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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Os dinossauros também têm direito a reclamar, pá!

Então, sempre são 40 anos de serviço abnegado! De dedicaçón ao publicozinho, ós cidadõns.

Deslarga, ó lapa do poder central!!!

Deixem-nos trabalhar outros 40 anos no mesmo poleiro, que já está aconchegado às nádegas do seu usuário habitual.

sábado, 29 de outubro de 2011

Todo o Tintin em poucos segundos

Eis um magnífico genérico não oficial de tributo ao filme que Spielberg dedica a Tintim e estreado por estes dias. Tão incrível que o próprio convidou o seu autor, o animador e designer britânico James Curran, para ver o filme no cinema. Mais informação em notícia do jornalista Luís Salvado.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Tintin no Congo vai a tribunal por racismo: está certo?

O livro de banda-desenhada Tintin no Congo, feito por Hergé em 1931, vai ser julgado num tribunal belga por acusação de teor racista. O pedido partiu dum cidadão congolês e visa a retirada do livro das prateleiras destinadas às crianças, pelo menos. A sessão foi marcada hoje para 30 de Setembro. Já foi censurado no Reino Unido e uma biblioteca pública norte-americana colocou-o sob reserva de pedido. Será que se justifica?

Apesar de ser fã do Hergé, concordo com este pedido concreto. Os adultos que quiserem que o comprem para os seus filhos. Já discordo de fitas amarelas a denunciar conteúdo atentatório. Mas há mais. Para quem quiser saber o resto pode ver aqui.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Tintin na terceira idade

Fez ontem 80 anos o infatigável repórter Tintin, presente no imaginário de milhões de petizes por esse mundo fora, desde o álbum inaugural Tintin au pays des soviets. A estreia foi auspiciosa, embora essa história tenha sido apontada como politicamente parcial. O seu autor, o belga Hergé, não escapou a outras críticas, como a de apologista do colonialismo belga em Tintin no Congo, obra depois retocada. Seja como for, ficam muitas histórias, imagens e personagens para a posteridade. Além do tempestuoso capitão Haddock, dos impagáveis Dupont & Dupond, do distraído cientista Tournesol e do cão Milu, não podía deixar escapar 3 personages portugueses: Oliveira da Figueira, o sábio prof. de Coimbra (em A estrela misteriosa) e o repórter do Diário de Lisboa (no Tintin no Congo).
Do trio, destaco o comerciante lisboeta Oliveira da Figueira, presente em 3 álbuns (Os charutos do faraó, Tintin no país do ouro negro e Carvão no porão), que, entre toda a sorte de bugigangas, conseguia ainda impingir caloríferos em pleno deserto, além de ser um bom conversador. E hospitaleiro: logo que conhece Tintin, celebra o encontro servindo-lhe um vinho do Porto, "vinho de Portugal, do sol do meu país" (+aqui).
Entretanto, muitos álbuns se venderam (+230 milhões) e muito merchandising se fez com esta figura. E, também, muitas revisitações: como as doutros autores, mais simpáticas ou mais cáusticas (Bilal é um bom ex.) ou as turísticas, inúmeras e para todos os gostos, como seria de esperar. Uma simples pesquisa na Internet revelará coisas interessantes, como t-shirts do Tintin em Goa, na Tailândia, de regresso aos EUA, no Irão, etc...
Mais inf. aqui e aqui.