sexta-feira, 18 de março de 2011
Amartya Sen: o bom senso que falta aos decisores políticos
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Daniel Melo
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Última hora: criada a zona de exclusão aérea na Líbia, finalmente!
«Libya: UN security council backs no-fly zone and air strikes»
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Daniel Melo
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Nuclear - Não tiremos conclusões precipitadas
P.S. - Mais uma informação interessante da Wikileaks: até no Japão houve quem avisasse que as centrais nucleares não estavam preparadas para sismos supreriores a 7 na escala de Richter.
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Zèd
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quarta-feira, 16 de março de 2011
Republicanas & republicanos: 4 biografias numa só sessão
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Daniel Melo
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terça-feira, 15 de março de 2011
Para a história dos conflitos sociais no século XX (agenda)
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Daniel Melo
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Entre nós e as palavras: a filosofia contra o consenso
Colóquio Internacional Jacques Rancière (Lisboa, FCSH-UNL, 15-16/III)
Extra: Interview Jacques Rancière, por Jean Birnbaum.
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Daniel Melo
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Lições da fragilidade humana
Depois dos terramotos em Itália, Haiti e Chile, calhou agora a trágica sina ao Japão. Foi o 7.º pior sismo de sempre, seguido dum tsunami devastador.
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Daniel Melo
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Feminismos: balanço de 60 anos
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Precariedade e confusões
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João Miguel Almeida
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domingo, 13 de março de 2011
Da manif à contribuição com propostas concretas: uma boa via
O debate vai começar, no início, nas redes sociais, mas a ideia é sair da Internet e englobar muitas das pessoas de todas as gerações que compareceram ao protesto e cujo “capital de ideias, experiências laborais e políticas não pode ser desperdiçado”.
Na página já havia vários tópicos de discussão abertos. Num deles, empreendedorismo, lia-se que se aceitam propostas para a criação de pequenas e médias empresas, com vista à criação de novos postos de trabalho; em reforma das instituições políticas, sugere-se a ideia de dar a possibilidade a movimentos cívicos de concorrer a actos eleitorais.
Nb: imagem retirada daqui.
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Daniel Melo
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Filantropia ao alcance de todos
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Daniel Melo
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sábado, 12 de março de 2011
Gerações e privilégios
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João Miguel Almeida
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Por trabalho condigno, por uma sociedade decente
Os objectivos deste protesto não são, como os moralistas de serviço afirmam, o querer eternizar «privilégios» idênticos aos da geração passada (dos funcionários públicos, supõe-se).São apenas o justo desejo de acesso a um emprego e a luta por oportunidades mínimas de inserção social.Depois dos apelos cândidos à participação da juventude, depois de tanto serem acusados de indiferença e alienação, agora que os jovens querem dizer «presente!»tornam-se motivo de displicência ou de sermões moralistas da parte daqueles que, na mesma idade, queriam «o impossível».
Já não estamos perante uma «geração rasca», mas talvez perante o prenúncio de algo mais promissor. Algo que pode retomar (em novos moldes) aquilo que no Maio de 68 foi quebrado: a aliança entre a irreverência crítica da juventude estudantil e a revolta de uma força de trabalho precária, sem direitos e cansada de não ter voz.
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Daniel Melo
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23:23
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quinta-feira, 10 de março de 2011
Here we go again
o director do Instituto Português de Oncologia insinua [na revista da Ordem dos Médicos] que a homossexualidade acarreta doenças e desvios e que, portanto, estas pessoas não têm sequer direito à dignidade nos seus afectos.
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Daniel Melo
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23:32
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Mais uma revolução do Jasmin conseguida?
O rei Mohamed VI de Marrocos anunciou uma reforma constitucional (antes que os protestos ganhem maiores proporções).
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Zèd
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quarta-feira, 9 de março de 2011
Líbia: zona de exclusão aérea já!
Esta petição da ong Avaaz instando à criação duma zona de exclusão aérea na Líbia não podia ser mais oportuna:Enquanto os aviões do Kadafi bombardeiam o povo da Líbia, o Conselho de Segurança da ONU irá decidir nas próximas 48 horas se eles irão impor a zona de exclusão aérea para manter os aviões do Kadafi no chão.
