definir as linhas gerais da UE nesta matéria e assenta em cinco pontos fundamentais: organizar a imigração legal, priorizando a adopção do “cartão azul”, para recrutamento de mão-de-obra qualificada; facilitar os mecanismos e procedimentos de expulsão e estabelecer nesse sentido parcerias com países terceiros e de trânsito; concretizar uma política europeia de asilo; reforçar o controlo das fronteiras; proibir os processos de regularização colectiva.
Depois da aprovação da Directiva de Retorno, com o voto favorável do Governo português, estas medidas representam mais uma vergonha para a Europa. O tratamento securitário das migrações, a definição de critérios discriminatórios para acesso ao trabalho, o aprofundamento da criminalização da migração, da militarização e externalização das fronteiras através do FRONTEX e a perseguição dos(as) cerca de 8 milhões de indocumentados(as) que vivem e trabalham na Europa - a quem é oferecida a expulsão como única saída -, são medidas que visam consolidar uma Europa Fortaleza, da qual não podemos senão nos envergonhar.
Em Portugal, a recente onda de mediatização da criminalidade e as recentes declarações de responsáveis governamentais que trataram os(as) como imigrantes bodes expiatórios para o aumento da criminalidade, abrem espaço para as pressões xenófobas e racistas, e criam um ambiente propício para a desresponsabilização do Governo. Em causa está a necessidade de regularização de dezenas de milhares de imigrantes que defrontam sérias dificuldades em regularizar a sua situação.
São homens e mulheres que procuraram fugir à miséria, fome, insegurança, obrigados a abandonar os seus países como consequência do aquecimento global e outras mudanças climáticas, ou que muito simplesmente tentaram mudar de vida, mas a quem não foi reconhecido o direito a procurar melhores condições de vida. Tratam-se de pessoas que não encontraram outra opção senão o recurso à clandestinidade, muitas vezes vítimas de redes sem escrúpulos, e que se confrontam com uma lei que diz cinicamente que "cada caso é uma caso", fazendo da regra a excepção e recusando à generalidade dos(as) imigrantes o reconhecimento da sua dignidade humana. Destaque-se a situação dos imigrantes sem visto de entrada, a quem a lei recusa qualquer oportunidade de legalização.
Solidários(as) com a luta que se desenvolve na Europa e no mundo contra as politicas racistas e xenófobas, também por cá vamos lutar pela regularização de todos imigrantes, sem excepção, cada homem/mulher - um documento. É uma luta emergente contra as pretensões de expulsão dos(as) imigrantes, contra a vergonha de uma Itália que estabelece testes ADN como instrumento de perseguição dos ciganos(as), contra as rusgas selectivas, arbitrárias e estigmatizantes, contra a criminalização dos(as) imigrantes, contra a ofensiva das políticas securitárias e racistas, alimentadas pelo tratamento jornalístico distorcido feito por alguns meios de comunicação social. Cientes de que está criado um ambiente de perseguição aos imigrantes na Europa, e rejeitando as pressões racistas e xenófobas dos Governos de Sarkozy e Berlusconi, organizações de imigrantes, de direitos humanos, anti-racistas, culturais, religiosas e sindicatos, decidiram marcar para o próximo dia 12 de Outubro, domingo pelas 15h, no Martim Moniz, uma jornada de acção pela regularização dos indocumentados(as), contra a onda de xenofobia e contra o Pacto Sarkozy.
ORGANIZAÇÕES SIGNATÁRIAS: Acção Humanista Coop. e Des.; ACRP; ADECKO; AIPA – Ass. Imig. nos Açores; APODEC; Ass. Caboverdeanade Lisboa; Ass. Cubanos R.P.; Ass. Lusofonia, Cult. e Cidadania; Ass. Moçambique Sempre; Ass. dos Naturais do Pelundo; Ass. dos Nepaleses; Ass. orginários Togoleses; Ass. R. da Guiné-Conacri; Ass. Olho Vivo; Ass. Recr. Melhoramentos de Talude; Ballet Pungu Andongo; Casa do Brasil; Centro P. Arabe-Puular e Cultura Islâmica; Colect. Mumia Abu-Jamal; Khapaz – Ass. de Jovens Afro-descendentes; GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental; Núcleo do PT-Lisboa; Obra Católica Portuguesa de Migrações; Solidariedade Imigrante; SOS Racismo."
Nb: na imagem, cartoon de Oscar Banegas (in blogue Humorgrafe, 21/VI/2008).

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

A vergonhosa imagem da Itália de Berlusconi

Esta é a imagem de uma jovem nigeriana jogada no chão de uma cela, em Parma, após ser presa durante uma operação contra prostituição e imigração. Mais.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Evo Morales e a directiva do retorno

O presidente boliviano Evo Morales escreveu uma carta aberta exortando a União Europeia a não aprovar a "directiva do retorno". Infelizmente não foi muito bem sucedido, como se sabe a dita directiva foi aprovada. No entanto vale a pena ler a carta de Morales, disponível aqui, na íntegra (em francês). A carta começa lembrando o óbvio, que obviamente muitos querem esquecer:
"Até ao fim da Segunda Guerra mundial, a Europa era um continente de emigrantes. Dezenas de milhões de europeus partiram para as Américas para colonizar, escapar à fome, às crises financeiras, às guerras e aos totalitarismos."

P.S. - Vale a pena ler este artigo sobre a "directiva do retorno".

domingo, 14 de outubro de 2007

Todos ao Zénith (nem que seja só em espírito, como é o meu caso)!

Todos ao Zénith, em Paris, hoje às 18h (hora francesa)!

Não, não é para ver o Caetano Veloso (já foi na semana passada)!

É para que ninguém falte à primeira grande iniciativa popular da oposição (seja ela genética ou adquirida) ao sarkozysmo!

Já não era sem tempo!

Todos ao Zénith, nem que seja só em espírito, como é o meu caso!

Até porque já está esgotado!

Todos contra o novo dispositivo da lei francesa, já aprovado pelo parlamento e o senado, que prevê o recurso aos testes genéticos para os imigrantes que solicitam o reagrupamento familiar!

Contra o racismo fronteiriço! Contra a família definida por critérios genéticos! Tira a mão do meu DNA!

É hoje, às 18h (hora francesa)!

Com transmissão na net, aqui, aqui ou aqui!