A Santa Sé vetou a nomeação de Caroline Kennedy como embaixadora dos EUA no Estado do Vaticano por seu apoio ao aborto. O veto se estende a qualquer outra pessoa católica que se envolva em campanhas abortistas. Caroline é filha do presidente assassinado John F. Kennedy (1917 – 1963), aliás o único católico a governar os Estados Unidos. Ela também foi uma das principais articuladoras na escolha do vice de Obama em sua campanha à Casa Branca. Mais.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Vaticano veta Caroline Kennedy como embaixadora dos EUA
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Sappo
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quarta-feira, 18 de março de 2009
Quem um dia foi por Franco não pode ser pela vida
A Igreja católica espanhola lançou uma campanha publicitária contra o aborto onde denuncia que o lince-ibérico está mais protegido do que os embriões humanos. A campanha é uma forte reação à proposta do governo espanhol em despenalizar a livre interrupção da gravidez até as 14 semanas. É incrível. Mas essa Igreja que hoje fala em “ser pela vida” é a mesma Igreja que um dia determinou aos padres e bispos que benzessem os canhões detonados contra um governo republicano legítimo. A Guerra Civil espanhola fez quase 1.000.000 de cadáveres. Franco fuzilou todos os prisioneiros e se tornou assim o “Caudillo de España por la Gracia de Dios”.
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domingo, 8 de março de 2009
No dia Internacional da Mulher rendo as minhas homenagens à Igreja católica, cujo Código Canônico permite o estupro mas condena o aborto
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Sappo
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sexta-feira, 6 de março de 2009
A lógica da Igreja
O arcebispo de Olinda e Recife, José Cardoso Sobrinho, não excomungou o padrasto que estuprou e engravidou a enteada de 9 anos, que era submetida a abusos sexuais desde os 6 anos. “Ele cometeu um crime hediondo, mas não está incluído na excomunhão. Existem tantos outros pecados graves. Mais grave do que isso, é o aborto, eliminar uma vida inocente”, afirmou o arcebispo. Pelo menos o tal religioso aqui foi coerente com os princípios da Igreja em não condenar crime de pedofilia.
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Uma oportunidade perdida
Tomei contacto com a questão do casamento entre homossexuais era ainda estudante universitário, no início dos anos 90. Nessa altura, a minha reacção foi 'reactiva', passe o pleonasmo: achava o contrato do matrimónio civil uma intromissão burocrática e anacrónica da sociedade na vida íntima das famílias, por isso, parecia-me ridículo os homossexuais também terem interesse nisso, quando eu os via como um grupo na dianteira dalgumas lutas cívicas progressistas. Como o debate então prosseguiu (sempre pela esquerda, em especial o PSR), e fui a vários casamentos de pessoas próximas, a minha visão mudou: passei a achar que se as pessoas queriam casar é porque isso era importante para elas, e eu não nada tinha a ver com as suas razões pessoais. Sendo os homossexuais pessoas como as outras, parecia-me compreensível e justo que também se achassem no direito de aceder a esse contrato.
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Daniel Melo
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quinta-feira, 13 de março de 2008
O referendo à IVG em análise
(Lisboa, 14 de Março de 2008; Goethe Institut, Campo dos Mártires da Pátria, 37)
14h00- Recepção e inscrições dos participantes
14h30- Introdução
14h45- Abertura
15h15- Referendos como instrumento para dinamizar a relação entre a sociedade civil e o poder político
16h00- Debate (moderador: André Freire, ISCTE)
16h45- Coffee break
17h00- Mobilização cívica na campanha do referendo nacional sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez
17h30- Debate (moderador: José Pereira, ISCTE)
18h15- Encerramento
*
Inscrições: Fundação Friedrich Ebert (tel.: 213573375; fax: 213573422; e-mail: info@feslisbon.org)
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Daniel Melo
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
domingo, 1 de abril de 2007
Se o ridículo pagasse imposto...
“Fomos um milhão e 500 mil portugueses que dissemos não a esta lei. Mas se a nós juntarmos mais um por nascer por cada voto nosso, teremos seguramente mais de três milhões de portugueses”, afirmou Isilda Pegado, em nome dos movimentos do “não”.
