segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O caso da Loja Mozart49: queremos mesmo transparência?

Tipo, pegar no caso da semana passada para acabar com o clientelismo?
Se sim, então exija-se transparência máxima nos critérios, processos, concursos e avaliações que envolvam o Estado.
Acabe-se com os círculos viciosos, como a dependência das câmaras das licenças de construção, as excepções que se tornam regra (ajustes directos como modo de vida em Lisboa, as famosas «derrapagens orçamentais», etc.), as más negociações para o Estado (as PPP) e/ou cidadãos (BPP, BPN, TDT), a paralização do Estado pelos interesses partidários, a mercantilização da saúde e o esquecimento das farmácias sociais...
Mas se a ideia é avançar também nas 'identificações', então que seja para todos, membros da Maçonaria, do Opus Dei, e, não esquecer, das associações político-partidárias e das suas jotinhas. É aí que se concentra o grosso dos interesses.