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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Twitter big brother

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Como o preconceito ideológico anti-serviço público pode destruir o bem comum

«Passos Coelho e a Refer Telecom», por Carlos Cipriano

«"Por exemplo, é serviço público no âmbito da Refer ter uma empresa que trate de telecomunicações - há uma  Refer Telecom. Qual o serviço público aqui? E então porque é que os contribuintes têm de suportar os prejuízos?"

Estas declarações do candidato Pedro Passos Coelho numa entrevista ao Correio da Manhã (19/3/2011) não poderiam ser mais inoportunas. O candidato a primeiro-ministro foi dar como exemplo a única empresa estatal ferroviária que dá lucro (21 milhões de euros nos últimos cinco anos) e que em 2010 duplicou o seu capital social de 5 para 10 milhões de euros apenas por incorporação de reservas próprias e sem qualquer esforço do accionista Refer.

Além desta actividade de prestação de serviços, é esta empresa que assegura que centenas de comboios circulem diariamente com milhares de passageiros sem que haja acidentes [...], todos eles dependentes da fiabilidade dos sistemas de sinalização e telecomunicações».

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Cuidado com os prefixos telefónicos 707

É uma burla pelos fios a todos os contribuintes incautos e vem contada no site da Associação Portuguesa de Direito do Consumo.
Vale a pena ler, para evitar grossas despesas inesperadas.
É que também inclui contactos telefónicos de entidades públicas...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A ficção made in EUA como antecipação da mundividência mundial (ou Gramsci e Althusser reactualizados por Paulo Varela Gomes)

nos anos 1960 e 1970, já se sabia nessas redes comunicacionais, muito antes de se saber na realidade, que o comunismo era o Mal absoluto, os Estados Unidos o melhor país do mundo e o modo de vida americano o nec plus ultra.
De facto, estas redes não se limitam a reflectir a realidade: fazem-na acontecer, propõem um mundo.
Resta saber se Gramsci combina a 100% com Althusser (parece-me que o peso da conjuntura e do contingente é bem maior em Gramsci), e se a fixação na ficção não será excessivo num mundo onde em que os comportamentos de relevantes segmentos sociais se guiam pela crescente multiplicação e combinação entre diferentes media e tipos de mensagens: tlm, sms, twitter, internet, blogues, sites, redes sociais, e, claro, tv, cinema, rádio, video, músicas etc..
Isto para dizer que se recomenda a leitura da crónica «Exagero?», de Paulo Varela Gomes (Público, 20/III, p.3-P2).

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Farmácias de serviço: informação útil via télélé

Com este inovador sistema de informação das Farmácias Portuguesas já pode saber no seu telemóvel qual é a Farmácia de Serviço mais perto de si. De forma rápida e simples, terá acesso em poucos segundos à Farmácia de Serviço mais próxima.

Como funciona o serviço FARMÁCIAS DE SERVIÇO?
1. Envie um SMS para o número 68632 com o seguinte texto:
FARMÁCIA [espaço] [4 primeiros dígitos do CÓDIGO POSTAL]
Exemplo: Farmácia 1249
2. Recebe de imediato um SMS com os contactos da Farmácia de Serviço da sua localidade.
3. Memorize o número 68632 no seu telemóvel para futuras utilizações.
4. Divulgue este e-mail junto dos seus contactos.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Na era pré-télélé, ou quando nada parecia inverosímil

Estou agora a ver um filme antigo made in Hollywood, o 48 hours, e estou a divertir-me, pelo cómico voluntário... e pelo involuntário. O involuntário é o seguinte: o descuido habitual em filmes de acção, com ladrões a escapulir-se airosamente quando estavam debaixo das barbas da autoridade, e a reaparecer quando menos se espera... E, detalhe dos detalhes, um dos polícias protagonistas a telefonar para o outro, que está numa discoteca e atende de imediato o telefone... duma cabine telefónica...

Ó meuze amigoze! Então, o tipo tinha deixado um recado sem hora marcada, e estava logo ali à mão de semear, à espera da chamada num telefone de cabine telefónica em plena discoteca?!

sábado, 15 de agosto de 2009

Conversa de chacha, versão hi-tech

A verborreia na era tecnológica: últimos resultados (versão original aqui).

É tão chacha que a própria palavra do linguajar lusófono já foi canibalizada.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O choque tecnológico em perspectiva comparada: paga, Zé, e não bufes

É isso aí: quem vive em Portugal paga 20% mais para aceder à Internet do que na restante UE, e 15% mais pelas chamadas de telemóvel.

Estes dados, relativos a 2008, constam dum estudo divulgado pela Autoridade da Concorrência e é mais um dos grandes feitos do bombástico «choque tecnológico» da era socratista.

Crise? Qual crise! Regulação? Qual regulação, qual quê! O Zé pagante cá está para albardar a vontade ao dono.