A causa do "não" à IVG é uma causa legítima. Acontece que, no passado dia 11 de Fevereiro, perdeu. Mas os seus representantes não perderam apenas o referendo; perderam de certeza o sentido do ridículo. Será que Isilda Pegado consegue perceber o alcance do que disse?
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Hugo Mendes
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sexta-feira, 9 de março de 2007
Sim até ao fim
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Cláudia Castelo
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quarta-feira, 7 de março de 2007
O dia que eu esperava

ADENDA:
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Cláudia Castelo
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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Abortar o silêncio
O meu silêncio em torno deste longo debate sobre o referendo do aborto prendeu-se, maioritariamente, com a total desaprovação do mesmo. Enquanto instrumento político o referendo parece-me ser uma ferramenta de desresponsabilização da Assembleia e do Governo, tal como, demonstrarei, uma forma de descrédito dos instrumentos do Estado e da voz da dita ‘sociedade civil’. Estas instituições estatais, sancionadas e legitimadas pelo voto popular, têm poderes legislativo e deliberativo. Mais ainda, são, por excelência, arenas de debate onde qualquer decisão é da responsabilidade dos membros as compõem. Deputados e membros do governo têm o dever de se informar, estudar, de formar opinião e deliberar sobre assuntos tão vastos como as finanças ou o sistema nacional de saúde. É para tal que são eleitos: para representar interesses e posições.
A convocação de um referendo é, por si própria, a negação desta função constitucionalmente definida. Não nego, de todo, que o referendo, enquanto figura, seja constitucional. O que afirmo é que o passar de voz ou poder decisório do quadro da Assembleia ou do Governo para a consulta eleitoral bipolar (sim/não) é uma forma de fugir à posterior responsabilização em matérias tão importantes como a liberalização do aborto ou a regionalização. Isto é, qualquer escolha legislativa ou política (no sentido de policy) deve ser elaborada num quadro racional de avaliação das vantagens e desvantagens associadas à decisão. Para que tal seja possível é necessário estudar as matérias em profundidade e provavelmente desenvolver investigação que permita criar cenários realistas sobre as consequências da alteração da lei ou da política. A capacidade de estudar ou mobilizar recursos para tal não massificada na sociedade e nem todas as vozes são relevantes quando é necessário decidir políticas cruciais para o futuro de um país – faz sentido referendar a política nacional de combate à sida? O que é que me interessa a mim que um padre de Bragança esteja contra a introdução da distribuição gratuita de preservativos por ser contra os mandamentos da Igreja? Não é uma questão bipolar entre o sim ou o não.
Por outro lado, o referendo enfraquece o Estado e os mecanismos democráticos de eleição pois massifica e desvaloriza o valor destas acções. Ir às urnas de 4 em 4 anos (ou de 5 em 5) é um bem valioso, construído como um direito a utilizar. Ir todos os anos votar em qualquer coisa faz o comum dos mortais perder a paciência e construir o voto como algo sem valor. Quanto ao descrédito da voz ouvida: os resultados de abstinência dos 3 referendos até hoje realizados nunca conseguiram conferir a legitimidade e vínculo à opinião expressa pelos eleitores (sempre uma minoria, é certo). Quer isto dizer que se descarta a sua opinião ou que o assunto em causa não tem relevo na agenda política nacional? E que posição mais ambígua e bizarra é a que agora chegámos de ter um referendo não válido (ou vinculativo) mas considera-lo válido porque o Primeiro Ministro é dessa opinião? Porque não decidiu ele de imediato alterar a lei sem gastar recursos financeiros e políticos? (É certo que havia uma história anterior de referendo mas ou se tem coragem – e recursos políticos – ou então anda-se a brincar). É importante referendar ou não? 
