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segunda-feira, 28 de março de 2011

Com o acentuar da crise, a Europa começa a virar à esquerda

As expressivas vitórias eleitorais da esquerda em França (cantonais) e Alemanha (nos estados federais de Baden-Wuerttemberg e Norte da Renânia-Westfália) são um indício de que a Europa está a virar de agulha, depois da vaga de direita dos anos 2000.

No início da crise talvez se pensasse que era sol de pouca dura e, por isso, mais valia manter os mesmos do costume. Mas, com o agudizar da crise social, do desemprego, do recuo do Estado social e a manutenção das desigualdades de tratamento, os cidadãos europeus perceberam que o assunto era bem mais complicado e exigia outras opções que não o rame-rame costumeiro. Em concreto, no caso alemão, um cartão amarelo ao nuclear, ao eleitoralismo de  Merkel (sobre o nuclear e a abstenção na intervenção líbia) e sobre a falta de solidariedade europeia para com os parceiros da periferia.

É que a França e a Alemanha não são uns estados quaisquer, são países centrais da Europa, actualmente a conduzir os destinos da UE. O outro ponto importante é que se trata duma esquerda plural, coligada ou com acordos posteriores. Para meditação noutros países e por outros partidos.

Nb: na imagem, o líder dos verdes Kretschmann, vencedor no land de Baden-Wuerttemberg, com vitória histórica sobre 50 anos de consulado da CDU de Merkel.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Direita, volver! É duro, pá.

durão barroso

A Europa caminha de vento em popa rumo à direita. Como o previsto, Durão Barroso foi hoje reeleito pelo Parlamento Europeu para um segundo mandato de presidente da Comissão Europeia, com uma maioria absoluta de 382 votos a favor, 292 contra e 117 abstenções. Até aí tudo bem, pois é a informação menos importante. O que realmente me incomoda nisso tudo é o aval que o ex-premiê português recebeu dos socialistas Zapatero e Sócrates. E assim caminha a mediocridade.

terça-feira, 9 de junho de 2009

A extrema-direita no PE

el-nazismo Quem diria, hein? Pare-me que extrema-direita volta a assombrar. A Europa deste milênio não pode mais voltar ao seu passado recente. Quando se imaginava que a criação de um continente unido significaria a consolidação da rejeição total a valores como racismo e xenofobia, o que se viu nestas Europeias foi o avanço de muitos partidos ultranacionalistas e xenófobos, com expressivos resultados eleitorais.

Claro que este fenômeno não indica ainda uma iminente chegada ao poder de um nazi-fascista. Mas os atuais resultados sinalizam que algo está errado na UE, principalmente na Holanda, Itália e em outros países de menor peso político. E atribuir simplesmente este efeito ao "voto de protesto", como dizem muitos, é tão perigoso quanto as ações extremistas desses partidos, que têm como único objetivo abalar a já consolidada democracia europeia.

Apesar de números desencontrados entre várias fontes de informação (creio pela diferença entre dados parciais e oficiais), não deixa de ser assustador os representantes da extrema-direita eleitos para o Parlamento Europeu. Dos 736 eurodeputados, 34 são defensores ferrenhos da xenofobia, do anti-islamismo, do anti-judaísmo, da homofobia. Enfim, são contrários a tudo que signifique liberdade individual. Foram eleitos por 13 países e têm no ultra-nacionalismo e na intolerância suas únicas demandas de Políticas de Estado.

Tudo começou na quinta-feira quando o PVV (Partido pela Liberdade), do polêmico Geert Wilders, se tornou a segunda força política da Holanda (com 25 representantes), ao obter 17 por centos dos votos e eleger 4 deputados. Esta é a situação não demais países:

Na Itália (com 72 representantes), os neonazistas da Liga Norte (pertencente à coligação partidária de Berlusconi) se consolidaram no cenário político ao eleger 8 deputados (o dobro de 2004), com 9,5% dos votos.

