Mostrar mensagens com a etiqueta música electrónica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta música electrónica. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Uma descoberta fresca, do álbum English Riviera

Metronomy - The Look

Metronomy | Myspace Music Videos

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Fuck Buttons, um potente Gardenal musical

Andrew Hung e Benjamin John Power formam o dueto Fuck Buttons, banda inglesa cujo som minimalista da eletrônica noise se propaga no ar num simples girar de botões. São rajadas de sintetizadores gagos que reproduzem as mesmíssimas notas, repetidas à exaustão até que a coisa toda penetre o ciberespaço dos nossos ouvidos indefesos e acabe por se alojar em nossa medula como um invasor ET. E esta não é nenhuma crítica construtiva.

Pra quem gosta do gênero, os Fuck Buttons acabam de lançar o segundo álbum (do primeiro não tenho sequer a ideia do nome). Trata-se do “Tarot Sport”, um disco pra ser ouvido na face oculta da lua, acompanhado de uma dose cavalar de Fenobarbital (o popular Gardenal). No mínimo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Utopias futuristas

Esta noite inaugura-se a nova exposição de Miguel Soares, «3D Animations and Video Works1999-2005», na Culturgest, acompanhada por música electrónica dos Tra$h Converters (a entrada é livre). Estará patente até 4 de Janeiro de 2009. Após o Prémio BESPhoto e uma tournée por Madrid e outros locais, eis de volta o artista mais 'neo-futurista' e 'descontrucionista' do cantinho.
Aproveito para aqui reproduzir o texto de apresentação da mostra, pelo seu curador, Miguel Wandschneider:
"Desde o início da década de 1990 que o trabalho de Miguel Soares (Lisboa, 1970) revela um fascínio pelas utopias futuristas, as inovações tecnológicas e o universo iconográfico da ficção científica. Esse fascínio concretizou-se, numa fase inicial, através da apropriação e manipulação de imagens fotográficas preexistentes, assim como do recurso a referências e convenções do campo do design de equipamento, tomado primeiro como referente no plano da imagem fotográfica e depois transposto para a concepção formal das peças. Na segunda metade dessa década, parte significativa da actividade de Miguel Soares conduziu a esculturas e instalações, com forte carácter interactivo, que representam personagens, ambientes, situações e objectos pertencentes a hipotéticos mundos de ficção científica. É nesta fase que o artista começa a usar o vídeo como meio de projecção de imagens animadas, primeiro retiradas de jogos de computador e depois criadas em 3D a partir de elementos gráficos disponíveis na internet. O seu trabalho dos primeiros anos teve uma recepção crítica francamente positiva, mas é com as animações em três dimensões que atinge a maturidade. É justamente esta faceta do seu trabalho que esta exposição se propõe iluminar".