Podem ler a história toda no New York Times, ou ver a peça do Jon Stewart aqui em baixo - que tem muito mais piada.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
O Professor de Física que não acreditava no aquecimento global
Podem ler a história toda no New York Times, ou ver a peça do Jon Stewart aqui em baixo - que tem muito mais piada.
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Zèd
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Quando o calor aperta...
A defesa do ambiente e a promoção do uso da bicicleta em detrimento de transportes que usem combustíveis fósseis parecem-me muito bem, melhor ainda quando em pelota, invadindo a minha cidade!!!É isso aí galera: no próximo domingo, Lisboa recebe a sua 1.ª World Naked Bike Ride. A equipa, aberta a todos os interessados, parte no pico do sol (12h), do Parque Eduardo VII rumo a Belém.
Melhor não tem. Boa pedalada, pessôal!
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Daniel Melo
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Sustentabilidade mundial em xeque: novos dados
«Perda da biodiversidade ameaça o ponto de ruptura, indica relatório das Nações Unidas», por Nicolau Ferreira
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Daniel Melo
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
Será este o carro do futuro?
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Daniel Melo
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sábado, 12 de dezembro de 2009
À atenção dos senhores reunidos em Copenhaga, da parte de George Carlin
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Zèd
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O interesse nacional é lixado
Hoje os funcionários da câmara municipal andaram a presentear os lisboetas com caixotes de lixo para reciclagem. Na minha rua inclinada já havia um trio de grandes boiões para receber lixo de vidro, papel e plásticos/metais na base da rua e outro no cimo. Mas chegou o momento de uma nova fase do processo: retirar os grandes boiões nos extremos da rua e introduzir caixotes maneirinhos de reciclagem no interior de cada prédio, mais próximos da fonte do lixo. A operação camarária deparou com resistência para não escrever insurgências. Uma velhota minha vizinha refilou contra os homens que lhe queriam atufalhar o átrio de entrada do prédio com três caixotes de tampos coloridos. O funcionário camarário declarou, formal e solene: «Todos temos de contribuir. Portugal tem quotas para cumprir.»
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João Miguel Almeida
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Ventos de Espanha
Uma curta incursão em Madrid/Alcalá de Henares, de quatro dias, por motivos académicos, deu-me a oportunidade de ver de relance Portugal desse «outro lado do espelho» que é o país vizinho. Mesmo o efémero viajante que renuncia, por alguns dias, a comprar jornais, é bombardeado com informação nas televisões e nos periódicos de distribuição gratuita. Basta entrar num restaurante e há grandes probabilidades de se ver sentado entre paredes com ecrãs onde desfilam noticiários televisivos e videoclips. Nas estações ferroviárias deparei com uma inovação – locais onde qualquer um pode colocar o seu jornal gratuito, depois de lido, para outro qualquer o ler de seguida. E na universidade também havia distribuição gratuita de um diário de dimensão nacional. Dois temas obsessivos: a Espanha como o «maior produtor de desemprego» e a necessidade de combater a «falta de autoridade dos professores». Curiosamente, a gripe A era relegada para um lugar secundário ou terciário. Quanto ao célebre caso do TGC/AVE, nada. Almocei com um professor galego e tive de me esforçar para lhe arrancar um comentário. Por fim, lá sorriu, encolheu os ombros e, referindo-se, à campanha política em Portugal, soltou um distanciado «vale tudo.»Quando regressei a Portugal e consultei os jornais do final da semana passada e do último sábado, percebi que o TGV já enjoa. Os políticos cavalgam-no como se fosse o fantasma do fim da independência nacional ou o cavalo de Tróia para entrar na Europa. Não sou especialmente qualificado para escrever sobre o tema, mas, já que a massa está no prato, meto a minha garfada. A viagem de avião de Lisboa para Madrid são cinquenta minutos. Mas cheguei ao aeroporto de Lisboa uma hora antes, para fazer o «check-in». Em Madrid, foi ainda preciso esperar pela bagagem e comprar primeiro um bilhete de metro e depois um bilhete de comboio que me leva em mais cinquenta minutos até Alcalá de Henares. Um colega disse-me que fez recentemente a viagem de comboio de Lisboa-Madrid e levou 10 (dez) horas a percorrê-la. Um TGV seria uma melhoria inegável. Mesmo que fosse mais usado por espanhóis para vir a Lisboa ou por galegos para ir a Madrid via Lisboa, não vejo como é que isso poderia prejudicar Portugal.
O TGV de Lisboa a Madrid é um passo para a ligação de Portugal à Europa central via rede de alta velocidade. No ano passado tivemos um exemplo da importância desta ligação que, para surpresa minha, ninguém cita, quando vozes políticas se opuseram à assinatura do Tratado de Lisboa na capital portuguesa com o argumento de ela implicar um elevado custo ecológico por os representantes dos Estados europeus terem de viajar de avião. A questão aqui não é se o Tratado é bom ou se devia ser assinado em Lisboa, mas que as viagens de avião fossem uma razão para excluir Lisboa como local para assinar um tratado. Não vejo por que é que mais tarde não se poderá usar o mesmo tipo de argumentos para excluir Portugal de cenário para outras iniciativas políticas, culturais, económicas, ou desportivas. Se os habitantes da Europa além-pirinéus não quiserem vir a Portugal, que não seja por não terem uma alternativa rápida e ecológica ao avião.
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João Miguel Almeida
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Os 10 “mandamentos” do sexo ecologicamente correto
Não morro de amores pelo Greenpeace. Entretanto, não posso deixar de achar sui generis o artigo “Cómo ‘enverdecer’ tu vida sexual”, publicado pela filial mexicana no início de agosto, mas só agora descoberto por mim. Sob o slogan “ser verde nunca foi tão erótico”, o tal guia pretende promover um sexo amigo do meio ambiente. O primeiro “mandamento” da cartilha diz que os amantes devem apagar as luzes durante o sexo como uma forma de economizar energia (pelo menos essa). Já no último, o Greenpeace orienta que se “faça amor, não guerra”. Está aí uma boa sugestão de leitura para a senhora Palin. Abaixo transcrevo alguns dos “mandamentos” e aqui está a íntegra do texto. - Não consumir ostras, mariscos e camarões. Use óleos ou sabões aromáticos para esse fim.
- Utilize apenas lubrificantes à base de água, nunca à base de petróleo ou vaselina.
- “Brinquedos” eróticos de PVC devem ser evitados.
- Banhar-se junto com o parceiro(a) para economizar água.
- A madeira da cama deve ser de uma empresa ecologicamente responsável.
Imagem retirada daqui.
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Sappo
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terça-feira, 12 de agosto de 2008
A "construção" da Grande Muralha Verde para deter invasão do Saara
Finalmente, depois de três anos de preparativos e discussões, Senegal sai na frente e já começou a “construção” da Grande Muralha Verde. Promovido pela Comunidade dos Estados Sahelo-Sarianos (CEN-SAD) , pela União Africana (UA) e pela União Eropéia, esta iniciativa visa conter o rápido avanço do Deserto do Saara e deverá abranger uma área de 7.000 km de comprimento por Agora, só espero que esta seja de fato uma realidade e não mais uma miragem como tantas outras em África.
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Sappo
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08:30
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