Mostrar mensagens com a etiqueta política de desenvolvimento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta política de desenvolvimento. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

EDP censura crítica à electricidade mais cara do mundo

$

%

$

%

$

%

$

%

$

%

$

%

$

%

A censura da EDP foi feita ao comentário que Joana Couve Vieira pôs no site daquela empresa, onde deixava link para uma página do facebook que ligava a uma reportagem crítica do plano nacional de barragens (actualmente parece que está indisponível, vd. esta notícia). A reportagem em apreço passou no programa Biosfera, da RTP2, a 12/X/2011 e pode ser vista em «Tudo o que precisa de saber - A fraude do plano nacional de barragens». Segundo peritos no assunto, as novas barragens em construção, incluindo a do Coa, custarão uma pipa de massa e terão um saldo energético nulo. O seu custo representa 20% do empréstimo da troika e 10% do aumento futuro na factura da electricidade. É por estas e por outras que os programas de ambiente são praticamente inexistentes na tv portuguesa. É que importunam interesses muito fortes.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A prova dos 9: o rural tem futuro?

Após este tour de force colectivo, torcemos por esta louvável iniciativa colectiva da Universidade do Algarve e da Fundação Viegas Guerreiro. Ainda por cima, numa aldeia que conhecemos, gostamos e onde vivem pessoas que admiramos.

E, já agora, que tem um bom restaurante, gostosos licores e uma excelente aguardente de medronho! De A Farrobinha, claro.

Nb: imagem de José Costa e Silva, retirada do seu post Querença, com um vivo debate sobre o arranjo da praça principal.

domingo, 19 de dezembro de 2010

ONG's reconhecidas como parceiras estratégicas para as políticas públicas de igualdade e não discriminação

O passo positivo foi dado pela Secretária de Estado da Igualdade, e procura combater certas desigualdades sociais através do fomento do «acesso igual de homens e mulheres ao mercado de trabalho e a criação de condições que permitam conciliar melhor as vidas profissional e familiar». Segundo a sua responsável, estão previstos 77 protocolos com autarquias e a execução de planos para a igualdade em c. de 100 municípios.

Aqui está uma medida que devia ser aplicada por todos os ministérios. Há muito que o não reconhecimento oficial de segmentos associativos relevantes (como as associações populares, as de base territorial, as de desenvolvimento local) tem sido um entrave à sustentabilidade em Portugal.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Histórias tristes de desperdício de recursos

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Quando os debates são mesmo plurais, a qualidade surge

Excepcionalmente, um Prós e Contras com uma parte de comentadores mesmo de esquerda (Daniel Oliveira, José Castro Caldas e João Ferreira Amaral), contra outra duma direita séria e com argumentos (Miguel Morgado e João Confraria), além do inefável Medina Carreira.

Então, vamos lá, Portugal endividou-se porquê, dr. Medina Carreira? Porque o Estado emprestou dinheiro à banca (o tal «crédito bonificado») para os portugueses comprarem casa, quando devia ter sido para arrendarem casa (ou para mais habitação a custos controlados), agravando a especulação imobiliária e o endividamento dos portugueses. Porque o Estado apostou em auto-estradas a mais, descurou os transportes públicos e a rede ferroviária. Porque o Estado resolveu engordar os seus dirigentes à «grande e à francesa». Etc., etc.

E quem fez o Estado nestas últimas décadas? Foram pessoas como o dr. Medina Carreira, justamente. As elites políticas e económicas dominantes. E agora são estas que vêm bater à porta do português comum, a apresentar-lhes a factura. Não têm vergonha na cara? Vir perorar nos media, dia após dia, este discurso de austeridade assimétrica sem assumirem as suas responsabilidades e sem uma visão de justiça social?

Para quem quiser, pode dar uma olhada na 1.ª parte do programa.

Nb: cartoon de autor não identificado, retirado do blogue Ironia d'estado.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Campanha «Como salvar milhões de mães e crianças»

A ONU reúne-se este mês para debater a prorrogação dum programa, o Projecto do Milénio, que, nos últimos 10 anos, ajudou a reduzir a pobreza, miséria e mortalidade materna e infantil em muitos países subdesenvolvidos, além doutros feitos. Nesse sentido, a ONG Avaaz elaborou esta petição para se pressionar os líderes mundiais no sentido da continuação do programa. Deixo-vos um excerto desta exortação à participação cidadã:

Aos líderes globais:

Como cidadãos globais engajados, pedimos que você renove a sua promessa de combater a pobreza até 2015 na Cúpula da ONU sobre os Objetivos do Milênio. Nós pedimos, especificamente, a duplicação dos fundos para reduzir dramaticamente a mortalidade materna e infantil, e garantir que os fundos sejam enviados de forma coordenada e eficaz.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O banho de humildade que dá sair do poder central para o local