Juntos nós já inundamos o Conselho de Segurança com mensagens, surpreendendo o escritório do Presidente e ajudando a conquistar sanções direcionadas ao regime da Líbia. Agora, para impedir um massacre, nós precisamos de um chamado massivo de 1 milhão de mensagens pela zona de exclusão aérea.
Se o Kadafi não poder usar os céus, ele irá perder uma arma chave nesta guerra em que os civis estão pagando o preço mais altof. Enquanto os seus helicópteros e aviões estiverem no ar, o número de mortes irá aumentar. Nós só temos 48 horas - vamos conseguir 1 milhão de mensagens para impedir os ataques mortais do Kadafi antes que seja tarde.
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Daniel Melo
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23:08
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UHF - Cavalos de Corrida
Ainda a propósito de música de intervenção, os UHF abriram novos caminhos (a galope), quando a democracia portuguesa ainda era jovem. É refrescante ver este video pós-ditadura e pós-período revolucionário e antes do Vicente Jorge Silva ter inventado a «geração rasca».
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João Miguel Almeida
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08:15
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Aos activistas de sofá, vamos lá tirar o pó às calças
Por ora, o protesto da Geração à Rasca no próximo sábado está já agendado para 16 cidades europeias: 10 portuguesas e 6 europeias da 'diáspora'. E mais de 46 mil já se comprometeram a participar, como indica a página facebook do movimento. Para uma sociedade dita comodista, não está nada mau! Mesmo com a «má imprensa» a multiplicar o seu ruído e comentadores encartados a lançar anátemas, a coisa avança. Para quem não acredita vd. aqui a série de desmentidos que a organização oportunamente emitiu.
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Daniel Melo
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terça-feira, 8 de março de 2011
Nós queremos que as pessoas acordem e não se resignem
Quem acha que os Homens da Luta não são música de intervenção tem que ouvir esta excelente entrevista ao vocalista e mentor Gel/ Nuno Duarte.Já agora, boa viagem à Alemanha e aproveitai para pregar uma valente partida à imperatriz Merkel! Seria ouro sobre azul.
Ah, e bom Carnaval para todos!
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Daniel Melo
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01:11
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Labels: democracia participativa, Homens da luta, música de intervenção
Ah, grande Obikwelu: quantos partilhariam assim os holofotes?
Parabéns também a Naide Gomes! Ver mais em: «Francis Obikwelu ainda vale ouro aos 32 anos», por Luís Lopes.
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Daniel Melo
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00:28
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Ainda mal apareceram e já começam a fazer estragos
Vale a pena pôr aqui a notícia toda, é pequena e esclarecedora, e sim, fazem bem em querer também falar, em 1968 era o estudante Alberto Martins (hoje ministro) que interrompia um ministro de Salazar na Universidade de Coimbra e sabemos como a liberdade de expressão e o pluralismo continuam a ser bens valiosos e insubstituíveis:Movimento Geração à Rasca interrompe discurso de Sócrates
Perto de uma dezena de jovens do movimento Geração à Rasca manifestou-se hoje em Viseu, quando o secretário-geral do PS, José Sócrates, discursava sobre a sua moção política ao congresso do partido.
José Sócrates apenas tinha tido tempo para fazer os agradecimentos quando os jovens, munidos de um megafone, começaram a dizer: “Chegou a hora de a geração à rasca falar, isto é pacífico, só queremos falar”.
Os jovens foram colocados na rua pela segurança, queixando-se de terem sido agredidos.
“Eu fiz questão de dizer que era pacífico, mas fomos corridos a empurrões e houve uma rapariga que levou um pontapé”, lamentou aos jornalistas Paulo Agante, do movimento, que agendou para sábado uma manifestação anti-Governo».
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Daniel Melo
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Quem tem vergonha de se saber a verdade sobre os falsos recibos verdes?
