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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Um divertidíssimo vídeo amimado sobre sexo seguro

A Aides, uma ONG francesa da luta contra a SIDA/AIDS, criou uma peça publicitária simplesmente genial para promover o sexo seguro e o uso da camisinha. Trata-se de uma animação onde um pênis pintado na parede de um banheiro público procura desesperadamente por um uma vagina... O vídeo é divertido, bem original, curto e pode ser visto por todas as idades. Veja-o até o fim.

sábado, 14 de novembro de 2009

Anúncios anti-SIDA não têm que ser polémicos, apenas bem feitos

E foi por isso que um anúncio português ganhou um prémio internacional, deixando de lado um polémico anúncio já referido pelo Manolo.

O spot em apreço chama-se «Cinco razões para não usar preservativo», já tem anos e foi considerado o melhor anúncio governamental europeu de prevenção da sida num concurso internacional patrocinado pelo Governo alemão.

Para o coordenador nacional para a infecção VIH/sida, a atribuição deste prémio é "muito importante" pois suporta a ideia de que "é possível fazer campanhas que são reconhecidas como interessantes e importantes, quer do ponto de vista da mensagem, quer do ponto de vista estético e da forma como são realizadas".

Em Portugal são c. de 20 mil as pessoas infectadas com o vírus da SIDA.

sábado, 31 de outubro de 2009

Claro que é apenas um pequeno passo insignificante (dirão os cínicos)

Administração Obama acaba com a interdição de portadores do HIV entrarem nos EUA (concluindo um processo iniciado pela administração Bush).

Como diz o próprio Obama, essa interdição há 22 anos, foi "baseada mais no medo do que em factos".


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

YouTube bloqueia vídeo anti-Aids/Sida

DE-A6-Stalin

DE-A6-Saddam
















O YouTube bloqueou o vídeo de uma campanha publicitária de prevenção da Aids/Sida que mostra um homem caracterizado como Adolf Hitler fazendo sexo. A polêmica campanha já tinha sido criticada pela Associação Alemã de Ajuda contra a Aids (DAH), por supostamente insultar todas as vítimas do nazismo, estigmatizar as vítimas e prejudicar o combate à Aids.

Segundo a produtora da campanha, a ONG Regenbogen, a decisão de se utilizar as fotomontagens dos ditadores Adolf Hitler, Josef Stálin e Saddam Hussein, tem como objetivo alertar a população para os riscos da doença.

“No mundo, morreram mais de 28 milhões de pessoas. E a cada dia surgem 5.000 novas vítimas. Com isso, a Aaids/Sida é um dos maiores assassinos de massas que já existiram até hoje”, disse a Regenbogen em defesa de sua ação. Já o YouTube se justifica dizendo que o “vídeo foi retirado do ar por atentar contra o regulamento”. Para quem não viu o vídeo, ele ainda pode ser visto aqui.

Fonte: Agências internacionais.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Bispo português que defendeu dever moral de uso do preservativo para prevenir SIDA na mira do Vaticano

Depois das desastradas declarações do Papa no ínicio da sua visita a África, o Vaticano volta de novo à carga, preparando-se para recriminar as declarações do Bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro, que no sábado passado escreveu no site da sua Diocese que quem tem uma vida sexual activa tem a "obrigação moral de se prevenir e não provocar a doença na outra pessoa" (vd. notícia aqui; vd. tb. esta). Referiu ainda "aqui, o preservativo não somente é aconselhável como poderá ser eticamente obrigatório" (eis a versão integral do seu texto: «A viagem de Bento XVI a África - a propósito dos preservativos…»). Ontem, também o Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, se referiu ao assunto, afirmando que o preservativo é "um expediente" que poderá ter "o seu cabimento nalguns casos". Estas são algumas das declarações de altas figuras da hierarquia portuguesa que contrastam fortemente com a posição da Santa Sé.
Pouco antes destas tomadas de posição, a prestigiada revista de medicina Lancet criticara as declarações anti-científicas do Papa a propósito da protecção anti-SIDA concedida pelo preservativo, defendendo ainda que é indispensável separar as questões de saúde pública dos dogmas religiosos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Igreja francesa faz a descoberta científica do século: “O tamanho do vírus da SIDA é infinitamente menor que um espermatozóide.”

