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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Ajudar quem diz que precisa, mêmo, é?

sábado, 22 de maio de 2010

Pac-Man, 30 anos: brinde fantástico, só para verdadeiros fãs!

Basta ir ao Google e iniciar jogo numa caixa que diz «Inserir moeda», por debaixo do logo comemorativo desta consola única...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Desenvolver a mente através do jogo


Chamam-se "jogos de tabuleiro" e estimulam processos mentais equivalentes aos da prática matemática. Por isso ajudam as crianças a usar a cabeça com prazer. Quem disse que uma boa actividade intelectual tem de ser chata?


Assim começa o apelativo texto «Jogar com a cabeça», de Rita Pimenta. Como o acesso ao resto é só para subscritores, deixo aqui as referências dos jogos e links de livre acesso. Além de lista de livros com truques de magia e outras maravilhas!

1) jogo do semáforo (um jogo do galo maiorzito...)
2) lobisomens d'Aldeia Velha (para quem gosta de cluedos e afins)
3) jogo real de UR, da Babilónia (o mais antigo)
4) cartas (é isso mesmo, o velho baralho de cartas...)
5) surakarta, da ilha de Java
6) shakes up (da família do tangram, com tabuleiro, ampulheta e peças coloridas)
7) traverse (versão práfrentex do jogo das damas)

Leituras: Os matemágicos (de Jorge Nuno Silva e filhos, Apenas Livros, 3€); Jogos velhos, regras novas (João Pedro Neto, Clássica Editora, 13,50€).

sábado, 8 de dezembro de 2007

O regresso de Supersocas!!!

Ele está de volta, amiguinhos!!
Supersocas regressa para salvar a Europa e África... Ou será, antes, para salvar o mundo da Europa e de África? Ou para salvar África da Europa?
Veja tudo aqui e ajude o nosso herói na luta contra os mauzões deste e doutros mundos (o blogosférico, por ex.).
Simplesmente imperdível!!!
V
PS: deixem também a petizada ajudar nesta luta final!

quarta-feira, 7 de março de 2007

Mudar de jogo

Para que o nosso jogo não seja sempre o xadrez, proponho uma nova modalidade: cada peão diz, numa frase, uma situação, prática social ou experiência de vida de que se lembre e que traduza a desigualdade entre géneros. Conto com todos os peões. Eu começo.
Na minha infância, pelos anos 70, entre as pessoas que conhecia, apenas a minha madrinha sabia conduzir, mas só conduzia quando estava sozinha comigo. Quando estávamos com o meu padrinho, nem se punha a hipótese de ser ela a dirigir o carocha verde (e eles eram benfiquistas).