«PCP garante que censos vão esconder falsos recibos verdes», por Sofia Rodrigues
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Daniel Melo
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Pedido de «remake»
«Os homens da Luta» têm piada. A mais famosa canção dos Deolinda não está mal. Mas esta canção é que merecia um «remake».
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João Miguel Almeida
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domingo, 6 de março de 2011
«Contra a reacção», marchar na Eurovisão!
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Daniel Melo
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sábado, 5 de março de 2011
FCKH8 (Warning - you will be offended)
Há tempos estive para comentar a campanha contra a homofobia nas escolas e depois acabei por não o fazer. Achei interessante que a discussão tivesse rapidamente resvalado para a qualidade da campanha e o desperdício de fundos públicos. Enfim... Proponho que se traduza este vídeo delicioso e projecte nas paredes das cantinas de todas as escolas do país!
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Paula Tomé
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Pelo amor de Deus!
A British Humanist Society criou três posters a pedir às pessoas que não têm qualquer religião que, no censo que vai ser realizado este mês, se identifiquem claramente como tal. Os posters são completamente inofensivos, mas foram banidos das estações de comboio por, alegadamente, serem ofensivos... Há coisas que me deixam muito zangada...
A religião nas escolas não é opcional, as crianças estão constamente a ser bombardeadas com os costumes e hábitos da religião A, B ou C. Este ano, pela primeira vez, o símbolo da British Humanist Society foi acrescentado ao mural das religiões do mundo. Os meus filhos ficaram todos contentes e só na altura percebi como era complicado para eles o facto de, nesta casa, não se praticar religião alguma. Isto vai mal! Acho que está na hora de os humanistas se declararem ofendidos!
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Paula Tomé
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Batalha de Ras Lanuf: rebeldes avançam a leste
Embora com forças menos bem preparadas e equipadas, os rebeldes parecem estar a conseguir levar a sua avante: Ras Lanuf é a nova cidade libertada, sendo uma importante cidade portuária e refinadora.
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Daniel Melo
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Desfazendo mitos: o de Kadhafi «resistente» e o de «guerra civil»
«Robert Fisk: The historical narrative that lies beneath the Gaddafi rebellion» (The Independent)
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Daniel Melo
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09:04
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Líbia: uma libertação tirada a ferros, cidade a cidade, com muita persistência

«A batalha de Brega: "Estamos aqui a lutar pela liberdade"», pelo repórter no terreno Paulo Moura
quinta-feira, 3 de março de 2011
Who's next
Um interessante artigo no Le Monde, do Michel Cahen, sobre as diferenças entre os motins de Setembro passado em Moçambique e os processos revolucionários actuais no Maghreb.
« Os sujeitos de hoje (serão) os cidadãos de amanhã » ?
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Victor
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Jane Russell (1921-2011)
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Anónimo
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Suze Rotolo
Morreu Suze Rotolo, aqui na capa do álbum The Freewheelin' Bob Dylan. Namoraram quatro anos e inspirou algumas das mais famosas canções de Dylan. Na sua auto-biografia, A Freewheelin' Time, a autora diz "The new generation causing all the fuss was not driven by the market: we had something to say, not something to sell."
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Paula Tomé
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Citizen Murdoch, o manipulador global
Em 24 horas, quase metade da mídia britânica poderá ser comprada por um dos piores magnatas da mídia global. Rupert Murdoch explorou o seu vasto império midiático para forçar a guerra no Iraque, eleger George W Bush, espalhar ressentimento contra muçulmanos e imigrantes, alimentar o ceticismo climático e enfraquecer a democracia ao atacar impiedosamente políticos que não obedecem suas ordens.
O controle sobre a mídia britânica irá expandir massivamente a influência do Murdoch em enfraquecer esforços globais pela paz, direitos humanos e o meio ambiente. O Reino Unido está em pé de guerra sobre as aquisições do Murdoch e até o governo aliado ao Murdoch está dividido ao meio, mesmo há horas de terem que tomar uma decisão. A solidariedade global impulsionou os protestos pró-democracia no Egito - agora ela pode ajudar a Grã-Bretanha. Vamos gerar um chamado global urgente contra o Rupert Murdoch. Assine a petição para os líderes do Reino Unido.