Quanto à discussão propriamente do resultado, também eu não alinho na celebração de um Portugal moderno. É certo que o sim ‘ganhou’ mas e então? O que quer isto dizer? Como é este resultado se vai traduzir legislativamente e praticamente no corpo da mulher? Temo, infelizmente, que vamos ter uma lei de classe média para a classe média. Se bem me recordo um dos paus de bandeira da campanha pelo sim baseava-se no facto de que o actual sistema hipócrita permitia apenas mulheres com recursos ir a Espanha, França, Suíça ou Reino Unido fazer ‘turismo abortivo’. As outras encontravam as suas aborteiras em vãos de escada sem qualquer controlo de qualidade médica ou técnica. Antevejo uma lei que perpetue esta situação. Uma lei que no fundo liberaliza a prática de clínicas privadas no país mas e que principalmente e essencialmente descarta a obrigação do Estado de oferecer este ‘serviço’ à mulher. Isto é, uma lei que permite a mulher da classe média não ter que ir além fronteiras mas que obriga as outras a recorrer a técnicas já antigas e anti-modernas de fazer abortos em vão de escada.
No fundo, este referendo foi uma grande jogada de Sócrates: o estigma de liderar um país onde as mulheres são criminalizadas por controlar o seu corpo desaparece. Os rendimentos fiscais auferidos com a prática de abortos privados aumenta. Contudo a situação mantém-se em grande medida a mesma. 
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Macaco Zarolho
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Portugal moderno? Poi 'tá clare! (como diria o meu avô)
Ó meu caro Renato,
Não estou nada de acordo contigo, mas mesmo nada.
Então andou o pessoal a envolver-se nesta causa de alma e coração, ganha claramente, com quase 20 pontos de diferença, com mais de um milhão de votos ganhos à abstenção e a gente não vai valorizar isso?
O que é que mudou? Em termos práticos, e se a lei for aplicada, muda radicalmente o contexto em que a IVG se passa a fazer. As consequências são enormes em termos de saúde pública para uma quantidade enorme de mulheres e raparigas portuguesas.
As mudanças também são enormes em termos simbólicos: quer porque a anterior lei impunha uma visão moral e repressiva do aborto e porque a nova vai deixar de fazê-lo, quer porque, como se viu pela argumentação que o NÃO usou sempre, a penalização do aborto baseava-se estruturalmente numa menorização da autonomia das mulheres.
Basta pensar no que teria acontecido se o NÃO ganhasse para termos uma noção do que mudou: a questão do aborto arrastar-se-ia indefinidamente e a sensação de impotência de todos os que viam aqui a grande oportunidade para finalmente mudar a lei tornar-se-ia quase insuportável (o "é desta que eu emigro" que se ouve tanto por aí corria sérios riscos de passar ao acto).
Mudou que o referendo abriu a porta de várias mudanças importantes. Não importa, agora, com que atraso elas chegam, desde que sejam mudanças. O que este resultado pode trazer de bom está muito em aberto (inclusive, como mostra
este post do Hugo, em termos da aplicação efectiva da lei). Mas, tanto quanto nós podemos imaginar a mudança a partir do nosso presente, o que mudou é que o referendo abriu uma porta fundamental que estava fechada. E também foi, na prática, uma demonstração de cidadania muito forte do lado do SIM (contra quem? Contra, por exemplo, as redes de influência dessa enorme sociedade civil que é a Igreja católica em Portugal).
A mudança não é uma coisa que a gente controle muito (sobretudo se a virmos no horizonte de classes sociais dominantes. Se o nosso padrão for apenas esse, ficamos completamente paralisados...). Somos muito maus juízes da mudança, a maior parte das vezes só a vemos quando ela já se deu. Mas quando tomamos consciência dela como agora e ela nos abre novas portas, caramba, aí não há que enganar. Com o mundo como anda, já não é nada pouco...
Portanto, maximizemos, maximizemos o mais possível a vitória...
(há este post do Miguel Vale de Almeida que explica bem a importância simbólica do referendo).
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andre
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Agradecimento público






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Zèd
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Portugal moderno?
