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quarta-feira, 2 de março de 2011

Citizen Murdoch, o manipulador global

Em 24 horas, quase metade da mídia britânica poderá ser comprada por um dos piores magnatas da mídia global. 
Rupert Murdoch explorou o seu vasto império midiático para forçar a guerra no Iraque, eleger George W Bush, espalhar ressentimento contra muçulmanos e imigrantes, alimentar o ceticismo climático e enfraquecer a democracia ao atacar impiedosamente políticos que não obedecem suas ordens. 
O controle sobre a mídia britânica irá expandir massivamente a influência do Murdoch em enfraquecer esforços globais pela paz, direitos humanos e o meio ambiente. O Reino Unido está em pé de guerra sobre as aquisições do Murdoch e até o governo aliado ao Murdoch está dividido ao meio, mesmo há horas de terem que tomar uma decisão. A solidariedade global impulsionou os protestos pró-democracia no Egito - agora ela pode ajudar a Grã-Bretanha. Vamos gerar um chamado global urgente contra o Rupert Murdoch. Assine a petição para os líderes do Reino Unido.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Se for mais do que propaganda, será bem útil

«Governo lança Agenda Digital com 2,5 mil milhões de euros», por Maria Lopes

Depois do choque tecnológico, eis o plano tecnológico:

1) rede de banda larga de nova geração de acesso universal;

2) sistema simplificado de licenciamento comercial;

3) um tutor virtual da matemática;

4) um registo de saúde electrónico;

5) um cartão de transportes universal, o Portugal total.

Só falta mesmo uma boneca insuflável para cada português...

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Um Robin Hood muito lá de casa

por Tiago Ribeiro

domingo, 16 de maio de 2010

O cinema contra os silêncios políticos

Os filmes incómodos:
Draquila, l'Italia che trema, de Sabina Guzzanti [sobre a farsa da reconstrução da cidade L'Aquilla pós-terramoto e sua encenação para promoção de Berlusconi
Hors-la-loi, de Rachid Bouchareb [polémica sobre episódio da libertação argelina: o massacre de Setif]
O festival que os divulga: Cannes
Uma notícia relativa à perseguição ao segundo filme: «La polémique enfle autour du film "Hors-la-loi"»
Uma intervenção de cientistas sociais sobre as guerras da memória: «Le film "Hors-la-loi" de Rachid Bouchareb : les guerres de mémoires sont de retour»
Uma reportagem que destaca ambos os filmes: «A política meteu-se no cinema», por Vasco Câmara

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ainda sobre a mostra «Portugal nas trincheiras»: notas críticas

Há umas semanas atrás falei aqui da exposição «Portugal nas trincheiras: a I Guerra da República», alertando para o seu final eminente. Agora, aproveito para referir uma excelente recensão à mesma por Eduardo Cintra Torres. A crítica começa pela foto que encabeça a mostra, nada representativa por ser mera propaganda, ainda por cima mal conseguida: um solitário soldado na planície de guerra esforçando-se por mostrar contentamento (pela vitória militar). Depois refere-se ao facto da concepção seguir uma linha demasiado conservadora, omitindo a guerra entre alemães e portugueses em Angola e Moçambique, que redundaram em tantas mortes quanto na frente europeia. Na parte literária alude só a 3 escritores recorrentes (Jaime Cortesão, André Brun e Hernâni Cidade), olvidando Augusto Casimiro, António Granjo, Carlos Selvagem e António de Cértima.
Isto dito, a mostra tinha vários pontos de interesse, a começar pela encenação das trincheiras, os sons da guerra, a reconstituição da frente de batalha e a exibição contextualizada de muitos objectos e documentos de soldados e oficiais. Para quem quiser acompanhar os argumentos recomendo a leitura de «Propaganda, 1918» (Público, 7/V, p. 12-P2).
Nb: imagem retirada de Ilustração Portugueza, n.º 464, 11/I/1915 (via blogue Ilustração Portuguesa).

domingo, 9 de maio de 2010

Disse há 7 anos mas não o fez há 20, e dirige-se a Alegre qual frei Tomás

*
e o recado a Manuel Alegre, para confrontar com a pouco discreta investida anterior: «"Não devo interferir na governação", diz Cavaco Silva».