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Daniel Melo
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O grande Stuart é hoje evocado por António Valdemar
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Daniel Melo
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Tanta tecnologia de ponta e depois dá nisto
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Daniel Melo
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
As revoluções do momento: Líbia, Barhein e Iémen
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Daniel Melo
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Labels: África, Arábia, Barack Obama, democratização, EUA, ONU, revolução, sindicalismo, UE
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
O regresso às grandes noites europeias
Foi com uma exibição categórica, do princípio ao fim, que o SL Benfica quebrou o enguiço de não ganhar na Alemanha. Um festival de bom futebol e a confirmação do regresso às grandes noites uefeiras.
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Daniel Melo
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Obama a surfar a onda da liberdade Árabe
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Zèd
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Ainda só se anuncia e já causa urticária
Porque será? Não andaram todos a falar duma canção dos Deolinda como porta-estandarte duma «geração» sacrificada? Então, agora não se queixem. Não venham dizer que o apelo está mal feito, que o anúncio é inaceitavelmente apolítico, como se só os políticos do estrado pudessem fazer jogo táctico. Honra ao Vicente Jorge Silva, pelo menos não o podem acusar de falta de frontalidade: «A liberdade paga-se com a precariedade». Depois do insulto gratuito sobre a «geração rasca», uma ode ao cinismo. Continuamos, portanto, num registo de vaudeville, que vai bem com a personagem e terá decerto o seu auditório gratificador.Detalhes do evento na página no facebook do Protesto da Geração À Rasca e em «Manifestação a 12 de Março. Adesão ao protesto da “geração à rasca” já ultrapassa as 20 mil pessoas».
PS: ressalvar que a CGTP organiza outra manif, uma semana depois.
Adenda: agora também há quem diga não gostar da letra dos Deolinda, mas com argumentos de taberna (a ler neste post irónico).
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Daniel Melo
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Foi você que disse ideologia?
O cartaz aqui ao lado foi censurado pelo Ministério da Educação, há uns dias atrás, supostamente por fazer parte duma campanha considerada «ideológica». Uuuuh. E isso morde? Ok, dêmos de barato que é: e daí? Não vale a pena combater a homofobia também na escola? Cartazes na escola só para o rame-rame interno?Ironicamente, o projecto foi patrocinado por outra entidade estatal, a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, como aqui se relata.
Parece que aquela ordem foi entretanto revogada, mas não encontrei confirmação.
PS: sugestão de leitura - «Blasfémia», de Andrea Peniche.
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Daniel Melo
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Labels: censura, direitos dos homossexuais, educação, homofobia, homossexualidade, sexualidade, terceiro sector
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Olha quem fala
«Futebolistas aparecem muito mas dizem pouco», por Hugo Daniel Sousa
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
Aprender a rezar na Era da Técnica
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João Miguel Almeida
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
A arábia a ferro e fogo
Militares do Bahrein dispararam contra centenas de pessoas na praça Pérola
Bahrain, Libya and Yemen try to crush protests with violence
Bahrain protest: 'The regime must fall'
Algeria braces itself for more protests demanding democracy
Giles Tremlett: Morocco protests test the regime's liberal guise
Interactive: see our Twitter network of Arab world protests
Oposição líbia diz que cidade no Leste “está nas mãos do povo”
Infografia: Há uma zona do mundo que está em revolução
Vídeo: Mais de 20 manifestantes mortos na Líbia
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Daniel Melo
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Labels: África, Arábia, democratização, revolta
O brincalhão-mor despede-se da sua perdição
«Maior colecção de brinquedos do mundo está à venda», por Cláudia Carvalho
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Daniel Melo
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Labels: brinquedos
Os de cima nunca têm plafonds
«Chumbadas limitações às remunerações de gestores públicos [pelo PS e PSD]»
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Daniel Melo
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Labels: elites, Ética, justiça social, política económica, redistribuição
Dos motins às revoluções
Mesa-redonda dos motins às revoluções
A partir dos mais diversos pontos, de Roma a Tunes, do Cairo a Oakland, de Londres a Beirute, de Buenos Aires a Atenas, de Maputo a Sana, um conjunto muito significativo de lutas, manifestações, greves, ocupações tem vindo a ter lugar. Um elemento comum, além da assinalável capacidade de mobilização, parece ser o facto de muitas destas acções assumirem, formal e substancialmente, o questionamento não só da ordem estabelecida, mas também do padrão normalizado da luta política legal e confinada aos limites do poder de Estado. Num contexto de crise do capitalismo global, a ordem pública é confrontada com uma desordem comum que toma as ruas como o seu espaço, resgatando palavras como «revolução», «revolta», «motim». O debate que propõe a UNIPOP passa por procurar identificar que outros pontos de contacto têm estes diversos focos de luta, bem como quais são os seus limites, e perceber em que medida é que um certo efeito de arrastamento pode ou não ter como consequência a constituição de uma resposta emancipadora à crise do capitalismo global, ou seja, que articulação têm estes movimentos com o paradigma da «revolução» e de que modo o reconfiguram.