«Costa e Rui Rio a favor da criação de regiões na actual legislatura», por Margarida Gomes

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Depois do cataclismo na Madeira

«À procura da normalidade, Madeira teme mais vítimas». Entretanto, alarga-se a solidariedade para com o povo madeirense (vd. aqui e aqui). Foi o maior cataclismo natural em 100 anos na região, em parte por culpa do mau planeamento urbanístico: sobre isso, o debate em curso já avançou com soluções sustentátveis, para evitar que o pior se repita. Mas essas soluções implicam o corte com o modelo de desenvolvimento que tem sido seguido. Seja qual for a decisão, já não dá para dizer depois que não se sabia que havia soluções alternativas.

Por ora, c. de 30 mil crianças não poderão ir à escola nos próximos tempos. O governo português decretou 3 dias de luto nacional. Informação actualizada aqui. Mais imagens do temporal aqui e no espaço donde foi retirado este video.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Eis um tema a debater, se quisermos eficiência na despesa pública

Porque não é só de poupança que se trata, mas da aplicação racional dos fundos públicos e do tipo de prioridades que apoiamos. Para evitar que o TGV (ou parte dele) e outras apostas oficiais (ou a sua forma: p.e., a actual Parque Escolar) sejam mais um buraco negro (ou «elefante branco»), seria bom que fosse tudo bem discutido.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Desenvolvimento vs. ambiente?

Seja qual for a opinião de cada um de nós, a construção da 3.ª maior barragem do mundo na Amazónia dará certamente que falar e será um caso de estudo sobre a ponderação entre necessidades de desenvolvimento e custos ambientais. O Ministério do Ambiente já deu luz verde. A questão é: desenvolvimento sustentável ou só desenvolvimento?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Nalguma coisa havíamos de estar na linha da frente...

Também nós resolvemos fazer "espionagem política" (na colorida expressão do ministro da Economia) e vejam lá o que descobrimos sobre o Portugal oculto: «Taxa de desemprego bate recorde de 23 anos».

Já vamos nos 670 mil desempregados (ap. critério lato). Destes, c. de 200 mil não têm sequer direito a subsídio social de desemprego, segundo afirmou o economista Octávio Teixeira no frente-a-frente de hoje na SIC-Notícias. O desemprego está a atingir todos os grupos sociais e a reforçar a pobreza. A taxa de desemprego no 3.º trimestre de 2009 subiu para os 9,8%, mas ascende a 11,7% se se incluir «os inactivos disponíveis para trabalhar e os inactivos já desencorajados» (ap. critério lato definido no artigo mencionado supra).

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Ó Manolo, já tá vendo a luz?

Ou por aí continuam em fase de poupança pró-ambiental?

Por cá, a imprensa comenta sobre as inevitáveis consequências políticas negativas para o governo de Lula, caso o apagão tivesse sido evitável.

As velas e lamparinas é que também devem ter levado um apagão...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

No país esquecido

Na ressaca do DocLisboa, apercebi-me da importância dum documentário português que entretanto arrebanhara 6 prémios. Estou a falar de «Pare, Escute, Olhe», de Jorge Pelicano, que aborda o encerramento da linha ferroviária do Tua e o seu impacto nas populações locais. É que, entrementes, soube-se do encerramento (ainda que 'temporário') doutras linhas do Portugal das margens, isto é, daquele país que vale poucos votos. Lado a lado com a discussão sobre o TGV, as pontes rodo-ferroviárias ou só ferroviárias (Lisboa), etc.. Lado a lado: questões que deviam ser equacionadas em conjunto, correm em linhas paralelas, e não aparentam ir encontrar-se num futuro breve.

Ainda sobre o documentário, cujo trailer pode ser visto aqui, recomendo a leitura do post «Agora só falta aqui o cimento», do Daniel Oliveira.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A duplicidade de critérios em acção

Afinal a «asfixia democrática» que Portugal sofria pára à porta da Madeira. Para Manuela Ferreira Leite, a autora do epíteto, aquela Região Autónoma é um oásis num país asfixiado: «bastião inamovível» e «um bom governo do PSD». E não sofre de asfixia pois o povo votante é soberano e até há jornais críticos do executivo local, mas que nem sofrem retaliações...

Para lá das contradições insanáveis face ao padrão de crítica do governo socrático há ainda a considerar um paradoxo mais preocupante: o 'modelo de desenvolvimento' praticado pelo jardinismo do último trinténio é tudo menos aconselhável e supostamente deveria ser um exemplo a evitar para um partido que se diz defensor de menos Estado, controlo das contas, etc.. E, depois, não se vê como conciliar o actual discurso do PSD sobre a morigeração das obras públicas de envergadura com o jardinismo inauguracionista.

