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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Colóquio Internacional 100 anos de Jorge Amado

Arrancou hoje o maior encontro em terras lusas dedicado ao grande escritor de língua portuguesa Jorge Amado.
Tem como subtítulo «O Escritor, Portugal e o Neorrealismo» e decorre em várias cidades e instituições do país (ver detalhes no programa).
Segue-se este a um outro encontro realizado no Brasil, o «Colóquio Internacional 100 anos de Jorge Amado: História, Literatura e Cultura», onde participaram alguns dos presentes oradores.
Outras iniciativas de tributo a Amado podem ser conhecidas em post do Lusografias.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Os contos dos irmãos Grimm fazem 200 anos!

As evocações desta efeméride são muitas.
Eis duas: a radiodifusão de estórias suas na TSF e o simpósio internacional «The Grimm Brothers Today», que arrancou hoje na FCSH, em Lisboa.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Identidades, hibridismos e tropicalismos: leituras pós-coloniais de Gilberto Freyre


10 h - Conferência de abertura de Peter Burke (Univ. Cambridge) - "Gilberto Freyre and Postcolonial Theory: a dialogue of the deaf?".



Entrada livre e gratuita.

terça-feira, 15 de março de 2011

Para a história dos conflitos sociais no século XX (agenda)

Congresso Internacional

(Lisboa, FCSH-UNL, 16-20/III)

Entre nós e as palavras: a filosofia contra o consenso

Colóquio Internacional Jacques Rancière (Lisboa, FCSH-UNL, 15-16/III)

PERIPHERIE.SYLVAIN GEORGE JACQUES RANCIERE .1 por soukaz

Extra: Interview Jacques Rancière, por Jean Birnbaum.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Debatendo a construção da cidade

Em boa hora surge este Colóquio Políticas de Habitação e Construção Informal (14/I, ISCTE-IUL, aud.º B203, Edifício II).

O referido evento inclui ainda a exibição de documentários na Casa da Achada (vd. o programa).

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Colóquio Internacional de Homenagem a Maria Ioannis Baganha


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Pensando o elo complexo das identidades colectivas, para além da espuma dos dias

Para mais informações é favor ver o programa do evento.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O lugar do social na economia

O mercado constitui uma “caixa negra” que condensa inúmeras realidades e transformações que estão longe de ser, exclusivamente, de cariz económico ou financeiro. É inquestionável que a economia é estruturada socialmente e que a compreensão dos fenómenos económicos não pode encontrar-se, apenas, em mecanismos automáticos de funcionamento autónomo do mercado. A importância que lhes é conferida encontra em justificações de teor político-ideológico que frisam o funcionamento autónomo do mercado, ignorando os agentes individuais e institucionais que o estruturam. Acrescendo alguma complexidade a este debate, não pode ser negligenciada a acção do que tem vindo a ser designado por sociedade civil. Colocar o debate neste domínio leva-nos, deste modo, a acrescentar ao par mercado-Estado, a sociedade civil, questionando-nos sobre o que significa e se esta abarca todo o conjunto de entidades que, por exclusão, não são integráveis, nem no Estado, nem no mercado.
O Seminário tem como objectivo discutir a constituição social da economia, propondo as seguintes três questões para reflexão: O que pode a sociedade fazer pelo Estado e pela economia? Instituições e sociedade civil: que relações? Que política para as políticas públicas?


Programa aqui
Organização: Luísa Veloso e Renato Miguel do Carmo (CIES-IUL)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Sustento condigno para todos

Esta é uma das ideias fortes da palestra de hoje de Peter Spink, que veio ao ISEG falar de «Trabalho, informalidade e cidadania» (em seminário do CESA), num dia marcado pela jornada europeia a favor de emprego condigno e direitos sociais para todos. Feliz coincidência.
O autor, investigador na Fundação Getúlio Vargas, acha que os conceitos de trabalho formal e informal já não são suficientes para descrever aquilo que preocupa mais as pessoas, ou seja, fazer pela vida, «se virar», buscar sustento, livelihood, na expressão inglesa. Ainda assim antipatiza com sustainable livelihood: «sustento sustentável» não será demasiado rebarbativo? E porque hão-de ser os pobres a ter que se preocupar com o ambiente quando os outros nada fazem?
Entretanto, buscando na net, deparei com 2 estudos de Spink: um chamado Parcerias e alianças com organizações não-estatais (2001, com livre acesso ao texto na ligação supra); e outro com Camarotti, sobre Parcerias e pobreza: soluções locais na implementação de políticas sociais, (2000), estudos que podem interessar a muitos leitores.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