participantes: Miguel Cardoso | Pedro Rita | José Soeiro | Manuel Loff | Paulo Granjo | Ricardo Noronha
Casa da Achada # sábado, 19 de fevereiro # 15h # entrada livre
organização UNIPOP e revista imprópria (ver localização aqui)
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Daniel Melo
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22:18
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Labels: capitalismo, democracia, emancipação, revolta, revolução
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Boas vindas ao PAN - Partido pelos animais e pela natureza
Primeiro porque é mesmo um partido e não um estafado movimento de cidadãos independentes, invariavelmente sem posição ideológica, mas que logo, logo, começam a aparecer nas lista de um qualquer partido. Depois, porque a cor da agenda dos Verdes é mais encarnada do que de outro tom.
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Anónimo
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17:49
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Ajude a recuperar a fortuna que Mubarak roubou
Caros amigos,o Mubarak pode ter roubado até $70 bilhões dos egípcios - um terço da renda do país! A recuperação desta fortuna irá depender de ações imediatas de governantes ao redor do mundo.
Não há tempo a perder, os governos precisam congelar as contas do Mubarak antes que o dinheiro desapareça em um labirinto de contas bancárias obscuras - como as fortunas roubadas por muitos outros ditadores. A Suíça já congelou suas finanças e alguns ministros da União Europeia ofereceram ajuda - mas sem um chamado global imediato, a reação poderá ser lenta demais para impedir que os bilhões do Mubarak sumam completamente.
Vamos convocar os líderes de todas as nações a garantir que o dinheiro do Egito seja devolvido ao povo. Se conseguirmos 500.000 assinaturas, a nossa petição será entregue aos ministros das finanças do G20 na reunião desta sexta-feira em Paris. Vamos assinar nossos nomes agora e divulgar a campanha!
Assinar a petição «Congele a fortuna que Mubarak roubou»
Milhões de egípcios vivem com menos de $2 por dia e os peritos dizem que a corrupção no Egito custa mais de $6 milhões em dinheiro público todo ano. A família Mubarak se beneficiou enormemente por uma rede de contratos de negócios, esquemas de privatização e investimentos garantidos pelo governo, ao longo dos 30 anos da presidência do Mubarak. Estimativas da sua riqueza vão de 'meros' $2-3 bilhões até $70 bilhões, o que faria Hosni Mubarak o homem mais rico do mundo. 25 oficiais sênior do governo já estão sob investigação por alavancar fortunas enquanto trabalhavam para o Mubarak.
Talvez este seja o fim da linha para governantes corruptos que escapam com fortunas intactas. A nova Convenção Contra a Corrupção da Nações Unidas, explicitamente pede que fundos adquiridos pela corrupção sejam devolvidos aos países de origem, e o governo militar do Egito já pediu para governos da União Europeia congelarem a fortuna do Mubarak. A pergunta chave no momento é se a reação será rápida o suficiente: nenhuma lei no mundo será capaz de ajudar se os bilhões do Mubarak forem espalhados e escondidos antes que as autoridades possam se apropriar deles.
