«Maioria absoluta do PS travou entrada de Marine Le Pen no Parlamento francês», por Clara Barata
«Partido pró-austeridade venceu as eleições gregas», por Cláudia Sobral e Maria João Guimarães
domingo, 17 de junho de 2012
Nova ronda eleitoral: 2.ª volta dá maioria parlamentar ao PS francês e centrão grego ganha por uma unha negra
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Daniel Melo
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Labels: alternativa política, austeritarismo, Eleições França, Grécia
domingo, 10 de junho de 2012
Na Europa, há dois pesos e duas medidas
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Daniel Melo
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Labels: austeritarismo, Espanha
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Aonde leva o troikismo: 1 milhão de desempregados, a angústia como quotidiano
«Retrato: o desemprego tem rosto», blogue de Daniel Rocha
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Daniel Melo
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Reformado grego suicida-se defronte ao parlamento: tiraram-lhe tudo, o dinheiro, a esperança, a vida condigna; é isto que queremos legar?
«Suicídio em frente ao Parlamento abala a Grécia», por Isabel Gorjão Santos, com agências
«Greek man shoots himself over debts», por Helena Smith
Somos todos gregos, cada vez mais...
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Daniel Melo
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22:54
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Labels: austeritarismo, crise política, direitos humanos, esperança, Grécia, morte, suicídio
Lembram-se da frase «dizer a verdade»? Novamente quem paga é o mexilhão: onde está a justa redistribuição dos custos?
Anteontem diziam: os cortes nos subsídios de férias e Natal só vigorarão em 2012 e 2013.
Hoje dizem: «Função pública: Primeiro-ministro diz que subsídios de férias e Natal só serão repostos em 2015» (politiquês retorcido que significa que também vão retirar os subsídios salariais à função pública e aos reformados em 2014).
Que credibilidade tem um governo destes?
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Daniel Melo
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Labels: austeritarismo, crise económica, crise política, défice, demagogia, desigualdades construídas pelo Estado, governo, Pedro Passos Coelho
terça-feira, 3 de abril de 2012
Em nova missão sacrificial, Barroso reassume-se como primeiro-ministro de Portugal
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Daniel Melo
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22:11
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Labels: austeritarismo, desigualdades construídas pelo Estado, Durão Barroso, governo, salários, UE
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Novas do austeritarismo
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Daniel Melo
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Economia para totós
as recessões selvagens resultam sempre na queda da receita fiscal, atirando o orçamento para o "vermelho" e o custo dos bailouts aos bancos conduzem inevitavelmente ao aumento da dívida pública, o que resulta na perda de confiança nas economias. Por conseguinte, países como a Grécia, como Portugal, como a Inglaterra, o Japão, etc., encontram-se num ciclo vicioso, "a armadilha do défice" com baixo crescimento, com alto desemprego e com austeridade fiscal. Estas economias entraram em coma induzido em consequência das medidas profilácticas obrigatórias do triunvirato. Assim, a economia portuguesa irá ter um crescimento negativo de 2,5%, e só se verá a retoma económica ao fim de, pelo menos, uma década, ao contrário do que dizem os nossos governantes, afirmando que esta será já em 2013.A austeridade é uma política ideológica mascarada de política económica. Ela assenta no mito, inteiramente falso, de que a despesa pública é um desperdício e uma perda de riqueza sem retorno e que não conduz a qualquer recuperação económica. Todavia, o Mundo é muito mais complicado e os factos, indesmentíveis, são os seguintes: os países social e economicamente mais equilibrados e que mais rapidamente saíram das respectivas crises foram aqueles onde houve um forte estímulo económico público, dado que nas presentes circunstâncias mais ninguém o fará e são aqueles onde há maior despesa em políticas sociais e maior equidade na repartição da riqueza.
Domingos Ferreira, «Economia para totós», Público, 19/X/2011, p. 39.
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Daniel Melo
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