«Jardim dá tolerância a funcionários para assistirem à posse do governo pela televisão»
terça-feira, 8 de novembro de 2011
The show must go on: na Madeira continua a dar-se «tolerância de ponto» para se ouvir o pai dos povos na tv, como se nada tivesse ocorrido entretanto
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Daniel Melo
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
É fartar vilanagem
Afinal a dívida da Madeira ao Estado português não é de €5800 milhões, como dizia Jardim e o seu sec.º regional do Plano e Finanças há 7 dias atrás, mas de €6328 milhões, anunciou esta noite o ministro das Finanças. Ou seja, uma diferença de quase €500 milhões.
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sábado, 17 de setembro de 2011
Até quando continuará este sr. impune?
O forróbodó continua na Jardimlândia, agora com a ajuda da administração pública regional na ocultação de despesas desde 2008, caso inédito em Portugal.«Desvio [nas contas da Madeira] igual ao dobro da sobretaxa do Natal»
«Dívidas da Madeira obrigam a revisão dos défices entre 2008 e 2010», por Ana Rita Faria
Adenda: para se perceber até que ponto isto só foi possível com muitas altas cumplicidades vd. o ex. do PR: «Cavaco Silva entre o silêncio e o elogio à Madeira».
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A parte humana no adensar da catástofre madeirense
Para que não se repita o pior, a solidariedade com o povo madeirense passa também por solucionar um assunto difícil, incómodo, aparentemente lateral, que é o da responsabilidade humana no reforço da catástofre madeirense. Já tinha deixado alguma informação neste post. Agora aproveito para listar outros textos com informação relevante, incluindo um premonitório alerta com 25 anos:
1) «O que se dizia antes da tragédia» (reportagem da RTP-Madeira de 13/I/2010)
2) «Oxalá que nunca se diga que sou profeta» (texto do eng.º silvicultor madeirense Cecílio Gomes da Silva, Diário de Notícias da Madeira, 13/I/1985)
3) «Não é canalhice nenhuma» (opinião de Daniel Oliveira sobre insultos do presidente regional madeirense a quem alertou para o problema do planeamento urbanístico ligado às 3 ribeiras que passam pelo Funchal)
4) «É um erro reconstruir onde a enxurrada levou, diz especialista» (alerta do prof. catedrático Lusitano dos Santos, perito em planeamento e ordenamento do território, Público, 24/II/2010)
5) «Quercus diz que bom ordenamento do território teria evitado tantas mortes» (Público, 22/II/2010)
6) «Ex-vereador do Ambiente do Funchal afirma que a tragédia “era expectável”» (Público, 21/II/2010)
7) «"Mau planeamento urbanístico" aumentou consequências» (posição da Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil, Público, 21/II/2010)
ADENDA: «Está lá tudo», por Rui Tavares (Público, 1/III/2010)
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Depois do cataclismo na Madeira
«À procura da normalidade, Madeira teme mais vítimas». Entretanto, alarga-se a solidariedade para com o povo madeirense (vd. aqui e aqui). Foi o maior cataclismo natural em 100 anos na região, em parte por culpa do mau planeamento urbanístico: sobre isso, o debate em curso já avançou com soluções sustentátveis, para evitar que o pior se repita. Mas essas soluções implicam o corte com o modelo de desenvolvimento que tem sido seguido. Seja qual for a decisão, já não dá para dizer depois que não se sabia que havia soluções alternativas.
Por ora, c. de 30 mil crianças não poderão ir à escola nos próximos tempos. O governo português decretou 3 dias de luto nacional. Informação actualizada aqui. Mais imagens do temporal aqui e no espaço donde foi retirado este video.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
A duplicidade de critérios em acção
Afinal a «asfixia democrática» que Portugal sofria pára à porta da Madeira. Para Manuela Ferreira Leite, a autora do epíteto, aquela Região Autónoma é um oásis num país asfixiado: «bastião inamovível» e «um bom governo do PSD». E não sofre de asfixia pois o povo votante é soberano e até há jornais críticos do executivo local, mas que nem sofrem retaliações...Para lá das contradições insanáveis face ao padrão de crítica do governo socrático há ainda a considerar um paradoxo mais preocupante: o 'modelo de desenvolvimento' praticado pelo jardinismo do último trinténio é tudo menos aconselhável e supostamente deveria ser um exemplo a evitar para um partido que se diz defensor de menos Estado, controlo das contas, etc.. E, depois, não se vê como conciliar o actual discurso do PSD sobre a morigeração das obras públicas de envergadura com o jardinismo inauguracionista.
É verdade que todos os partidos políticos com algum lastro e dimensão têm os seus esqueletos no armário. Mas há esqueletos e esqueletos. E contradições e contradições.
PS: sobre a original via madeirense o Público publicou recentemente um interessante dossiê de balanço, que saiu num P2 que não consegui localizar mas que julgo ser de Julho passado.
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Daniel Melo
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