Em boa hora surge este Colóquio Políticas de Habitação e Construção Informal (14/I, ISCTE-IUL, aud.º B203, Edifício II).
O referido evento inclui ainda a exibição de documentários na Casa da Achada (vd. o programa).
Em boa hora surge este Colóquio Políticas de Habitação e Construção Informal (14/I, ISCTE-IUL, aud.º B203, Edifício II).
O referido evento inclui ainda a exibição de documentários na Casa da Achada (vd. o programa).
Posted by
Daniel Melo
at
00:01
0
comments
Labels: agenda cultural, cidadania, cidades, colóquio, democracia participativa, democratização, política de habitação, sustentabilidade
Posted by
Daniel Melo
at
00:32
2
comments
Labels: cidades, Lisboa, qualidade de vida
Com o objetivo do promover o uso da bicicleta em vez do automóvel, um grupo de 200 mulheres romenas promoveu no último sábado um passeio ciclístico pelas ruas de Bucareste. Até tudo bem não fosse um pequeno detalhe: todas as ciclistas estavam de saias. O evento chama-se “Skirt Bike”, e portanto o uso de saia foi quesito obrigatório. Tai um ideia que deveria ser copiada. É sexy, charmosa, elegante e fundamentalmente ecológica. Fonte
O excelente documentário As operações SAAL (2007), de João Dias, está em exibição no Cinemacity Classic Alvalade (ex-cinema Alvalade, Lx) até ao próximo dia 27 (sessões às 19h15 e 21h45).Tal como referi aqui aquando da sua exibição na Fábrica Braço de Prata, o SAAL (Serviços Ambulatórios de Apoio Local) foi uma estrutura estatal criada a seguir à revolução de 1974 para auxiliar logisticamente e financeiramente o processo de auto-construção de novas casas por comunidades interessadas em mudar os seus péssimos núcleos habitacionais. Rapidamente se estendeu por grande parte do país urbano: Porto, Coimbra, Lisboa, Montijo, Setúbal, várias cidades do Algarve, etc.. Além das próprias populações e suas associações representativas, este projecto envolveu arquitectos e outros técnicos destacados pelo Estado central.
Sobre o tema, já Cunha Telles tinha realizado Os índios da Meia-Praia, (1976), incidindo numa comunidade piscatória de Faro, a autoconstrução colectiva de moradias para si próprios e a criação duma cooperativa. Apesar de 31 anos separar os dois documentários, eles acabam por se complementar, o primeiro numa toada mais impressiva, imediata e política, o segundo já com uma maior carga reflexiva e 'técnica' sobre aquilo que foi uma experiência pioneira nas políticas públicas a nível internacional. Dada a tendência para os documentários em torno da arquitectura e do urbanismo serem à volta dos grandes 'arquitectos-artistas', cabe elogiar a extensa recolha de depoimentos de pessoas comuns dessas comunidades, para além da meticulosa recolha documental e do bom equilíbrio entre diferentes fontes, mesmo entre os arquitectos envolvidos, revelando assim as diferentes perspectivas ideológicas que eles próprios tinham da sua missão. O filme dura 75 m. e pode-se ter uma ideia do mesmo neste trailer.
Agora que tem estado na ordem do dia a questão dos «bairros sociais críticos», eis uma boa oportunidade para se repensar essa questão dum modo mais abrangente, dentro do quadro que mais sentido faz: a da indispensabilidade de políticas sociais de habitação/ habitat/ urbanismo envolventes e não reduzidas à replicação de guetos e à securitização da questão social.
Nb: na imagem, reprodução de autocolante duma associação de moradores, com uma «palavra de ordem» corrente na época e mote de canção do Grupo de Accção Cultural, registada no álbum «Pois canté!!» (1976).
Posted by
Daniel Melo
at
14:53
0
comments
Labels: cidades, cinema documental, Cunha Telles, democracia participativa, João Dias, música de intervenção, política de habitação, política urbanística, revolução, SAAL, terceiro sector
No quadro da afirmação cosmopolita dos países e dum certo imaginário civilizacional humanista e universalista, as cidades lograram um lugar de destaque. Primeiro, impuseram-se como pólos económicos e financeiros. Depois, enquanto capitais culturais de referência: cidades como Paris, Londres e Nova Iorque foram consideradas centros de distintas fases da 'cultura ocidental'. Recentemente, tornaram-se nós de redes informacionais e comunicacionais. Nas conversas sobre vivências e viagens pessoais, é hoje corrente compararmos grandes cidades, valorizando-se normalmente a sua oferta cultural-artística, mas também certos espaços de vivência, os cafés e os jardins públicos, a gastronomia, o clima e ambiente, o relacionamento interpessoal, outros atractivos históricos, etc..
Posted by
Daniel Melo
at
00:58
0
comments
Labels: cidades, ciências sociais, debate, democracia, esquerda, Jordi Borja, movimentos sociais, política de desenvolvimento, política de habitação, política urbanística, Propostas por Lisboa
Jerusalém tem um Presidente da Câmara independente e laico. Numa cidade tão retalhada e com tantas barreiras, umas visíveis como a entrada para o Muro das Lamentações, da Mesquita e o interior do Santo Sepulcro, outras apenas perceptíveis, porque o ambiente dos bairros vai mesmo mudando dentro da muralhas, esta eleição parece o momento mais sensato e pacificador que o Médio Oriente transmite desde há algum tempo.
Posted by
Anónimo
at
23:08
0
comments
Ó Sofia,
Posted by
Sappo
at
20:28
0
comments
Labels: cidades, Lisboa, Marchas Populares, política cultural
No Ípsilon, de sexta-feira passada, vem um interessante artigo sobre cidades criativas, leia-se «atractivas, culturalmente significativas, capazes de integrar a diferença, tecnologicamente avançadas, criativas».
Posted by
Anónimo
at
23:35
0
comments
Labels: cidades, política cultural, política de desenvolvimento, Portugal
Na primeira vez, a cidade estava literalmente encerrada e coberta de barraquinhas – era Agosto, chovia, e festejava-se o feriado regional cheio de orgulho basco, o que fazia com que Bilbao se enchesse de palavras de ordem de «Morte a quase tudo» (excepto à monarquia; aparentemente os únicos que podem continuar vivos pertencem à família real) e que hectolitros de belíssima sidra fossem consumidos por «neos» da maioria de estilos de tribos urbanas surgidas nos anos 60 e 70. Tudo emoldurado por um tradicional fogo de artifício que se reflectia, igualmente, no rio e no Guggenheim.
Posted by
Anónimo
at
00:17
3
comments
Labels: Bilbao, cidades, Guggenheim, urbanismo
Voltei a Madrid a semana passada, após 7 anos de ausência, e gostei mais agora do que então. Talvez porque tenha visto uma Madrid mais intercultural. Não que ela não existisse antes, talvez me tenha passado ao lado.
Posted by
Daniel Melo
at
00:27
11
comments
Posted by
Renato Carmo
at
14:47
14
comments
Labels: cidades, desemprego qualificado, desenvolvimento, ensino superior, qualificações