1238154037836sidamin Está e a conclusão “científica” de um bispo francês sobre a tese do santo papa defendida em África. E durma-se com um barulho desse. Mais, aqui e aqui.

quarta-feira, 18 de março de 2009

“O papa vive no Céu, mas nós vivemos na Terra” (atualizado)

aids São estas algumas das reações de ONGs e governos às declarações de Bento 16 sobre o uso do preservativo como profilaxia da SIDA/AIDS: O Papa Bento 16 tem todo direito de expressar sua oposição ao uso do preservativo com base em princípios morais, de acordo com a posição oficial da Igreja Católica Romana. Mas ele não merece crédito quando distorce descobertas científicas sobre o valor dos preservativos em diminuir a disseminação do vírus da Aids. A análise mais recente dos melhores estudos sobre o assunto, publicada pela Cochrane Collaboration, concluiu que os presevativos podem reduzir a transmissão do vírus da Aids em até 80%”. (Editorial do The New York Times).

- “As pessoas não vão seguir o que o Papa diz. Ele vive no céu, mas nós vivemos na Terra” (Alain Fogué, do Mopcat, movimento para o maior acesso dos doentes aos tratamentos da doença).

- “Retire as suas declarações. É uma negação da epidemia. E fazer essas declarações no continente onde vivem 70 por cento das pessoas infectadas pela doença é absolutamente inacreditável” (Michael Kazatchine, do Fundo Mundial de Luta contra a Sida, a tuberculose e o paludismo).

- “A nossa posição é a de que a abstinência é uma parte importante do conjunto das medidas, mas a abstinência por si só não vai impedir a transmissão do vírus HIV” (Judith Melby, da Christian Aid).

- “A França exprime a sua viva preocupação quanto às consequências das declarações de Bento 16. O nosso papel não é o de emitir julgamentos sobre as doutrinas da Igreja, mas consideramos que estas observações põem em risco políticas públicas de saúde e os imperativos quanto à proteção da vida humana” (Eric Chevalier, porta-voz do ministro dos Negócios Estrangeiros francês).

- “A posição de Bento 16 reflete uma visão doutrinária perigosa, que podem demolir anos de prevenção e educação e colocar em risco muitas vidas humanas” (Laurette Onkelinx, ministra da Saúde da Bélgica).

“Ao se pronunciar dessa forma, está passando uma mensagem contrária à evidência científica. O papa Bento 16 está muito mal aconselhado e deveria se retratar e fazer mea culpa” (Martínez Olmos, secretário geral de Saúde da Espanha).

terça-feira, 17 de março de 2009

Bento 16 vai além dos limites da desumanidade

(bento xvi)196615 Na sua primeira (rezo pra que seja a última) visita à África, o papa Ratzinger declarou que a distribuição de preservativos não é a solução para a SIDA/AIDS. "Não se pode resolver isso com a distribuição de preservativos. Pelo contrário, apenas aumenta o problema. A solução estaria em um "despertar espiritual e humano" (????). Esta é a maior monstruosidade que pode sair da boca de alguém que se diz Criatura de Deus. Este senhor pode ser mais nocivo do que a miséira, as guerras e os conflitos étnicos em África. Tenho pena de sua alma. Se é que ele a tem. Mais.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Não percebo nada do que dizem os cientistas, nem quero, prefiro acreditar no que me diz a minha ignorância, afinal sou juíz do STJ, eu é que sei!