3º Encontro de Escritores Moçambicanos na Diáspora

terça-feira, 6 de julho de 2010

Colóquio internacional sobre Paul Ricoeur começa amanhã

O nome original deste encontro internacional é Reading Ricoeur Once Again: Hermeneutics and Practical Philosophy / Relire Ricoeur à notre tour: herméneutique et philosophie pratique, uma vez que as línguas de trabalho serão o inglês e o francês.

Pretende ser uma homenagem àquele que é, segundo os organizadores, «uma das figuras mais importantes da filosofia contemporânea». Serão apresentadas mais de 100 comunicações sobre o seu contributo para a Ética, a Filosofia Social e Política e a Hermenêutica . Entre os oradores contam-se alguns dos maiores especialistas mundiais da obra de Ricoeur, como Axel Honneth (Johann-Wolfgang von Goethe Universität), sucessor de Habermas na direcção do Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt e um dos filósofos mais influentes da actualidade, Richard Kearney (Boston College), divulgador da filosofia contemporânea europeia nos EUA, bem como diversos membros do Fonds Ricoeur (Paris).

Decorrerá até sábado, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (torre B, piso 1, aud.º 1). A organização cabe ao Centro de História da Cultura da FCSH-UNL e ao grupo Linguagem, Interpretação e Filosofia da Universidade de Coimbra.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Ferreira de Castro e a emigração, ontem como hoje

Começou hoje o Colóquio Internacional Ferreira de Castro e a Emigração, em Lisboa, que reúne especialistas de diferentes áreas para uma reflexão conjunta sobre a obra do escritor Ferreira de Castro relativa à emigração no Brasil e possíveis pontes com a actualidade.

Nele participam estudiosos como Antônio Dimas, Maria Eva Braz Letízia, Bernard Emery, Eugénio Lisboa, Miguel Real, Artur Anselmo, Luís Crespo de Andrade e Maria Beatriz Rocha-Trindade.

A iniciativa, que decorre até 4.ª feira no Auditório 1 da FCSH-UNL, é organizada pelo Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa, em colaboração com o  Centro de Estudos Ferreira de Castro. O seu programa pode ser consultado aqui.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A vida cultural na Lisboa da I República, & etc.


A vida cultural na Lisboa da I República é o título do colóquio que se realiza a 7-8 deste mês nos paços do concelho de Lisboa (salão nobre) e onde participarão Raquel Henriques da Silva, Cecília Barreira, António Ventura, António Gomes, Daniel Pires, Tiago Baptista e Mário Vieira de Carvalho, entre outros.
No mesmo espaço, abriu anteontem a mostra «O jogo da política moderna!», com desenhos humorísticos e caricaturas da I República, encerrando a 23/IX (vd. +inf. aqui).

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Representações da República

Ao que tudo indica, também lá estarei...

sábado, 13 de março de 2010

Para os que diziam que só se deve falar de catástrofes uns tempos depois destas passarem (a propósito da Madeira, etc.)...

(Museu Nacional de História Natural de Lisboa, R. da Escola Politécnica, n.º 58, dia 17/III, às 16h).

domingo, 13 de dezembro de 2009

Nos 900 anos do nascimento do primeiro ilustre luso

Para os eventuais interessados, aqui fica a chamada de atenção e a disponibilização do acesso a mais informação, na hiperligação supra.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A economia social como alternativa sustentável

Por ocasião dos 10 anos do Le Monde diplomatique - edição portuguesa, aqui fica o lembrete para uma louvável dupla iniciativa em torno da economia social, a realizar em Lisboa, na próxima 5.ª feira, no CES-Lisboa (Picoas Plaza, 1.º andar).

