«Combate ao bullying a nível internacional é centrado na escola»
segunda-feira, 22 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
ONG's assumem novo compromisso de vigilância crítica
O recente suicídio duma criança de 12 anos no rio Tua, por agressão continuada de colegas de escola (bullying), foi o detonador duma inédita acção de solidariedade e crítica por parte dum conjunto de ong's portuguesas. Mais detalhes na carta aberta dirigida a várias entidades públicas, «Morreu para evitar agressão de colegas», subscrita pela Amnistia Internacional Portugal, AMI- Assistência Médica Internacional, Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Margens- Associação para a Intervenção em Exclusão Social e Comportamento Desviante e OIKOS- Cooperação e Desenvolvimento.
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Daniel Melo
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
E façam o favor de serem felizes
Já está nas lojas uma antologia do Raul Solnado em 3 cd's, numa edição de luxo, noticiou o último telejornal de hoje da RTP2.
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Daniel Melo
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segunda-feira, 28 de maio de 2007
Um plano Rehn-Meidner para o 1º ciclo do ensino básico
Mais escolas primárias vão ser fechadas no início do próximo ano lectivo. A onda de protestos já começou, centrada por agora na dúvida em torno do número final de estabelecimentos em causa. Mas agora que escrevi o post anterior a partir do modelo/plano Rehn-Meidner, vale a pena mostrar o improvável paralelismo entre os dois processos.
Uma das características do modelo/plano Rehn-Meidner era o, como escrevi lá átras, aumentar o salários mais baixos - acima do que o mercado ditaria - e evitar a subida dos salários dos trabalhadores mais qualificados (wage restraint of the well paid = wage solidarity), mas com a condição de aumentar a produtividade das empresas. Como? Obrigando-as a racionalizar os métodos de produção ou fechando-as. Os trabalhadores seriam então retreinados (daí a importância das políticas de mercado de trabalho activas) e integrados em empresas mais produtivas. Note-se: a política não era o proteccionismo da mediocridade - baseava-se precisamente no esforço para eliminar a mediocridade.
Ora, o Ministério da Educação não pretende nada de particularmente diferente: apenas acabar com as más escolas (tal como como Rehn e Meidner pretendiam acabar com as empresas improdutivas). As escolas que ficam serão de nível superior e puxarão os mínimos na qualidade dos processos de ensino e da aprendizagem para cima - os mesmos mínimos (escolares, económicos, culturais) que são tão baixos num país como o nosso.
A justificação filosófica, essa, é Rawlsiana, e segue a regra do maximin (abreviatura de maximum minimorum), que tem como objectivo, na definição de políticas públicas, a maximização do bem-estar ou da utilidade dos que estão na pior situação.
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Hugo Mendes
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sexta-feira, 18 de maio de 2007
As escolas de Lisboa
Este programa deveria contemplar, pelo menos, duas valências. Uma direccionada para as escolas instaladas em edifícios que são propriedade da Câmara. E outra que passaria pelo apoio financeiro das obras aos senhorios particulares dos prédios que albergam, principalmente, escolas privadas. Aliás, estes últimos deveriam ser compelidos a cumprir o programa. Caso contrário, teriam de sofrer as consequências que, em meu entender, poderiam ir até à expropriação. Um município que trata mal as suas escolas, não é um município digno. E Lisboa merece ser uma cidade digna.
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Renato Carmo
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