«Chumbadas limitações às remunerações de gestores públicos [pelo PS e PSD]»
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Os de cima nunca têm plafonds
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Daniel Melo
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domingo, 18 de abril de 2010
As elites que temos
nb: via 5Dias.
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Daniel Melo
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
A autoprotecção das elites, em que circunstância for
«Remuneração de gestores da PT aprovada com 88,8% dos votos dos acionistas»
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Daniel Melo
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22:22
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
É impressão minha ou o minº das Finanças está na tv há +1h para disfarçar o facto da líder da oposição ter dado em 1.ª mão os maus défices de 2009-10?
PS: Já na fase de perguntas e respostas do inusitado briefing, um jornalista pergunta porquê só agora a apresentação do orçamento para 2010.
Ao que o ministro responde, triunfante, sem pestanejar: «Ainda é dia 26 [23h56], portanto, ainda estamos dentro do prazo. Eu trabalho 24h por dia, se for preciso.».
Por mim, não é!! Poupem-nos ao folclore!
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Daniel Melo
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23:49
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segunda-feira, 16 de março de 2009
Solução para ter uma reforma: trabalhar até morrer
É um paradoxo, mas cada vez mais palpável... Um estudo da Comissão Europeia sobre a inclusão social, agora divulgado, vem comprovar um anterior da OCDE, que aqui referi. Bem pode o governo português assobiar para o ar, como já o fizera. A verdade é que as experiências escandinavas, que finge seguir, não foram tidas nem achadas novamente. Afinal, cairmos para o lado a trabalhar não está só nas congeminações do eng. Belmiro de Azevedo...
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14:16
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quarta-feira, 4 de março de 2009
Pensões poderão cair para metade em 2030
Segundo um estudo da OCDE revelado hoje, este é o cenário provável para Portugal, colocando-o num dos últimos lugares entre os 30 países abrangidos. Tal cenário atingirá "os portugueses que se reformarem em 2030, na idade prevista pela lei – 65 anos", que terão então direito a "uma pensão equivalente a 54,1% do último ordenado recebido".
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22:22
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
A crise em cartoons (VII)- quem fica para trás
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Daniel Melo
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Lentamente, eis que o chão vai mudando sob os nossos pés. Algumas breves de política internacional aí estão para o comprovar:
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21:27
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
A quem compensa a desestabilização da Bolívia?
Já aqui previramos o que infelizmente começou ontem: uma guerra civil, por ora larvar, na Bolívia. Recusando a política central de transferência de fundos do imposto petrolífero para um plano nacional de assistência aos idosos, vários governadores provinciais incentivaram à contestação aberta e violenta e à exigência do retorno desses fundos para os seus orçamentos (cujos territórios detêm o grosso desses preciosos recursos naturais). O Presidente Morales acusa os instigadores desta rebelião de "golpe de Estado civil contra a unidade e a democracia na Bolívia". É óbvio que neste caso ele tem razão, mas também é verdade que deu o flanco no procedimento quanto ao referendo para uma nova Constituição (+info sobre o que se passou ontem aqui e aqui).
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Daniel Melo
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segunda-feira, 28 de maio de 2007
Redistribuindo a riqueza? Ou falta de decência?
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Daniel Melo
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quarta-feira, 28 de março de 2007
Posfácio c/osso
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Daniel Melo
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00:28
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terça-feira, 27 de março de 2007
O bolo, as fatias, e a faca
Os tempos não estão fáceis para uma política amplamente redistributiva em Portugal. Se conseguirmos que as desigualdades entre os extremos não aumentem já é capaz de não ser mau. Mas a função pública podia dar um bom exemplo. Aliás, não sei porque é que uma prática deste género não é defendida (já nem digo posta em prática) há mais tempo: em vez de os funcionários públicos verem o seu salário sofrer um aumento indexado a um mesmo valor percentual, o Governo e os sindicatos podiam perfeitamente, para o mesmo bolo, tentar chegar a um acordo para instituir um esquema progressivo. Por exemplo, em vez de serem todos aumentados em, imagine-se, 1,5%, os "pequenos" podiam ser aumentados em 2,0% e os "grandes" em 1% (como dizia o outro, depois era fazer as contas). Será que as aristocracias sindicais aguentavam semelhante radicalismo? :)
Ou, para citar o bom do G.A.Cohen, If You're an Egalitarian, How Come You're so Rich?
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Hugo Mendes
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Labels: desigualdades sociais, G.A.Cohen, redistribuição, salários, sindicalismo