Na França (72), a Frente Nacional, de Le Pen, apesar de ter perdido espaço (elegeu 7 deputados em 2004), conseguiu sobreviver e manter 3 deles em Estrasburgo.

No Reino Unido (72), o Partido Nacional Britânico conquistou o seu primeiro assento no Parlamento Europeu, após uma votação que chegou perto dos 8%.

Na Áustria (17), o Partido da Liberdade, liderado por Andreas Moltzer, foi o quarto mais votado no país com quase 14%. Fez 2 deputados.

Na Hungria (22), o partido nacionalista e populista elegeu 3 deputados. O Jobbik (Para uma Melhor Hungria) conquistou 14,77% e o terceiro lugar.

Na Grécia (22), o LAOS (Aliança Popular Ortodoxa), do líder Georgios Karatzaferis, é a primeira formação de extrema-direta a chegar ao Parlamento Grego, desde 1974. Na sua retórica nacionalista, Georgios destaca a Albânia, Macedônia, Turquia e a imigração como “inimigos” do povo grego. Fez 2 deputados com 7% dos votos.

Na Bélgica (22), o Vlaams Beleng (Interesse Flamengo), que é claramente separatista e luta pela independência da Flandes, chegou a 6% e se garantiu com 2 deputados (contra os 3 eleitos em 2004).

Na Romênia (33), os ultranacionalistas liderados por Vadim Tudor, do Partido da Grande Romênia, obtiveram 7,2% dos votos e elegeram 2.

Na Dinamarca (13), o DF (Partido Popular) chegou aos 13,5% com 2 deputados.

Destaco ainda o avanço da extrema-direita na Finlândia (13). A formação partidária nacionalista True Finns (Verdadeiros Finlandeses) avançou de 0,5%, em 2004, para perto dos 10% dos votos e 1 eurodeputado. O ATAKA (algo como União Nacional Ataque), partido ultranacionalista da Bulgária (17) manteve os seus 2 deputados com os 12% de votos. Na Eslováquia (13), o SNS (Partido Nacionalista Eslovaco), que defende a expulsão de todos os ciganos do país, também elegeu 1 deputado.

Fontes: Agencias de notícias (AFP, AP e BBC) e Euronews.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ainda a propósito das eleições europeias

Após uma análise mais panorâmica, onde realcei a persistência da direita na liderança do Parlamento europeu, a crise do PSE e a reconfiguração distinta ocorrida em Portugal, falta referir alguns detalhes relevantes.

Em 1.º lugar, há um aumento significativo da direita xenófoba (o grupo dos «não inscritos») e dos verdes, este à custa do GUE/ NGL (esquerda) e do PSE. Ou seja, a UE virou um pouco mais à direita e, à esquerda, reforçaram-se alternativas ditas «pós-materialistas», mas que serão mais do que isso, caso os partidos ecologistas representados tenham uma visão mais holística, o que a campanha de Daniel Cohn-Bendit prenuncia. A abstenção subiu ainda mais, perante a indiferença preocupante dos responsáveis da UE.

Em 2.º lugar, em Portugal, o partido vencedor (PSD) ficou aquém dum resultado fora-de-série, e, por isso, a direita coligada ainda não é maioritária (vd. resultados aqui). O PS é que deu um trambolhão histórico, averbando um dos piores resultados de sempre. É caso para muita reflexão num partido que se eclipsou para deixar brilhar a arrogância do rei-sol Sócrates. Mas as primeiras declarações pós-queda do rei-sol são mais do mesmo: manter o rumo, etc. e tal: assim foi com o Titanic. Os Jethro Tull têm um disco sobre o tema: chama-se «Thick as a brick» e recomenda-se.

Destaque-se ainda o peso dos restantes partidos (c.12%) e do voto em branco (quase 5%) e pode-se dizer que, para as próximas eleições legislativas, muito está ainda em jogo.