Pois é Ana, é de facto muito grave. Claro que os juízes não têm que ser competentes para avaliar determinadas questões técnicas/científicas, para isso há pareceres técnicos e especialistas. O que o juízes têm é obrigação de tomar decisões racionais. Rejeitar a opinião de especialistas quando não se tem competência na matéria manifestamente não é racional, e tem um nome: Preconceito.
É preciso também que os especialistas percebam que (infelizmente) excesso de honestidade intelectual é contraproducente. Claro que pode dizer-se que existe uma possibilidade teórica de uma gota de sangue dar numa de MacGyver e ir infectar uma mucosa ferida de um cliente, mas não há registos de que semelhante coisa tenha alguma vez acontecido. Por vezes as possibilidades teóricas, são apenas isso mesmo, teóricas. Também existe uma possibilidade teórica do novo acelerador de partículas do CERN se transformar num buraco negro e engolir o sistema solar. Também existe um possibilidade teórica de um relâmpago sair do céu azul que vejo da minha janela acertar-me em cheio na cabeça antes de eu publicar este post. Das três, a última é seguramente a mais provável, e mesmo assim pouco. Acontece que muita gente, e pelos vistos juízes do STJ incluídos, não percebe a diferença entre plausível, possível, improvável e impossível. Só existem os dois extremos, a realidade só é compreensível a preto e branco. Só são aceitáveis certezas acabadas. E com gente como esta a aversão que os cientistas têm à palavra "impossível" (ou à "certeza absoluta") torna-se um empecilho. É triste mas é assim mesmo.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Talvez África venha a beneficiar...

A mais prestigiada revista científica na áreas das ciências biomédicas, a Cell, publicou dois artigos importantíssimos no seu mais recente número. O primeiro artigo relata a descoberta de uma proteína do sémen humano envolvida na infecção pelo HIV pela via sexual (a mais frequente). O segundo artigo descreve a descoberta de uma outra proteína envolvida na evolução da infecção da Malária. O que estes dois artigos têm de promissor é a descoberta de peças importantes no puzzle da infecção do HIV ou da Malária ao nível molecular. A prazo estas descobertas poderão conduzir ao desenvolvimento de novos medicamentos que possam ajudar a controlar as epidemias de SIDA e de Malária. Estas epidemias são seguramente os maiores problemas de saúde pública em África. Com um pouco de sorte as populações africanas vão beneficiar destas descobertas. Com um bocado de azar serão as grandes multinacionais da Indústria Farmacêutica quem vai tirar dividendos.
Note-se que estes dois artigos resultam do trabalho de investigação financiado pela União Europeia, pelo governo da Baixa Saxónia, pela Fundação Volks Wagen, pela Fundação Wilhelm-Sander, e pelo NIH dos EUA, o primeiro, e o segundo artigo pelo Welcome Trust e o Medical Research Council (ambos do Reino Unido) e pela União Europeia. Tudo organismos públicos ou (uma minoria) fundações beneméritas, nenhuma empresa farmacêutica contribuiu. Naturalmente. Ainda se está longe de descobrir medicamentos que possam ser eficazes, mas dão-se passos nessa direcção. E, obviamente, se estes passos não forem dados, nunca se chegará a descobrir medicamento nenhum. Mas isso não são coisas que preocupem as farmacêuticas. Quando se estiver perto dum medicamento eficaz, aí sim, elas entrarão finalmente em cena. Hão-de desencantar uma patente qualquer e colher os dividendos. Chegada essa hora a investigação que foi agora publicada, e que abriu o caminho, não terá peso rigorosamente nenhum na atribuição das patentes. Dirão as farmacêuticas que não teve contribuição directa para desenvolver o medicamento. E contra patentes não há argumentos. Hão-de estabelecer monopólios e recolher os lucros. As epidemias em África, essas talvez não mudem muito...

Imagem descoberta aqui

segunda-feira, 2 de julho de 2007

O sexo anal e os riscos para a saúde: uma perspectiva técnica (à atenção de Patrícia Lança)

Patrícia Lança escreve este post a alertar para os riscos que a prática da sodomia representa para a saúde. Trata-se de um excelente exemplo de como se pode distorcer a informação na tentativa de justificar "cientificamente" uma posição cuja única justificação é moralista. Um verdadeito "caso-estudo" que se poderia aproveitar para os manuais, e aulas de faculdade. Este post vai ser longo, mas vale a pena desmontar a argumentação pseudo-científica de Patrícia Lança.