terça-feira, 23 de março de 2010

Santos no país das maravilhas

«Ministro garante que não vai haver aumento da carga fiscal»

sexta-feira, 19 de março de 2010

Até a OMS exorta Portugal a ter melhores estatísticas

«Portugal deve medir desigualdades na saúde, diz OMS»

quinta-feira, 4 de março de 2010

Revista do dia político

A costumeira guerra de n.ºs a propósito da greve nacional da função pública em Portugal: «Governo estima adesão à greve em 13 por cento, sindicatos em 80 por cento».

A vox populi sobre as pulsões controleiras do premiê português quanto ao espaço público: «Sondagem: Sócrates mentiu no Parlamento sobre negócio da TVI».

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Antes que seja tarde...

Aqui está uma boa nova - simples, eficiente e útil, sobretudo para quem perder o envelhecido e gordurento pedaço de papel; enfim, para todos nós, a partir do momento em que existir para todos e deixar de ser apenas anúncio de propaganda: «Boletim de saúde electrónico vai estar on-line ainda este ano».

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

É impressão minha ou o minº das Finanças está na tv há +1h para disfarçar o facto da líder da oposição ter dado em 1.ª mão os maus défices de 2009-10?

PS: Já na fase de perguntas e respostas do inusitado briefing, um jornalista pergunta porquê só agora a apresentação do orçamento para 2010.

Ao que o ministro responde, triunfante, sem pestanejar: «Ainda é dia 26 [23h56], portanto, ainda estamos dentro do prazo. Eu trabalho 24h por dia, se for preciso.».

Por mim, não é!! Poupem-nos ao folclore!

domingo, 29 de novembro de 2009

Um orçamento decorativo

Depois duma 1.ª edição apressada, sinuosa e sem prestação de contas, a edilidade lisboeta não só resolveu reincidir no erro como agravá-lo: o orçamento participativo deste ano contempla apenas uma proposta por munícipe inscrito e só foi divulgado 10 dias antes.

Ora, chapéu. Prossegui lá com a vossa campanha de marketing mas a mim já não me levam. Adeus.

domingo, 11 de outubro de 2009

Um adeus saudoso (e diferente!) à propaganda de campanha

Já que estamos em final de noite eleitoral, despedimo-nos com outro cartaz antológico, este do PSD-Almada. Neste caso, não tanto pelo cartaz em si, mas mais pela 'mensagem', o slogan: «A diferença de fazer diferente». Em Almada, a CDU também deu luta neste item, com um slogan que só vi em cartaz e, misteriosamente, não topei na Internet: «Confiança [...] e certeza mais» (faltam-me algumas palavras do meio, que não consegui reter).
Sobre o primeiro, pode ler-se aqui uma avaliação crítica construtiva e pedagógica: é verdade, ainda há quem se dê a esse trabalho, para bem da língua portuguesa. E quiçá, na esperança de evitar futuros acidentes rodoviários, pois ler estes cartazes na estrada distrai qualquer condutor...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Tão amáveis que eles ficam em tempo de eleições...

Ficam tão amáveis que até dão borlas. Depois dos frigoríficos, autocolantes e canetas, chegou a era da oferta de bilhetes de estacionamento em campanha eleitoral.

É verdade: hoje com o jornal Público, a empresa municipal de Lisboa responsável pelo parqueamento público, a EMEL, resolveu oferecer um bilhete de 1 hora de estacionamento. Vinha colado num folheto 'informativo' que, pela linguagem, deve ser feito para aprender português.

Estes bilhetes são uma espécie de raspadinha, onde se raspa a hora e dia pretendidos, colocando-se o dito cujo na parte dianteira do carro, para fiscalização.

Ora, o que nos diz o espantoso fraseado final do folheto: "Durante o período de tempo para o qual o Título é válido, o veículo pode estacionar em todas as zonas tarifadas da EMEL, sem precisar de moedas!".

Fantástico, Mike! E nós a pensar que o bilhete servia só para dar cor ao carro...