As nossas vozes como cidadãos pode ajudar o povo do Egito a continuar tendo esperança na sua revolução. Participe do chamado para devolver as riquezas do Egito ao seu povo.
Milhões de egípcios arriscaram - e até mesmo deram - suas vidas pela democracia. Havia pouca coisa que pudéssemos fazer ao redor do mundo, além de enviar nossa esperança e solidariedade. Mas agora, nós devemos fazer o possível para restaurar a propriedade nacional roubada por uma ditadura que os nossos próprios governos toleraram por tanto tempo.
O povo do Egito está agora preparado para construir uma nova nação. Vamos garantir que eles recuperem os fundos que foram roubados, enquanto eles constroem um futuro que poucos ousaram sonhar.
Com esperança,
Ben, Alex, Ricken, Mia, Rewan, David e toda a equipe Avaaz.
Fontes:
>«Fortuna de Mubarak avaliada em 70 mil milhões de dólares»
>«Egito pede congelamento de bens de ex-dirigentes»
>«Mubarak desviou riqueza nos últimos dias no poder»
>«Londres investiga Mubarak mas não congela contas»
>«Em 30 anos, ditador obteve fortuna de US$ 70 bilhões»
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Daniel Melo
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23:32
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Liberdade a qualquer preço?
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Daniel Melo
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Um importante acordo para fortalecer a solidariedade europeia e para afastar pressão dos especuladores
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Labels: acordo, política económica, regulação, sistema financeiro (banca, UE
Gérard Castello-Lopes (1925-2011), o discípulo português de Cartier Bresson
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Daniel Melo
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Labels: Arte Contemporânea, cultura portuguesa contemporânea, fotografia, obituário
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Lisboa contada por Aquilino
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João Miguel Almeida
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
This is what hope looks like
A escritora Ahdaf Soueif acabou de ser entrevistada. Há três dias que aparece com a mesma roupa, está exausta, mas jubilante e já teve tempo de escrever mais uma pequena crónica sobre a festa da esperança no Cairo. Está aqui. Acrescento ainda que poucos minutos depois de se saber da notícia, a entrada sobre Mubarak na Wikipedia já tinha sido actualizada e dizia "Former president of Egypt".
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Paula Tomé
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O povo está na rua e não se vê caos nenhum, é simplesmente a festa da cidadania
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Os generais ou o caos
É assim que os opinion makers conservadores tugas estão a descrever a actual encruzilhada egípcia. Não sei se é papaguear dalguma cassete alheia (tipo Fox News), mas a coisa torna-se irritante, se tivermos em conta que 1) hoje é dia de festa para todos os amantes da liberdade e da democracia, 2) o dualismo não tem correspondência com nenhuma realidade histórica.Primeiro, louva-se o povo nas ruas, corajoso e legítimo; uma vez deposto o poder fora de moda, dá-se o salto no discurso: o poder não pode cair na rua, senão é o caos. Mas o que é a rua? Simples: é a sociedade civil que tanto confusão faz a ditadores, militares e... opinion makers conservadores!
É preciso dizer que a oposição egípcia foi a votos em 2009, ao fim de 29 anos de poder autárcico e que, apesar dos resultados terem sido distorcidos por Mubarak, essa oposição foi assim reconhecida politicamente pela própria ditadura. Depois, dizer que um dos líderes oposicionistas, El Baradei (com uma frase memorável no seu twitter: «Egypt today is a free and proud nation»), é justamente reconhecido como um dos grandes quadros saídos da ONU. E a Irmandade Muçulmana, movimento islâmico, foi tão moderado no apoio à insurreição popular que passou despercebida! Os jovens adultos foram um (não o único) dos grupos sociais mais dinâmicos, como sucede em muitas mudanças políticas, nem mais nem menos, e não é a hipótese de não estarem organizados que lhes retira legitimidade e impacto.
