
terça-feira, 11 de maio de 2010
Ainda a Feira do Livro de Lisboa

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Daniel Melo
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Preguiça editorial
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Sofia Rodrigues
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
Feira do Livro de Lisboa entra hoje na edição 80

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Daniel Melo
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domingo, 3 de maio de 2009
A primeira frase
Hoje, o P2 do Público pediu a 12 escritores que escolhessem a primeira frase de uma obra de ficção.
Lembrei-me imediatamente da minha escolha. Conservo na memória a primeira frase de um livro que comprei há cerca de 20 anos numa Feira do Livro precisamente porque me apaixonei pela primeira frase (e pelo primeiro parágrafo). Não conhecia o autor, nem a obra. Já voltei a comprar livros num impulso depois de ler a primeira frase, mas só aquela ficou comigo para sempre.
Na barraca da Vega, peguei num livro e li:
"Todos conheceis a intratável melancolia que se apodera de nós ao recordarmos tempos felizes."
A frase.
"Todos conheceis a intratável melancolia que se apodera de nós ao recordarmos tempos felizes. Estes, porém, pertencem irrevogavelmente ao passado, e deles nos separa a mais impiedosa das distâncias. Todavia, as imagens parecem reflugir ainda mais sedutoras no seu reflexo; pensamos nelas como quem recorda o corpo de uma mulher amada já falecida, que repousa nas profundezas da terra mas que, como uma miragem, com um esplendor mais alto e espiritual, nos assedia e faz estremecer. E nunca nos cansamos de percorrer com os dedos o que passou em sonhos sequiosos, em todos os seus pormenores e circunstâncias. Parece-nos então que não tomámos ainda a medida plena da vida e do amor, mas não há arrependimento que traga de volta a oportunidade perdida. Pudesse este sentimento servir-nos de lição, mesmo em cada instante de felicidade!"
O parágrafo.
Ernest Jünger, Sobre as falésias de mármore, Lisboa, Vega, 1987.
O livro.
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Cláudia Castelo
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sábado, 14 de junho de 2008
A Feira do Livro de Lisboa
O «tudo» começou por ser uma polémica, em meu entender sem sentido, por causa da exigência de pavilhões diferenciados pelo grupo Leya. Teoricamente, a realização da Feira do Livro esteve em perigo. Na prática, causou-lhe um atraso. Não percebi a polémica porque as barraquinhas da Feira nunca foram exactamente iguais. Basta pensar na «tenda dos pequenos editores», no espaço de edições da Assembleia da República ou, este ano, no pavilhão dedicado ao livro brasileiro. A questão é que a concorrência temia um pavilhão megalómano e esmagador do Grupo Leya. Tratava-se, portanto de uma falsa questão. Se o grupo Leya falhou no processo foi no timing da proposta, demasiado em cima do acontecimento e sem dar tempo aos outros editores de reagirem. Falhou também, em minha opinião, no resultado. A praça Leya é constituída por uma série de pequenos pavilhões em roda de uma caixa central. Quando por lá passei, em dia de calor e de abundante afluência de público, senti claustrofobia e quase tive de abrir caminho às cotoveladas. Os pequenos pavilhões permitem – pouca gente de cada vez – circular entre livros luzidios. É o estilo «montra de livraria de centro comercial» aplicado à Feira do Livro. Há quem goste e não é o meu caso. Para mim, a Feira de Lisboa cruza o espírito de um «salão do livro» e o espírito de alfarrabista, em sentido lato – proporciona o gosto de encontrar livros já desaparecidos dos escaparates das livrarias e a oportunidade de comprar a preço mais baixo livros com pequenos defeitos. Não se percebe como um grupo com catálogos tão ricos como o das editoras Caminho, Publicações Dom Quixote, Asa, etc, só expõe ao público os títulos mais recentes.
Outros percalços da edição deste ano são de assinalar: o sistema de som nem sempre funcionou; o restaurante habitual na Feira desta vez não existiu. Ainda assim, que prazer passear entre livros, numa solarenga tarde de Lisboa.
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João Miguel Almeida
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terça-feira, 3 de junho de 2008
Feira do livro
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Sofia Rodrigues
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quarta-feira, 9 de abril de 2008
A dar barraca

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Sofia Rodrigues
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segunda-feira, 11 de junho de 2007
No domingo passado...
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Ficam na retina os jacarandás no seu esplêndido espectáculo lilaz.
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Daniel Melo
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