Acho que devemos cingir-nos aos dados. Estes resultados foram muitos bons! A diferença de quase 20% até foi uma surpresa. Mas, atenção, o NÃO alcançou mais de 40%. O SIM tinha por detrás 3 partidos, enquanto o NÃO apenas 1. Em termos de mobilização o NÃO dinamizou muitos mais movimentos cívicos. Apesar de tudo, o NÃO alcançou um dos seus objectivos: o referendo não é vinculativo, os que não votaram ultrapassaram em número aqueles que quiseram expressar a sua opinião. A abstenção foi superior à verificada no referendo sobre a regionalização realizado em 1998.
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Renato Carmo
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
Questões fracturantes
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Zèd
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A liberdade está a passar por aqui!
Hoje, finalmente, o SIM ganhou o referendo em Portugal, com 59,25% dos votos expressos.Obrigada a todos os eleitores portugueses que votaram SIM à despenalização da interrupção voluntária da gravidez, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado. Terá agora início um processo irreversível para pôr fim ao aborto clandestino e reconhecer às mulheres o direito de optarem por uma maternidade desejada, consciente e responsável, sem coações nem humilhações.
Obrigada a todos os que se envolveram directamente na Campanha pelo SIM, mostrando que vale a pena participar activamente na construção de uma sociedade mais plural, justa e solidária.
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Cláudia Castelo
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domingo, 11 de fevereiro de 2007
Pequeno exercício de aritmética
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Zèd
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
À espera de Domingo...
A bem da verdade, acho que isto não são favas contadas, podem dizer-me que as últimas sondagens não-sei-o-quê-e-tal, e mais a abstenção e coiso, mas eu já ouvi essa cantiga. O melhor mesmo, mas mesmo-mesmo melhor, é ir lá domingo e dizer que SIM. Imagem do Margens de Erro.
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Zèd
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A alface tem vida!
A alface tem vida! Esta é uma Verdade. Fez-se luz, ao imaginar aqueles campos repletos de verde-alface, com seres vibrantes, inocentes, sem consciência e que tanto têm a dar ao nosso ecossistema.É com repugnância que hoje olho para uma salada mista. Perturba-me pensar na quantidade de vitimas inocentes e de assassinos inconscientes que, impunemente, cerceiam estas vidas em benefício de interesses egoistas e prazeres irreflectidos. Procuremos juntos desenvolver políticas de apoio a todas as espécies de vida hortícula que, apesar de não racionais, são uma criação do Senhor e como tal são sagradas. Pagar com os nossos impostos para subsidiar Agricultores sanguinários? Não, há vias mais nobres!
Há alternativas!Contra a imoralidade, a insanidade dos tempos modernos, proponho a todos que coloquem uma alface à janela, junto com uma vela. Em alternativa podem comprar porta-chaves com miniaturas de alface e distribuir pelos amigos. Juntos conseguiremos um mundo melhor. Porque uma vida nunca é demais. Ainda vais a tempo de salvar muitas vidas...
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Renato Carmo
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12:44
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Peões transferidos para outro tabuleiro...
Pois é, hoje é dia dos peões se transferirem de armas e bagagens para outro tabuleiro (enfim, há quem diga que é o mesmo tabuleiro só que tridimensional).
Hoje, ao fim da tarde, todos os caminhos vão dar aqui:
org. MÉDICOS PELA ESCOLHA
6.ª, 9 de Fevº, 19h, LISBOA - Estufa Fria de Lisboa
A campanha oficial já está prestes a terminar, e exige uma iniciativa final com muitas pessoas, para demonstrar a força do SIM!
Onde fica e como chegar?
A Estufa Fria de Lx situa-se no Parque Eduardo VII, junto à rotunda do Marquês de Pombal.
Metro Parque [linha azul] Saída: Parque Eduardo VII Av Fontes Pereira de Melo Av. António Augusto de Aguiar Av Sidónio Paes
Metro Maquês de Pombal [linhas amarela azul] Saída: Av. António Augusto de Aguiar Parque Eduardo VII Praça Marquês de Pombal Rua Braamcamp
Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo SIM, R. Duque de Palmela, n.º 2, 3.º, 1250-098 Lx., tel. 213556021; tlm. 962546007
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Daniel Melo
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