Outros aspectos a salientar, tomando de empréstimo a análise do João Miguel Almeida: «As eleições europeias tornam ainda mais distante a hipótese de uma nova maioria absoluta do PS e desvanecem de vez a miragem de um bloco central. Corremos o risco de ter um eleitorado à esquerda e um governo PSD/PP mais forte e mais de direita do que o de Santana Lopes e sem dar nenhuma vontade de rir». Resumindo, um mau prenúncio, contra dois bons efeitos.

Outra boa notícia foi a eleição do 3.º eurodeputado do BE, o independente Rui Tavares. É uma voz das novas gerações, com intervenção pública inovadora consolidada na blogosfera (Barnabé, 5 Dias, etc.) antes de dar o salto para a imprensa, o que deve ser elogiado num país onde os media mainstream persistem em fabricar um monopólio afunilado e enviezado para a direita, o da chamada «opinião publicada». Mas, sobretudo, pelo seu contributo para um debate de ideias mais aberto e argumentado (onde a agenda internacional sempre esteve bem presente, Europa incluída), não politiqueiro e não convencional, à margem dos humores e tiques monótonos das elites e do «Portugal sentado». Depois da polémica com o vereador independente Sá Fernandes, o BE sai por cima, mostrando que faz sentido abrir-se a independentes e novas figuras que aditem valor ao debate público, cívico e político, casos óbvios de Rui Tavares e Fernando Nobre (dirigente da AMI e mandatário dessa campanha).

Ademais, o contigente parlamentar português, no conjunto, parece-me mais habilitado. O próprio Vital Moreira, que fez uma campanha desastrada, tem condições para um contributo válido, ele que é perito em questões europeias e direito constitucional.

Quem duvida do afunilamento ideológico da «opinião publicada» em Portugal basta atentar no painel de comentadores da noite eleitoral nas tv's lusas, onde os de esquerda assumida eram um resquício. Aliás, se o critério fosse restritivo, só o humorista Ricardo Araújo Pereira entrara em estúdio, e, mesmo este, deslocado num contexto de análise de resultados eleitorais. O socratismo tem-se queixado de perseguição por alguns órgãos de comunicação social (TVI, Público, Sol), mas, a avaliar pela orientação prevalecente, quem realmente poderá alegar discriminação negativa são os partidos da esquerda assumida (BE e PCP) que, com quase 1/4 dos votos, quase não têm visibilidade. O mesmo é extensivo aos movimentos de esquerda, sindicais, etc., bem como ao terceiro sector e às agendas de teor cívico e social, desvalorizadas pelos media convencionais.

Este défice evidente de tratamento proporcional também agudiza a respectiva crise de audiências, o que deveria ser motivo de reflexão por parte desses media, caso queiram contribuir para uma democracia mais pluralista, claro.

IMAGEM DOMINICAL

logo BE Uma cor bonita e que se aviva.

domingo, 7 de junho de 2009

Manolo acertou nas Europeias, a direita mantém-se

É isso aí, Manolo Piriz acertou no vaticínio que fez aqui há umas semanas atrás: a direita voltou a ganhar as eleições europeias, infelizmente.

Para quem tem uma posição de esquerda, e embora não seja certo que o eleitorado europeu tenha votado sobretudo pela divisão esquerda/ direita, tudo indica que os resultados destas eleições abarcando um território com 375 milhões de habitantes, tenham sido algo decepcionantes. Durão Barroso lá se manterá à frente da Comissão Europeia, o que é mau para uma reforma progressista das estruturas da UE e da sua governação. Esse é o efeito negativo mais directo. Mas antes disso, o parlamento europeu continuará a ter como corrente liderante o PPE, que é o representante da direita/ centro-direita. Ou os eleitores europeus acharam que a culpa da crise económico-social não era das políticas que esses partidos preconizaram, ou acham que estão a tentar resolver os problemas do melhor modo. Ambas as opções são, porém, para reflexão séria. Quer dizer que os partidos socialistas europeus não são vistos na Europa como materializando uma escolha válida.