Afinal com esta borla já não precisamos de pagar nada!!! Incrível.

E vivam as eleições autárquicas! Sem elas nunca teríamos borlas destas.

Mesmo que sejam para pagar mais tarde...

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Vale tudo, incluindo vale-bebés

No afã propagandístico que contaminou o socratismo, aí está a última: o vale-bebés, um novo brinde para a banca portuguesa, tão debilitada que está, alegadamente para incentivar a natalidade.

A coisa explica-se brevemente: se ganhar as eleições legislativas, o PS diz que dará um vale de 200 euros por cada recém-nascido, obrigatoriamente a depositar num banco e que só poderá ser levantado pelo próprio quando perfizer 18 anos de idade. Ou seja, a banca amealha 200€ por cada nado novo, e durante 18 anos. Depois disso, lá para 2025 ou mais além, devolve 500€ ao petiz entretanto crescido, se ainda existir e se os pais entretanto não tiverem pago várias vezes esse valor por empréstimos à habitação, estudos, etc..

Fantástico, Mike!

Já quanto à melhoria da rede pública de infantários/ creches e à extensão para 1 ano da licença de paternidade, está quieto, que isso dá muito trabalho e não enche o olho.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Luso-brasileirismos: encontros e desencontros da era socrática

No afã Kim-il-Sung que assoma a actividade do governo português, em cruzeiro propagandístico de há uns meses para cá, eis mais uma história a juntar a tantas outras: a da aeronáutica nacional, ou o milagre socratista duma indústria de ponta em terras do macaqueado Allgarve.
Entre contrafacções de feira e excitações propagandísticas, venha o cliente e escolha.

sexta-feira, 20 de março de 2009

A vida atribulada dum anúncio oficial que só durou um dia, em 5 passos

1. O anúncio da polémica: Antena1.
2. As críticas acertadas: CGTP; PCP; PSD; blogosfera (Arrastão, 5Dias, etc.).
3. As desculpas sonsas: RTP; ministro dos Assuntos Paralamentares.
4. A declaração exemplar dos provedores da Rádio e Tv públicas.
5. A marcha-atrás da RTP.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

O país dos jeitinhos, das derrapagens e das excepções à regra

Retomando o post de ontem, outra má notícia é o facto do governo ir criar um regime de excepção para as obras na frente ribeirinha da capital, possibilitando ajustes directos de obras até 5 milhões de euros, quando uma lei PS de Janeiro passado só possibilitava essa prática até 1 milhão de euros. A justificação é a urgência da obra, dada a sua inserção no programa de comemorações do Centenário da República. Pasma-se de tanto despautério: o que é que uma coisa tem a ver com a outra?! Será que tem antes a ver com as eleições que se avizinham e a gula de mostrar obra a torto e a direito? É caso para dizer: e viva o foguetório. Depois da saga das derrapagens orçamentais nas grandes obras públicas e das milhentas excepções aos planos de ordenamento (de que os PINS são a cereja no bolo), eis mais um mimoso expediente para agradar a uns quantos. O interesse público, esse, fica entalado entre outros interesses.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

O Magalhofa, apoteose do choque tolológico

No culminar do Choque tolológico, da Quadratura interactiva e Cia. ilimt.ª, chegou a hora do Magalhofa!!!
Depois do seu carro e cachorro chipados, é agora a vez dos pequenotes também subirem à etapa tolológica, com o novo Magalhofa. Agora sim, toda a sua família entrou na nova Era, devidamente chipada e digitalizada.
Bem sei, o quadro está incompleto. Há que falar doutros membros da família. Pois é. Então aqui vai: já tínhamos a ovelha transviada da família com pulseira electrónica, o teenager com o Cartão Jovem, o caloiro com outro cartão chipado e o vôvô com o Centro de Saúde virtual.
Esta nova aventura de Zé Socas vem assim consagrar os novos tempos tolológicos. Longa vida, então, para o Grande Zé Socas e a sua odisseia interminável!
PS: o cartoon de GoRRo sugere a consulta deste video homónimo, 100% riso português.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

proposta de video da campanha para as salas de chuto





1960s LSD Propaganda Film