Comecemos pelas fontes. Para procurar fontes científicas imparciais e objectivas eu pessoalmente uso a Pubmed, eu qualquer investigador em Biologia ou Medicina. Será necessário explicar o porquê da necessidade fazer uma pesquisa objectiva e sem enviezamento? A Pubmed trata-se da maior base de dados mundial para artigos publicados em Ciências Biomédicas, e dá acesso aos resumos dos artigos referenciados. É uma espécie de Google da bibliografia nesta área (gentileza do National Institutes of Health - NIH - americano). Aconselho vivamente todos os leitores interessados nestas coisas a perder algum tempo a fazer pesquisas na Pubmed. O que não está publicado em revistas referenciadas não aparece na base de dados por uma simples razão: para ser publicado um artigo passa pelo crivo da crítica de outros especialistas na mesma área, saber que passou por esse crivo é uma garantia de credibilidade, sem essa chancela um trabalho não é referenciado. Patrícia Lança usa critérios diferentes, vai buscar as suas fontes à Family Policy Network, onde seguramente tem muito mais probablidade de encontrar o que procura, mas em termos de isenção e objectividade estamos conversados.

Outro aspecto importante é a confirmação pela comunidade científica dos resultados publicados. Quando a mesma afirmação é consistentemente encontrada em estudos independentes é obviamente muito mais credível, convém levar isto em conta quando se faz pesquisas bibliográficas. Como é também uma boa ideia levar em conta o prestígio da revista em que o estudo é publicado e a instituição onde o trabalho é feito. Se não se levar nada disto em conta, e se se procurar bem, encontra-se sempre uma referência para justificar aquilo quisermos, e o seu contrário. Tentando levar estes critérios em conta encontrei, por exemplo, este artigo, dum tal Chris Beyrer (que não conheço), mas que trablha no Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health. Johns Hopkins é uma das mais reputadas instituições americanas e mundiais em Biologia e Medicina. Mais, este artigo é um comentário resultante de uma reunião internacional em HIV, não é tanto a opinião do seu autor como é o resultado de um consenso entre os especialistas presentes nessa reunião. Pode ler-se logo no resumo:

An emerging epidemic of HIV infection among men who have sex with men in developing countries is primarily spread through unprotected anal intercourse but is also driven by limited HIV infection prevention services, social stigma, and the lack of human rights protection.
(destaque meu) Digamos que é um ponto de vista completamente diferente do que nos apresenta Patrícia Lança. Eu diria até que a senhora se inclui no "lack of human rights protection".

E agora rebatendo alguns pontos dos específicos apresentados por Patrícia Lança:

- A 1997 study in British Columbia found the life expectancy of men who engage in sodomy to be comparable to that of the average Canadian man in 1871

O tal estudo (resumo aqui) não só é de 1997, já de si não muito actual, como se reporta a resultados obtidos entre 1987 e 1992. Nessa altura a realidade tanto em termos de terapia da SIDA como de prevenção era outra completamente diferente. Recomenda-se a utilização de fontes mais actualizadas. Mas não é só isso...

- Ninety-five percent or more of the AIDS infections among gay men result from receptive anal intercourse

Obviamente que se a SIDA é transmitida sexualmente, e se os gay men são os homens que têm relações sexuais com outros homens, como quereriam então que a SIDA fosse transmitida? Por telepatia? E aqui a má fé de que faz prova é gritante. Tal como no ponto anterior, Patrícia Lança, ou o autor do estudo, omitem um pormenor muito importante referido em toda a bibliografia que consultei, a palavra "unprotected" (como se pode ver por exemplo na citação que coloquei mais acima). Deveria estar escrito "unprotected receptive anal intercourse", porque o problema não é a sodomia per se mas sim o facto de o sexo, anal ou não, ser desprotegido. O uso do preservativo, como é sabido, reduz enormemente o risco (e aliás o mesmo se aplica ao coito vaginal entre homem e mulher, e gostaria de saber se Patrícia Lança é coerente nas ilacções que daí retira, mas já lá vamos...).

