Ainda no outro dia estive a parodiar um filme de Hollywood. Pois bem, hoje é a vez de fazer o elogio dum deles, mas dum realizador doutro gabarito, Francis Ford Coppola. O filme em apreço é Peggy Sue casou-se, e 'é' um filme de ficção científica que pouco parece ter a ver com este género. Uma viagem no tempo em ambiente de comédia romântica. Aparentemente acaba em bem, isto é, happy end familiar (ou quase), mas o que tem mais interesse é justamente a novidade do argumento, os volte-faces, a fantasia, a subversão, a fuga à rotina, à previsibilidade e ao estereótipo...domingo, 14 de fevereiro de 2010
Ser velho é tão confuso como ser novo
Ainda no outro dia estive a parodiar um filme de Hollywood. Pois bem, hoje é a vez de fazer o elogio dum deles, mas dum realizador doutro gabarito, Francis Ford Coppola. O filme em apreço é Peggy Sue casou-se, e 'é' um filme de ficção científica que pouco parece ter a ver com este género. Uma viagem no tempo em ambiente de comédia romântica. Aparentemente acaba em bem, isto é, happy end familiar (ou quase), mas o que tem mais interesse é justamente a novidade do argumento, os volte-faces, a fantasia, a subversão, a fuga à rotina, à previsibilidade e ao estereótipo...
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Daniel Melo
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Labels: amor, cinema americano, invenções fantásticas, tempo, vida
terça-feira, 3 de abril de 2007
"Troquei minha tese pelo tesão"...
"Mamãe, mas que fato importante,
eu me apaixonei pelo meu informante"..
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Daniel Melo
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22:16
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Labels: «O rock da linguísta antropológica», amor, Antropologia, humor, Música Brasileira, Zuleika e os Confirmados
quarta-feira, 28 de março de 2007
Posfácio c/osso
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Daniel Melo
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Labels: adágio, amor, Manuel da Silva Ramos, O sol da meia-noite, redistribuição
terça-feira, 27 de março de 2007
Marx on love
O post anterior do Daniel fez-me recordar saudosas linhas...
"Assume man to be man and his relationship to the world to be a human one: then you can exchange love only for love, trust for trust, etc. If you want to enjoy art, you must be an artistically cultivated person; if you want to exercise influence over other people, you must be a person with a stimulating and encouraging effect on other people. Every one of your relations to man and to nature must be a specific expression, corresponding to the object of your will, of your real individual life. If you love without evoking love in return — that is, if your loving as loving does not produce reciprocal love; if through a living expression of yourself as a loving person you do not make yourself a beloved one, then your love is impotent — a misfortune."
Karl Marx, Economic and Philosophical Manuscripts of 1844, "The Power of Money" (parágrafo final)
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Hugo Mendes
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Labels: amor, dinheiro, Karl Marx, Manuscritos Económico-Filosóficos
quinta-feira, 1 de março de 2007
E o défice da Segurança Social a subir
"O amor (para os Portugueses) devia ser reembolsado pela segurança social como os medicamentos mais prementes".
A frase é de Manuel da Silva Ramos, cujo "Sol da Meia Noite" foi lançado ontem na ZDB.
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Hugo Mendes
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14:57
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Labels: amor, défice, Manuel da Silva Ramos, segurança social