Portanto, a questão não é a sociedade civil, mas sim o que os militares farão. Não esquecer que foram eles que apoiaram esta ditadura durante 30 anos. Resta agora saber que papel estão dispostos a representar: imporão a sua solução governativa ou serão a instituição que assegurará a transição do poder para novas elites políticas legitimadas pelo povo? Através do voto, claro, antes de Setembro, de preferência. Em eleições limpas, participadas e justas.
Há um problema no meio disto, que é o futuro da relação com Israel e EUA, mas isso não está no cerne da urgência de mudança exigido pelo povo egípcio, a julgar pelos múltiplos indícios difundidos pelos media, incluindo os árabes. Que o cinismo não vingue: não se misturem as coisas.
Tudo o resto, «caos», «poder na rua», é conversa bota-de-elástico. E para bota-de-elástico basta o Mubarak. By the way, onde pára o cromo?
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Daniel Melo
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22:02
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Labels: caos, conservadorismo, democratização, Egipto, revolução
Hora H no Egipto
É já hoje a investida popular sobre o palácio presidencial e outros edifícios oficiais. Povo e exército estarão então num frente-a-frente decisivo e dramático. O que farão os militares? Repressão? Tolerância? Diálogo? A seguir com ansiedade, na estação da hora.Entretanto, Mubarak está já fora de jogo, resumindo, veio à tv pedir para que possa ser enterrado na sua terra. Até isso estava em perigo...
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Daniel Melo
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Reciclar rolhas para termos mais floresta, simples e útil
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Daniel Melo
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Labels: natureza, reciclagem, sustentabilidade
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Ainda de olhos no Cairo...
Na Praça Tahrir o povo egípcio esperou todo o dia. Mas Mubarak continuou a negar a soberania da vontade popular e fez um discurso inaceitável e profundamente decepcionante. Uma das jornalistas diz que o povo simplesmente não acredita no que acabou de ouvir. O mundo também não...
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Paula Tomé
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21:07
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O espírito do Egipto
Num artigo escrito para a BBC por Ahdaf Soueif, a escritora fala da festa teimosa da revolução egípcia e de como um povo cativo reencontra a sua voz na praça Tahrir. Está excelente e pode ser lido na íntegra aqui! Na foto, a autora fala à multidão.
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Paula Tomé
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Auto-retrato de Aquilino enquanto jovem
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João Miguel Almeida
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Labels: Aquilino Ribeiro, literatura portuguesa
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
مظاهرة بميدان التحرير: حسني اتجنن...حسني اتجنن
Tenho um carinho muito grande pela cidade do Cairo onde passei uns dias excelentes, mas também pela cultura árabe em geral. Nas muitas festas a que em tempos fui havia sempre este momento que mais ou menos durava a noite inteira em que um grupo de homens dançava e improvisava letras ao som duns tamborzitos. É absolutamente contagiante e inesquecível. Este curtíssimo vídeo é uma boa amostra... Ao segundo 15 eles dizem "Condoleeza! Condoleeza! Go and get Mubarak a VISA!"
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Paula Tomé
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21:39
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Tudo é uma prenda!
Vi recentemente um programa na BBC 4 sobre este senhora de 106 anos chamada Alice Sommer Hertz. Já tinha ouvido falar dela, mas nunca a tinha ouvido falar, foi inspirador e comovente. Hoje recebi de prenda o livro sobre a vida dela "A Garden of Eden in Hell" que vou pôr em cima da pilha de livros para ler que já vem do século passado. "A vida é maravilhosa, o amor é maravilhoso, a natureza e a música são maravilhosas. Tudo é uma prenda." Votos atrasados de um bom ano a todos!
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Paula Tomé
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Para que se evitem os erros de há 100 anos (embora a coisa vá na direcção inversa, é sempre melhor preseverar)
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Daniel Melo
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Labels: agenda cultural, bibliotecas, Cultura, História, leitura, livros, política cultural, República
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Iémen, a revolução que se segue
Enquanto na Tunísia a mudança alastra e no Egipto um poder cego lança as suas milícias contra o povo nas ruas, a revolta popular tornou-se irreversível no Iémen.
