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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Twitter big brother

domingo, 11 de julho de 2010

Genial! Com o Mastigaston já pode comer à velocidade desejada!

Sabe como é doloroso morder as bochechas, quando come...
NÃO VOLTARÁ A MORDÊ-LAS!

Graças ao novo invento de Gaston Lagaffe...

O MASTIGASTON

- Afasta as bochechas graças a duas ventosas reguláveis em altura, que se adaptam a todos os maxilares.
- Basta mastigar quando as bochechas estão afastadas.

- Quatro velocidades sincronizadas: quando mais pressa tiver, mais depressa come! O ponto morto permite-lhe conversar com o seu vizinho de mesa...

- Funciona a 220 ou 110 vóltios (com um transformador vendido à parte).

- Apresentação luxuosa: madeira lacada manualmente, com três demãos. Não destoa nas mesas mais requintadas.

- Para viajar, para as férias e para o campismo, peça o modelo portátil. Funciona com 27 pilhas de 2,5 vóltios. Pode-se fazer duas refeições de duração normal sem trocar as pilhas!

Peça o folheto grátis do MASTIGASTON em todas as lojas de electrodomésticos!
Nb: se gostou, pode consultar aqui as outras invenções geniais de Gaston Lagaffe.

terça-feira, 2 de março de 2010

O ridículo também devia ser multado

Ouvi no noticiário de hoje e não queria acreditar. A partir de agora a PSP vai passar a multar os peões que não atravessem as ruas nas passadeiras do Portugal ordeiro, obediente e geométrico.
Para além do Código da Estrada estipular isso há anos e nada ter sucedido entretanto, não se percebe como as 52 mortes por atropelamento em 2009 podem ser tidas como o Rubicão da caça à multa a transeuntes menos convencionais. São 150 euros a desembolsar por quem vai apressado, incluindo as velhotas imprevidentes, que também têm direito ao seu ritmo e à sua rebeldia para com os ritmos alheios. Que dizer das velhotas que levantam a sua pensão nas estações de correios? Quando atravessarem caoticamente a rua dos CTT serão rigorosamente multadas e verão esvaziar-se o porta-moedas? É isso?
Nem sei bem o que é mais ridículo. Se a desproporção, se a falta de aposta em políticas preventivas e dissuassoras do uso de veículos.
Diz-se que o ridículo mata, mas se fosse apenas multado, não haveria polícia no Portugal ordeiro, obediente e geométrico que nos querem impingir.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Ser velho é tão confuso como ser novo

Ainda no outro dia estive a parodiar um filme de Hollywood. Pois bem, hoje é a vez de fazer o elogio dum deles, mas dum realizador doutro gabarito, Francis Ford Coppola. O filme em apreço é Peggy Sue casou-se, e 'é' um filme de ficção científica que pouco parece ter a ver com este género. Uma viagem no tempo em ambiente de comédia romântica. Aparentemente acaba em bem, isto é, happy end familiar (ou quase), mas o que tem mais interesse é justamente a novidade do argumento, os volte-faces, a fantasia, a subversão, a fuga à rotina, à previsibilidade e ao estereótipo...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Na era pré-télélé, ou quando nada parecia inverosímil

Estou agora a ver um filme antigo made in Hollywood, o 48 hours, e estou a divertir-me, pelo cómico voluntário... e pelo involuntário. O involuntário é o seguinte: o descuido habitual em filmes de acção, com ladrões a escapulir-se airosamente quando estavam debaixo das barbas da autoridade, e a reaparecer quando menos se espera... E, detalhe dos detalhes, um dos polícias protagonistas a telefonar para o outro, que está numa discoteca e atende de imediato o telefone... duma cabine telefónica...

Ó meuze amigoze! Então, o tipo tinha deixado um recado sem hora marcada, e estava logo ali à mão de semear, à espera da chamada num telefone de cabine telefónica em plena discoteca?!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

E, agora, algo realmente diferente, e bem extravagante

É o mínimo que se pode dizer deste video, ou melhor, da paciente e maníaca preparação que implicou. Parece que houve um momento em que pensaram desistir. Embora sendo um anúncio publicitário a um carro (talvez o Honda Accord não-sei-das-quantas), o que cai mal num momento de negociações sobre alterações climáticas, é-o muito vagamente e, sobretudo, é um grande momento artístico e lúdico. É conceptual, à anos 70, tipo rock progressivo. Bem melhor que as cascatas de peças de dominó, já muito batidas. Ora espreitai.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Aquilo que faltava para um Verão perfeito!

Continuando o post de domingo, há coisas inestimáveis em que por vezes reparamos demasiado tarde...
Sim, sim. Como naqueles momentos em que convidamos alguém especial para um jantar romântico em casa, queremos servir aquele vinho branco ou champagne eleitos mas descobrimos em cima da hora que a bebida não está fresca. Ganda azari, num é?
Agora, acabaram-se os contratempos! Chegaram as «mini-boules gelées», «las bolitas heladas», ou, mais prosaicamente, «as bolinhas de gelo»!! Estas simpáticas bolitas contendo água destilada têm um invólucro de plástico, arrefecendo a sua bebida sem deixar sair a água. Incrível, não é?
Tudo graças ao desvelo desta inestimável empresa. Mais sobre esta invenção inesquecível aqui.
Fantástico, Mike! Tchim-tchim!!