O livro em questão é Representações da portugalidade, resulta dum colóquio realizado em 2010 e será lançado em Lisboa já amanhã, na Livraria Bucholz, às 18h30. A apresentação cabe ao jornalista Paulo Pena.terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Um livro oportuno, em tempo de egoísmos nacionais
O livro em questão é Representações da portugalidade, resulta dum colóquio realizado em 2010 e será lançado em Lisboa já amanhã, na Livraria Bucholz, às 18h30. A apresentação cabe ao jornalista Paulo Pena.
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Daniel Melo
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Não habia nexexidade, ou shim?
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Um bistrot especial em terras de Bocage
Houve um tempo em que as livrarias eram apenas uns botecos mais nas urbes em que crescemos. Em quantidade reduzida.
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
O mundo do livro no Portugal salazarista
Mais informações sobre esta iniciativa no blogue da livraria Culsete.
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
A ascensão duma editora portuguesa
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
E, agora, sobre um Planeta que há muito se salvou
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Um homem dividido vale por dois
De repente, o grande escritor «maldito» Luiz Pacheco voltou a estar na berlinda. Ainda bem, pois merece-o.Associando-se ao trabalho de levantamento sistemático da produção escrita e gráfica de Pacheco pelo alfarrabista Luís Gomes (da Livraria Artes e Letras) e pela sua editora (Publicações D. Quixote), a Biblioteca Nacional de Portugal co-organizou a exposição «Contraponto: 1 homem dividido vale por 2» (até 27/II/2010 na Galeria da BNP) e co-editou o respectivo duplo catálogo, que «procura reunir a dupla faceta de autor e editor». Os catálogos intitulam-se Luiz Pacheco - 1 homem dividido vale por 2 e Contraponto- bibliografia.
A Contraponto a que aludem foi uma editora por si fundada em 1950, e onde foram divulgados grandes escritores portugueses e estrangeiros, sobretudo «de vanguarda».
Entretanto, em recente leilão, a BNP havia já comprado parte do espólio do artista, incluindo diversos textos seus (literários, recensões críticas a livros, provas tipográficas de Crítica de Circunstância), entrevistas e correspondência trocada com intelectuais e artistas.
Mais informações no site Luiz Pacheco - Portal oficial não-oficial, idealizado por João Tito. Textos do Peão sobre Luiz Pacheco: I e II.
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Comunismo e nacionalismo em Portugal
O historiador José Neves lança amanhã o livro Comunismo e nacionalismo em Portugal, na liv.ª Pó dos Livros (19h). Com o subtítulo Política, cultura e história no século XX, esta obra é a versão adaptada da sua tese de doutoramento e será apresentada por António Borges Coelho, João Leal e Carlos Maurício. A editora tinta-da-china continua a reforçar a sua colecção de bons ensaios em ciências sociais, sem receio de arriscar em novos autores e obras de fôlego, o que é de felicitar.
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domingo, 24 de agosto de 2008
A magnífica aventura do Reino de Redonda
Para quem acha piada às peculiares relações entre cultura, mercado e media, vale a pena ler este texto de Javier Marías (El País-«Babelia»).Além de escritor prestigiado, Marías é também editor da singular Reino de Redonda. É sobre essa experiência que se debruça, abordando tópicos interessantes. Fala de como os media mainstream dedicam obsessivamente as suas folhas (e só prestam atenção) aos best sellers (com a excepção do «Babelia», onde escreve, hélas… mas é um dos melhores suplementos literários existentes). Desespera por constatar que até um Prémio literário com um jurado internacional de notáveis é esmagado pela mesma assimétrica atenção mediática. Em jeito de desafio, revela dados sobre as vendas dos livros do seu catálogo, assunto tabu para a maioria dos restantes editores. Etc..
É um olhar de ironia picante, com muito humor. Deixo-vos aqui em baixo um cheirinho. O resto pode ler-se aqui ou no blogue dele, que segue aí no cartaz.
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
Uma questão de dinamismo
Acossada que ando por «Modelos CAF» (o A significa assessment, o resto conseguem imaginar), foi com sentimentos de solidariedade que li a entrevista de Manuel Alberto Valente, antigo editor da Asa, agora «engolida» pela Leya (Público de 18 de Abril).
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Anónimo
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