Os partidos de centro-direita que lideram nos principais países europeus mantiveram-se na frente (Alemanha, França, Itália, etc.), enquanto noutros países com governos de centro-esquerda, estes tiveram derrotas significativas: são o caso do Reino Unido, Espanha e Portugal.

Em Portugal, a coisa vai ser dura para o partido no governo, o PS, pois o centro-direita (PSD) conseguiu um resultado liderante forte, o socratismo foi muito penalizado e os anti-Bloco central (partidos de esquerda e direita: BE, PCP e CDS) obtiveram quase 1/3 dos votos.

O PS de Sócrates vai penar muito nos próximos meses: primeiro, porque a performance de Paulo Rangel arrebanhou uma dinâmica de vitória que coloca o PSD na pole position para as eleições legislativas a ocorrerem já daqui a 3 meses. Depois, porque essa dinâmica se reforçará nas locais de entremezes, pois os «laranjinhas» são campeões autárquicos.

A votação do BE e PCP é auspiciosa e reforça a ideia de que a esquerda pode ser uma alternativa de médio prazo (em aliança pós-eleitoral ou liderando mesmo), caso a esquerda do PS tenha a ousadia de se juntar numa coligação de verdadeira alternativa ao rotativismo sem saída que imperou nas últimas décadas em Portugal.

Oxalá também aí se consiga criar uma dinâmica de convergência capaz de ser uma opção de poder e governação, e já não só de oposição séria e combatente. Que supere as inevitáveis prudências de Alegre e da sua corrente da esquerda socialista, atendendo à campanha presidencial de esquerda para que trabalha desde o milhão e cem mil votantes que obteve nas presidenciais de 2005.

PS: para quem quiser ver resultados globais e por país vale a pena ir ao site do Euronews, onde um mapa permite fazer as várias pesquisas.

sábado, 6 de junho de 2009

O que Berlusconi faz com o seu pênis é problema dele e de quem se satisfaz com ele

berlusconi O primeiro-ministro italiano não é flor que se cheire e política e pessoalmente não tenho a menor simpatia por ele. Ao contrário. Tenho tudo contra. Entretanto, o que ele faz com o seu pênis (desde que não nós foda com ele) é problema exclusivamente dele e de suas parceiras de alcova, que aliás deveriam escolher melhor quem as penetra. Porém, gosto é gosto e não serei eu a criticar eventuais desvios sexuais de quem quer que seja. Digo desvios porque, valha-me Deus, ter qualquer tesão por um homem tipo Berlusconi é uma evidência incontestável de muito mau gosto e demonstração de profundo desrespeito com a respectiva genitália. É como jogá-la ao lixo, digamos. Agora, o que é condenável de fato é a exploração sensacionalista do El Pais sobre este fato. Mas, enfim, um jornal que se aliou ao asqueroso Aznar ao responsabilizar sumariamente o grupo separatista basco ETA (longe de mim defender as suas ações terroristas - que fique claro) sem qualquer investigação prévia pelos atentados terroristas do 11-M não é lá muito sério.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Como se comunicar em castelhano (quase) erudito

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Extrema-direita avança na Holanda (atualizado)

As Europeias começaram. E muito mal, diga-se. Segundo as primeiras sondagens de boca de urna, o partido de extrema-direita de Geert Wilders (PVV - Partido pela Liberdade) se transformou na segunda maior força política nas Erupeias da Holanda, com quase 15 por cento dos votos. O partido, que concorreu pela primeira vez às eleições ao Parlamento Europeu, supera assim o Partido Trabalhista (Pvda) e só tem pela frente os democratas-cristãos (CDA), do primeiro-ministro, Jan Peter Balkenende, que se mantêm como a principal legenda, com pouco mais de 20 por cento. Na Legislativas de 2006 foi o quinto partido mais votado, com apenas 6 por cento dos votos e fez 9 deputados em 150.