> Lançamento do livro A economia social - uma alternativa ao capitalismo, de Thierry Jeantet, editado pela cooperativa Outro Modo (16h30)
> Colóquio Economia Social - Caminhos da Democracia na Economia (17h30), com as intervenções de Thierry Jeantet, Manuel Carvalho da Silva, Jorge Sá, Maria de Belém Roseira, Manuel Canaveira de Campos, Sílvia Ferreira, Ulisses Garrido e Sandra Monteiro.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Centenário de Vasco de Carvalho, resistente antifascista e cooperativista

O resistente antifascista e cooperativista Vasco de Carvalho vai ser homenageado amanhã num colóquio especial, em Lisboa, na passagem do centenário do seu nascimento.
Dada a relevância do seu contributo político e cívico, aproveito para reproduzir o programa e notas desse evento:
«Centenário de Vasco de Carvalho - destacado resistente antifascista
Colóquio com São José Almeida (jornalista), José Hipólito dos Santos, Eugénio Mota e Isabel Rebelo (antigos companheiros de Vasco de Carvalho) e Luís Carvalho (investigador e organizador)
Quinta-feira, 25 de Junho de 200918h30
Biblioteca Museu República e Resistência (Espaço Cidade Universitária)
Natural de Alcântara, Lisboa, filho e neto de revolucionários republicanos, Vasco de Carvalho foi obrigado a passar à clandestinidade em 1934, por ter denunciado o assassinato pela polícia do operário Manuel Vieira Tomé, da Marinha Grande.
Assumiu a liderança da Secção Portuguesa do Socorro Vermelho Internacional, entre 1936 e 1939, e depois do Partido Comunista Português, entre 1940 e 1942, até ser capturado pela PIDE. Esteve preso no Aljube, em Caxias e em Peniche.
Continuando a lutar contra a ditadura, apoiou as candidaturas de Norton de Matos e Humberto Delgado, esteve na direcção do Boletim Cooperativista, fundado por António Sérgio, e foi presidente do Ateneu Cooperativo/Fraternidade Operária de Lisboa, que seria encerrado pela PIDE em 1972.
Foi um dos autores do livro dirigido por António Sérgio, O cooperativismo: objectivos e modalidades.
Depois do 25 de Abril de 1974 foi presidente da Associação dos Inquilinos Lisbonenses. Vasco de Carvalho destacou-se igualmente a nível profissional, como engenheiro electrotécnico. Participou na criação do Instituto de Soldadura e Qualidade, foi dirigente da Associação Portuguesa de Manutenção Industrial e docente na Universidade Nova de Lisboa.
Quando estava preso em Peniche, Vasco de Carvalho foi expulso do PCP, sob a falsa acusação de ser um provocador ao serviço da PIDE. Esta calúnia perseguiu-o o resto da vida e só muito tardiamente foi reconhecida como erro grave.
Vasco de Carvalho faleceu aos 97 anos de idade fiel às suas convicções, assumindo-se até ao fim como um marxista-leninista anti-estalinista».
*
Neste texto há mais detalhes sobre o empenho cívico de Vasco de Carvalho.
Vd. tb. este texto de José Pacheco Pereira sobre Vasco de Carvalho, a reconstituição da história do PCP nos anos 40 e a reabilitação da memória dum homem empenhado civicamente.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Tributo a Urbano Tavares Rodrigues

É bem merecido o tributo que a Biblioteca-Museu República e Resistência presta a partir de hoje ao escritor e intelectual empenhado Urbano Tavares Rodrigues.

A homenagem inclui um colóquio (com Patrícia Reis, José Casanova e Mário de Carvalho, às 18h30), a estreia do documentário «Memória das Palavras. Urbano Tavares Rodrigues» (de António Castanheira, às 21h30) e a exposição «Escritaria em Penafiel 2008» (patente de hoje a 23/V e que é uma evocação do que foi esse evento singular de envolver uma cidade na divulgação dum escritor).

Biblioteca-Museu República e Resistência/ Espaço Cidade Universitária: Rua Alberto de Sousa, 10A (ao Rego, Lisboa).

Nb: a cinta vermelha na faixa superior da imagem é relativa às empresas que patrocinaram o tributo.