Então, sempre são 40 anos de serviço abnegado! De dedicaçón ao publicozinho, ós cidadõns.
Deslarga, ó lapa do poder central!!!
Deixem-nos trabalhar outros 40 anos no mesmo poleiro, que já está aconchegado às nádegas do seu usuário habitual.
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Daniel Melo
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Labels: conservadorismo, democratização, limitação de mandatos governativos, política municipal, Tintin
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Labels: Arquivo Municipal de Lisboa, Cultura, Fórum Cidadania Lisboa, Lisboa, política cultural, política municipal, Propostas por Lisboa
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Labels: Algarve, política de desenvolvimento, política municipal, sustentabilidade
Há males que vêm por bem: à indignação suscitada pelo alheamento dos poderes alfacinhas face à questão ambiental juntaram-se as inundações diluvianas na baixa da cidade na 6.ª passada, um derradeiro alerta sobre os perigos da abertura à impermeabilização total dos solos.
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, Gonçalo Ribeiro Telles, Lisboa, política ambiental, política municipal
É o que parece estar a ser cozinhado, a crer nas palavras dum dos maiores peritos portugueses, o eng.º Ribeiro Telles. A denúncia é feita em notícia de 6.ª feira passada e em entrevista com Cláudia Sobral publicada este domingo no suplemento «Cidades» do Público ("«O Plano Verde serve enquanto não prejudicar a construção", p.7-9) a qual, infelizmente, não está disponível no site do jornal, ignoro o porquê.
Os Amigos do Botânico também estão preocupados, pois se a proposta para o novo PDM gizada pela maioria socialista na câmara de Lisboa for adiante, isso poderá prejudicar o Jardim Botânico de Lisboa. E bem mais do que isso, o próprio equilíbrio ambiental da cidade...
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Labels: ambiente, Câmara Municipal de Lisboa, Gonçalo Ribeiro Telles, política municipal, política urbanística, terceiro sector
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Labels: arqueologia, Câmara Municipal de Faro, míni horta, polémicas, política municipal
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Labels: Família, política municipal, Portugal, sustentabilidade
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Labels: Câmara Municipal de Beja, ciganos, discriminação étnica, política municipal
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Labels: Câmara Municipal do Porto, direita, José Saramago, política municipal, preconceito
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Labels: atentado urbanístico, Câmara Municipal de Sintra, escândalo político, ordenamento do território, política municipal, política urbanística
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Labels: Câmara Municipal de Évora, Cultura, Évora, parceria Estado-sociedade civil, política cultural, política municipal
Este post serve de última chamada para uma exposição fantástica que está nos seus últimos dias. Chama-se ela «Lisboa tem histórias», enquadra-se nos 100 anos do Museu da Cidade e está patente só até ao final deste mês.O fulcro da mostra é quase um «ovo de Colombo»: apresentação de 20 personagens de Lisboa caricaturados por João Fazenda, com um subtítulo (regra geral, a alcunha) e um conjunto de peças diversificadas directamente ou indirectamente atinentes, desde artefactos arqueológicos, loiça, fotos, etc. (videozinho promocional aqui). A Sofia já aqui tinha chamado a atenção, mas vale a pena insistir.
Além desse núcleo, a mostra incluiria ainda a exibição dum filme de Abílio Leitão, «com imagens actuais dos locais da cidade que estão associados a cada um dos 20 personagens». O problema é que, ontem (e noutros dias) não estava a ser exibido, nem mesmo a pedido dos visitantes e sem que nenhuma explicação tenha sido avançada.
O Museu da Cidade era uma das coisas mais tristes do país, parado no tempo, pequeno, e tudo o que a Sofia já aqui desvelara, para nossa vergonha... Este evento prova como pequenas ideias podem ajudar a mudar as coisas, a tirar o pó à mobília, e logo as pessoas aderem: isso mesmo o atesta a significativa audiência para o pouco tempo e a pouca publicidade feita (10 mil visitantes até recentemente). E nem é preciso ter mega-espaços (isto dito, ainda assim o museu precisa de mais espaço, um outro pólo, p.e.). A este propósito, seria bom que, após fecho da mostra e caso não fosse possível incorporar a mostra na colecção permanente, incluissem uma sua versão video em tela numa das salas do museu. Seria a melhor forma de o honrar e de dar um sinal no caminho da sua necessária renovação. Também nesse sentido vai a instalação duma colecção de cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro no jardim do museu e que a Sofia também elogiou há uns dias atrás. E as exposições temporárias, claro.
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Labels: arte, Câmara Municipal de Lisboa, cartoon, cartoonista João Fazenda, exposição, História, humor, museologia, Museu da Cidade, política municipal, Propostas por Lisboa, Rafael Bordalo Pinheiro
Surgiu recentemente um serviço público bem útil para melhorar a qualidade de vida nos municípios portugueses. Chama-se autarquias.org, e é um site que permite a qualquer cidadão apresentar as suas queixas, denúncias, alertas sobre todo o tipo de deficiências passíveis de serem reparadas pelas autarquias locais. Uma ideia simples mas muito eficiente, a atender pelo número e variedade de denúncias que já estão aí visíveis para todos lerem. Mão amiga fez-me chegar um texto de divulgação da iniciativa, que aproveito para transcrever:«Caro cidadão,
A partir de hoje, tem ao seu dispor a plataforma autarquias.org.
