Ainda vemos a educação de adultos como uma utopia
(Adama Ouane, director do Instituto para a Aprendizagem ao Longo da Vida da UNESCO, entrevistado por Bárbara Wong).
Ainda vemos a educação de adultos como uma utopia
(Adama Ouane, director do Instituto para a Aprendizagem ao Longo da Vida da UNESCO, entrevistado por Bárbara Wong).
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Daniel Melo
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Labels: educação, política educativa, UNESCO
Qual é o segredo das boas escolas?
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Daniel Melo
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Labels: arte, educação, ensino básico, inovação, livros, política educativa
«Escola premiada pela Microsoft fechou», por Natália Faria e Bárbara Wong
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Daniel Melo
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Labels: choque tecnológico, política educativa
«Foi revogado o regime de excepção da Parque Escolar», por Tiago Mota Saraiva
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Daniel Melo
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Labels: blogues, debate público, desregulação, Ética, governo, petição, política educativa, protestos, terceiro sector
Agora que a rentrée assentou arraiais, há várias novidades em Lisboa, umas boas, outras más.
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Daniel Melo
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Renato Carmo
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Labels: manifestação dos professores, Ministério da Educação, política educativa
Cartoon de Antero
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Daniel Melo
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Labels: blogues, cartoonista Antero, humor, política educativa, super-herói Faltar Levas
A Escola de Música do Conservatório Nacional, situada no lisboeta Bairro Alto, tem o seu salão nobre em avançado estado de degradação. Neste salão, inaugurado em 1881, já tocaram alguns dos melhores músicos portugueses, como Luís de Freitas Branco, Vianna da Mota, António Rosado, Artur Pizarro, Nuno Vieira de Almeida, entre outros. A sua excelente acústica tem sido elogiada por músicos e cantores estrangeiros. O salão foi já classificado pelo IPPAR, no entanto, as obras que foram anunciadas num Diário da República de 15/XII/2005 ainda não foram sequer iniciadas! Se não fosse triste dava um bom policial...
Cidadania Lx). Quanto mais apoio tiver este alerta tanto melhor. Algumas imagens do estado actual podem ser vistas no fórum de debate do site do Fórum Cidadania Lisboa (vd. aqui).
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Daniel Melo
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Labels: carta aberta, Conservatório Nacional, Fórum Cidadania Lisboa, política cultural, política educativa, terceiro sector
Tradução de um quadro retirado de:
Despite the Odds: The Contentious Politics of Education Reform, de Merilee Serrill Grindle (2004, Princeton University Press, p.6)
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Hugo Mendes
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Labels: educação, política educativa
Há uns dias envolvi-me numa saudável e frontal polémica com o Renato sobre a "sociedade de conhecimento", o modelo de desenvolvimento para Portugal, a atitude da esquerda e da crítica em geral, entre outras coisas importantes. Sem querer voltar a este debate - que terá seguramente rounds futuros -, uma das coisas que disse numa caixa de comentários é que era importante que - mas isto não era uma crítica pessoal nem particularmente dirigida ao Renato -, quando as pessoas ultrapassavam a fase de simplesmente criticar para destruir e passam à saudável (direi mesmo: adulta) fase de pensar e/ou propor políticas e medidas alternativas, procurassem saber se aquilo que propõem por vezes como supostamente revolucionário não está já pensado, tematizado, escrito, e muitas vezes a (tentar) ser posto em prática. Não basta fazer críticas construtivas e exequíveis; é preciso que elas sejam informadas. É que muitas das coisas que as pessoas com genuína vontade de participar e intervir dizem podem ser já do domínio comum das políticas pensadas - e por vezes até em fase de implementação.
Este comentário vem a propósito do relatório que o Conselho Nacional da Educação entregou ontem na Assembleia da República e que dá conta do debate nacional sobre Educação, que decorreu pelo país e na internet entre Maio de 2006 e Janeiro de 2007. Os jornais de hoje estão cheios de informações sobre isto, por isso vou directamente ao que quero dizer: tirando algumas medidas interessantes que não fazem parte das neste momento das prioridades da actuação governativa (como por exemplo a de necessidade de valorizar mais a "educação primeira", a que vai dos 0 aos 3 anos, o que me parece uma ideia importante, dado que é nos primeiros anos de vida que as desigualdades cognitivas entre as crianças - e absolutamente decisivas no seu futuro desempenho escolar - começam, invisivelmente, a emergir), a maioria das coisas que é dita e proposta faz parte dos objectivos delineados e das medidas em curso pelo Ministério da Educação. O relatório, claro está, que se pretende independente e rigoroso, não tem que ser porta-voz do Governo. Mas a verdade é que as propostas surgem - num tom repetido pela imprensa - como se ninguém se tivesse lembrado delas antes, ou como se não houvesse, neste preciso momento, um Ministério a procurar colocar em prática inúmeras ideias ali avançadas. Em nenhum momento do relatório é dito que "a proposta X ou Y está a procurar ser implementada". É como se para além do "debate nacional da educação", não existissem medidas concretas cuja implantação começou em 2005.
Se virmos bem, isto acontece inúmeras vezes no debate político em Portugal - e representa um gasto de energias inútil, sobretudo quando a proliferação de propostas repetidas - mas nunca assumida como tais - é comparada com a ausência de avaliação justa e rigorosa - que não seja baseada no achismo ("ora eu acho que...") do costume - das medidas colocadas em prática.
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Hugo Mendes
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14:35
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Labels: Conselho Nacional de Educação, debate nacional sobre educação, política educativa