Outro aspecto referido no tal post é risco de Câncro Anal. É verdade que a sodomia comporta um risco de contrair este tipo de Câncro (pode ler-se este artigo de revisão sobre o assunto). Mas vale a pena olhar para a questão mais de perto. A principal causa de Cancro Anal é a transmissão de um Vírus, o Papilomavírus Humano. Os factores de risco são o tabaco, como em qualquer tipo de cancro, o HIV, que diminuindo as defesas imunitárias diminui a resitência a este como a qualquer outro tipo de vírus (nada de novo), e a transmissão do Papilomavírus por via sexual. Sim, o Papilomavírus é transmitido sexualmente, tal como o HIV. A protecção é a mesma, o preservativo. Mais uma vez não é a sodomia em si que é o problema, é o sexo sem protecção que expõe o indivíduo ao risco.

Entretanto nas minhas pesquisas sobre o assunto encontrei um artigo muito interessantes sobre o risco do Papilomavírus Humano para as mulheres (resumo aqui). Ora sucede que o Papilomavírus, que pode provocar Cancro Anal a quem pratique a sodomia, pode também provocar Câncro do Colo de Útero a mulheres que pratiquem cópula vaginal sem protecção. Mas não e só, a gravidez aumenta o risco para a variante invasiva do Câncro do Colo do Útero, na proporção do número de gravidezes. A cópula vaginal entre homem e mulher comporta os mesmos riscos (ou mais no caso de haver gravidez) do que comporta a prática da sodomia.

Fica portanto aqui a questão: Se os riscos para a saúde provocados pela sodomia são razão suficiente para rejeitá-la, então, uma vez que os mesmos riscos se verificam no coito vaginal, devemos também em coerência rejeitar esta prática? O que nos leva a uma outra questão: quais são então as práticas que permanecem aceitáveis neste quadro? O sexo oral, a masturbação ou a abstinência? Gostaria de saber o que pensa Patrícia Lança do assunto.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Importa-se de explicar um pouco melhor?

Através do Glória Fácil cheguei a um interessante post, assinado por João Paulo Geada, e intitulado "Vamos falar claro sobre a homossexualidade" onde se pode ler:

"Não vale a pena ir muito longe na análise mas pensemos apenas por alguns segundos na tragédia que representa a SIDA, cujas origens – é bem sabido – têm muito a ver com a prática cada vez mais generalizada da sodomia a partir da “revolução sexual” dos anos 60. A responsabilidade pela expansão desta e doutras doenças, mesmo não do foro sexual como as próprias tuberculoses ultra-resistentes tem muito a ver com a promiscuidade sexual de que é expoente máximo a expanção da homossexualidade, e em particular da sodomia, um comportamente e um vício claramente nefasto para a sociedade como foi sempre reconhecido ao longo dos séculos. Para já não falar na fronteira por vezes muito ténue entre homossexualidade, prostituição, pornografia, pedofilia."

É bem sabido que a SIDA tem a ver com a "prática cada vez mais generalizada da sodomia"? Olha!, eu não sabia, curioso... Poderia o João Paulo Geada indicar-nos um qualquer estudo epidemiológico que estabeleça essa relação? Seria interessante saber em que se baseia.
E essa prática (da sodomia) generalizou-se nos anos 60? Vejam lá eu, na minha ingenuidade, que pensava que vinha já do tempo dos Gregos, enfim...
E a tuberculose ultra-resistente também se deve ao aumento da sodomia? É que eu estava capaz de jurar que se deve ao mau uso de anti-bióticos, mas de certeza que o João Paulo Geada deve saber mais do que eu. Mais uma vez, se nos poder indicar o estudo epidemiológico em que se baseia para fazer essa afirmação, a malta agradece encarecidamente.
Ah!, é verdade, há ainda a relação entre a homossexualidade e a prostituição, a pornografia e a pedofilia. É óbvio! Todos sabemos que não existe nem pornografia heterossexual, nem prostituição heterossexual, nem pedofilia heterossexual, evidentemente... Onde é que eu estava com a cabeça?