Em número de cadeiras, o PVV obteria 4 das 25 determinadas a Holanda , enquanto o CDA (Apelo Cristão-Democrático) ficaria com 5 e Pvda com com 4. As demais forças ficariam assim: 3 para os liberais do VVD (Popular por Liberdade e Democracia/Liberal da Holanda) e para a esquerda do D66 (Democratas 66); e 2 para os Groen Links (Esquerda Verde), os socialistas e os cristãos do CU (União Cristã). Detalhe: a abstenção chegou a quase 60 por cento. Mais.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Prestamos consultadoria ao seu voto: contacte-nos já!

Está com dúvidas ou não sabe mesmo em que partido votar nas próximas eleições europeias? Acha que são demasiados partidos, e que só deviam figurar o Benfica e o Belenenses? Queria votar num partido doutro país e não o deixam?
Agora, acabaram as arrelias! Chegou a Consultadoria Peão ao seu voto!! É simples, é de borla e vai ver que ficará surpreendid@. Só tem que responder a este questionário e o seu posicionamento político ser-lhe-á automaticamente fornecido.
E, prontos. Já está.

domingo, 24 de maio de 2009

Hostias... Qué coño de idioma es éste, macho?

IMAGEM DOMINICAL (1)



quinta-feira, 21 de maio de 2009

"¡Qué hijos de puta! ¿no?"

Foi assim que a deputada e porta-voz de defesa no Congresso espanhol do PP, Beatriz Rodríguez Salmones, qualificou os socialistas ao responder à veiculação deste vídeo, onde o PSOE em campanha para as Europeias ataca a postura conservadora: contra os imigrantes e homossexuais, e a favor da pena de morte. Bem, além de tudo isso, a direita também é bem má educada. Note que a refinada expressão da nobre senhora deputada espanhola (“Qué hijos de puta! No?”) foi pronunciada logo depois que os repórteres retiram os microfones.

sábado, 2 de maio de 2009

Qué puta madre, Zapatero!

zapateroe durao Quem te viu e que te vê, hein!?, José Luis Rodríguez Zapatero? Depois de se compor com a direita espanhola pra governar o País Basco ele se junta à direita européia para reconduzir Durão Barroso à presidência da Comissão Eropeia. É duro. Mais aqui e aqui.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Eleições Europeias: as “caras novas” de Silvio Berlusconi

1240391091254candidatas_645 Silvio Berlusconi poderá apresentar como candidatas às próximas Eleições Europeias algumas excitantes (não no sentido político da palavra) beldades televisivas, entre modelos, atrizes e participantes de programas de TV. Preocupado com o desempenho político das candidatas, o PM italiano até promoveu um curso de formação política onde mais de 30 aspirantes a parlamentares receberam informação sobre as ações do governo italiano, organizações internacionais como o FMI, o BCE e a Nato. Como possíveis candidatas constam Barbara Mattera (no centro da foto), dançarina nos programas dos canais de televisão de propriedade do dito cujo, Angela Sozio (à esquerda), ex-participante da edição italiana do Big Brother, e a atriz Eleonora Gaggioli (à direita). “Quero caras novas, para renovar a imagem do PDL na Itália e na Europa”, disse Il Cavalieri. Mais

terça-feira, 7 de abril de 2009

Europeias 2009: este homem sabe para onde vai


cartoon de GoRRo (c) 2009

sexta-feira, 20 de março de 2009

Eleições europeias a 7 de Junho

Por cá serão nesta data, decidiu ontem o PR, nos restantes países serão entre 4 e 7 desse mês. Há quem diga que se avizinha uma abstenção maciça, dado coincidirem com um fim-de-semana prolongado. Como ainda não olhei para o calendário, não me pronuncio.

Quanto às eleições autárquicas e legislativas, o PR Cavaco Silva ainda nada disse. Como anda à velocidade do triciclo, lá mais para o Verão se saberá...