Com o autarquias.org os cidadãos podem alertar os municípios para as mais variadas situações, desde de Lixos na via pública, postes de iluminação que não o funcionam, buracos na via pública, equipamento danificado, problemas nos abastecimentos, ou outros tipos de problemas, que muitas das vezes as Câmaras Municipais não tem conhecimento.
Os cidadãos podem acompanhar as respostas das autarquias aos alertas apresentados por outros cidadãos, como também participarem nesses mesmos alertas adicionando comentários.
O autarquias.org permite também a criação de debates por cidadãos que pretendem discutir assuntos que lhes pareçam pertinentes com outros cidadãos e com o próprio município ou questionar a autarquia sobre um assunto do interesse de todo o município, como também a abertura de petições.
Participe neste projecto:
www.autarquias.org».
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Labels: administração pública, política municipal, serviço público, transparência
É verdade, meus amigos, o Flopes regressou e em força!
Para mostrar que a direita a sério não descansa no feriado do 25 de Abril avançou com a artilharia pesada, em formato high-tech: tv-net, site, blogue, etc.. Mas o melhor de tudo foram as suas declarações, como de costume.
No lançamento da candidatura a edil lisboeta defendeu a suspensão do projecto de contentores do porto de Alcântara, a 3.ª ponte sobre o Tejo exclusivamente ferroviária, e opôs-se ao fim do aeroporto da Portela. Tentador para muitos, o último só para o lobbie do turismo (que o co-financiou e co-financiará) e para quem já não reside em Lisboa mas ainda aí vota. O pior foi o resto.
E o resto foi dizer que "a sua prioridade em 2002 foi a reabilitação através do repovoamento e é a ela que regressa agora, para devolver a cidade aos munícipes". Hello!, alguém acredita nisto? Então, quem teve como bandeiras a reabilitação do Parque Mayer (cujo projecto betonesco de Frank Gery ficou na gaveta) e o túnel do Marquês (para trazer mais carros para dentro da cidade e que levou Lisboa à bancarrota), jura agora que a sua prioridade foi o repovoamento?!
Disse ainda não querer "mais carros a entrar em Lisboa", daí a tal 3.ª ponte ferroviária, mas antes fez o oposto. E há uns meses atrás, propôs uma ligação Rotunda - Campo Grande exclusivamente por túneis, prometendo então fazer mais um túnel rodoviário, este debaixo da Praça Saldanha (depois da buracaria interminável do metro, mais obras na zona, porque não?). Em que ficamos?
Flopes, que encabeçará uma coligação de direita (PSD, CDS-PP, MPT e PPM), não fez só coisas erradas, claro, algo se aproveitou. Mas o balanço é claramente negativo. Será preciso recordar que foi o seu próprio partido que retirou a confiança política ao seu discípulo Carmona Rodrigues e que, por causa disso, houve eleições intercalares na capital? Já para não falar doutros legados, como o das santanetes, um aparelhismo sui generis preservado no léxico político.
Who cares? Pode ser que a memória seja curta, e, assim como assim, há sempre muito boa gente que vive dos aparelhos partidários.
Preparai-vos para a festa, vão ser uns mesitos de loucura! Ou anos, porque o cromo é bem capaz de ganhar novamente as eleições!! Segurai-vos, pois, o apito acabou de soar!!!
Nb: adaptação de cartoon de GoRRo, originalmente publicado em Fuga para a vitória.
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, cartoon, cartoonista GoRRo, CDS/PP, direita, eleições autárquicas, humor, Lisboa, política municipal, populismo, PSD, Santana Lopes, santanetes
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Labels: Câmara Municipal de Santa Comba Dão, ditaduras, memória colectiva, mitomanias, neo-realismos, política municipal, políticas da memória, Salazar
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, Comemorações, Conferências, Congresso Municipalista (1909), descentralização, Lisboa, política municipal, República
Pois é, em Lisboa oscila-se entre o bom e o péssimo.
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, caso do Renault Roadshow, descapotáveis, Lisboa, orçamento participativo, Politica, política municipal
Em Agosto, meio Portugal vai a banhos, o outro meio avia-se em terra. Com isso, os serviços públicos ficam a meio gás (cof, cof, é um eufemismo, bem sei).
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, piscinas, política municipal, Propostas por Lisboa
Num excelente post, sugestivamente intitulado «As mentiras de Rui Rio», Tiago Barbosa Ribeiro desmonta todos os clichés anti-culturais que o edil portuense lançou ao longo destes anos para fazer passar o seu populismo de direita na área cultural.
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Daniel Melo
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Labels: Câmara Municipal do Porto, política cultural, política municipal, Rivoli, Rui Rio
Algo de muito engraçado sucedeu esta 2.ª feira: enquanto o DN informava sobre a última tropelia de Rui Rio na sua política cultural (sim, porque o edil tem uma, parecendo que não), o Público contrapunha uma notícia sobre a sua mudança para uma posição proto-pró-regionalização (é mesmo assim), fruto dos laboriosos anos de experiência como autarca. Ou seja, um texto de «má imprensa», o outro de «boa».
custará 2 milhões de euros aos cofres municipais e tem exactamente os mesmos 6% de receitas de bilheteira que tinha a extinta Culturporto. A gincana tem um pomposo nome: Grande Prémio Histórico do Porto, e faz lembrar os recentes despautérios terceiro-mundistas com o Lisboa-Dakar.
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Labels: Câmara Municipal do Porto, imprensa, política cultural, política municipal, regionalização, Rui Rio