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Daniel Melo
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Labels: Dia da África, Egipto, Iémen, liberdade, manifestação, povo, revolução
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Gente comum - uma história na PIDE
O livro Gente comum - uma história na PIDE, que é lançado amanhã, é o resultado duma longa entrevista da ex-militante do MRPP e actual magistrada Aurora Rodrigues a Paula Godinho e António Monteiro Cardoso, também responsáveis pela respectiva introdução. Para mais informações sobre o lançamento é favor clicar na imagem.
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Daniel Melo
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23:23
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Labels: agenda cultural, esquerda, livros, repressão política, resistência, tortura
domingo, 30 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O efeito dominó
Quem diria, apenas há umas semanas atrás, que a revolução tunisina iria contagiar toda a arábia? Ainda por cima, feita pelo povo, contra ditaduras que se eternizavam. Com coragem e dignidade. Com e pela internet e a Al-Jazira. Com e pela rua. Por direitos básicos, incluindo a paz e sem transições amnésicas.
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Daniel Melo
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22:44
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Onde se devia cortar despesa
«Ajustes directos custaram 3,8 mil milhões de euros em 2010», por Luísa Pinto
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Daniel Melo
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Labels: desperdício
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Olha, os juros da dívida estão a subir
PS: a minha pergunta era irónica, mas a realidade pode não o ser - os mercados são pouco dados a figuras de estilo. Ver aqui a notícia do El País sobre a vitória de Cavaco Silva. Uma citação: «El político equilibrado, comedido e institucional desapareció de un plumazo para dar paso a un orador resentido que descalificó a todos sus adversarios, sin excepción, en un tono tremendamente agresivo.»
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João Miguel Almeida
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11:19
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Labels: Cavaco Silva, economia
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Não nos esqueceremos, sr. presidente
«Serei um referencial de confiança, estabilidade e solidariedade» (Cavaco Silva dixit, 23/I/2011)
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Daniel Melo
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Labels: citações, confiança, Política, Presidente, Solidariedade
domingo, 23 de janeiro de 2011
Do horror
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João Miguel Almeida
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Labels: eleições portuguesas, Stig Dagerman
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Dos homens e dos deuses
Nas montanhas da Argélia, um profundo discernimento, um tempo de reflexão conjunta, mostra-nos o filme Dos homens e dos deuses. Uma comunidade de monges que ameaçada por um grupo terrorista, encontra na urgência de uma decisão, partir ou ficar, tempo para pensar, para resolver em conjunto; que ao descontrolo da violência responde com a serenidade possível, assumindo a um tempo toda a impotência humana e a recusa de uma interacção baseada em relações de poder. E numa situação «sem escolha», aqueles homens abrem espaço para uma alternativa.Filme inspirador bem para lá das montanhas da Argélia, num tempo das decisões apressadas, da urgência das escolhas e, sobretudo, na crença do afunilamento da capacidade de escolha. Há sempre outro caminho.
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Anónimo
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Labels: cinema, Dos homens e dos deuses
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Muda o disco e toca o mesmo
Uma peculiar relação com a despesa pública: vós poupais, eu gasto, a imprensa amocha, a coisa passará incólume.As ligações perigosas de Cavaco: um esclarecimento definitivo, se ainda fosse preciso, sobre a particular fixação de um político não-político numa coisa distante chamada BPN, e que se declina em compra-vende, 140% e vivenda BPN.
A ideologia de Cavaco: o lugar da mulher na vida pública é... na cozinha, e, vá lá, no larzito, a cuidar da prole numerosa...
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Daniel Melo
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Labels: Cavaco Silva, citações, eleições portuguesas
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Cultura popular, ontem e hoje: o livro e a entrevista
O livro em apreço é A cultura popular no Estado Novo, editado pela Angelus Novus e que integra a colecção Biblioteca Mínima de História, dirigida por Rui Bebiano.
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Daniel Melo
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