É verdade que todos os partidos políticos com algum lastro e dimensão têm os seus esqueletos no armário. Mas há esqueletos e esqueletos. E contradições e contradições.

PS: sobre a original via madeirense o Público publicou recentemente um interessante dossiê de balanço, que saiu num P2 que não consegui localizar mas que julgo ser de Julho passado.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Centro educativo para a sustentabilidade criado no Grande Porto

No âmbito do Objectivo 2015 - Campanha do Milénio das Nações Unidas, 3 associações ambientalistas e florestais portuguesas juntaram-se a diversos parceiros institucionais na promoção dum centro educativo para a sustentabilidade, que integra uma rede internacional dinamizada pela Universidade das Nações Unidas. Dado o interesse desta iniciativa, aproveito para transcrever um excerto do comunicado da Campo Aberto:
«No dia 27 de Abril de 2009, foi assinado na Casa de Serralves o protocolo para a criação do Centro Regional de Excelência em Educação para o Desenvolvimento Sustentável da Área Metropolitana do Porto (AMP), criado no âmbito do Futuro Sustentável - Plano Estratégico de Ambiente.
O CRE-Porto envolve as autarquias da AMP, a Direcção Regional de Educação, o Instituto Português da Juventude, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, a Administração da Região Hidrográfica, a Fundação de Serralves, a Universidade Católica Portuguesa, a Lipor e as associações Forestis, Fapas e Campo Aberto, as quais se juntam ao Objectivo 2015 - Campanha do Milénio das Nações Unidas (Portugal) e à Comissão Nacional da UNESCO. Este centro de excelência foi oficialmente reconhecido pela Universidade das Nações Unidas no mês passado.
A AMP tem cerca de 40 equipamentos de educação ambiental e mais de 120 entidades promotoras de 200 iniciativas e projectos nesta área, os quais recebem 400 mil visitantes por ano.
A gestão deste centro de excelência ficará a cargo da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, a qual pretende desenvolver a área da educação para a sustentabilidade, através da promoção de ecoclubes, da criação de redes de educadores e de escolas sustentáveis e do desenvolvimento de uma página na Internet, uma revista electrónica metropolitana sobre educação e desenvolvimento sustentável, assim como a Agenda Metropolitana digital. Este novo centro faz parte da rede internacional de centros regionais de excelência, constituída por 61 centros, e que têm como meta principal atingir os objectivos da década das Nações Unidas da educação para o desenvolvimento sustentável».
Para +inf. vd. Agenda 21 Local.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Andar a pé faz bem à saúde... e ao ambiente!

Com o tempo soalheiro que faz, aproveite-se a boleia deste desfile pelas avenidas centrais de Lisboa, que juntará seguramente muitos milhares de peões.
A CGTP pugna por uma política económico-social alternativa à seguida pelo socratismo. Eis o seu enquadramento genérico e de convergência: "Por uma sociedade que privilegie a dimensão humana como factor do progresso e do desenvolvimento, que reparta a riqueza de forma mais justa, que respeite e dignifique quem trabalha, que recentre o papel do Estado e a prestação dos serviços públicos ao serviço de todos os portugueses".
Salienta ainda que a ganância pelo lucro a todo o custo por detrás da crise global já implicara o enfraquecimento do sector produtivo, o nivelamento para baixo (de salários, pensões e certas regalias) e o reforço das desigualdades sociais.
Por isso, defende uma política pró-investimento no sector produtivo, que "crie mais emprego estável e com direitos". A prioridade no investimento público deverá ir para "infra-estruturas, nomeadamente sociais, e para a produção de bens e serviços úteis ao desenvolvimento da sociedade, sempre rigorosamente controlados".
Mais informação no manifesto «Mudar de rumo - mais emprego, salários e direitos».

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

As cidades da esperança

No quadro da afirmação cosmopolita dos países e dum certo imaginário civilizacional humanista e universalista, as cidades lograram um lugar de destaque. Primeiro, impuseram-se como pólos económicos e financeiros. Depois, enquanto capitais culturais de referência: cidades como Paris, Londres e Nova Iorque foram consideradas centros de distintas fases da 'cultura ocidental'. Recentemente, tornaram-se nós de redes informacionais e comunicacionais. Nas conversas sobre vivências e viagens pessoais, é hoje corrente compararmos grandes cidades, valorizando-se normalmente a sua oferta cultural-artística, mas também certos espaços de vivência, os cafés e os jardins públicos, a gastronomia, o clima e ambiente, o relacionamento interpessoal, outros atractivos históricos, etc..
Mas as cidades não se esgotam neste ângulo. São actualmente o espaço onde vivem mais pessoas no planeta; porém, só este ano se atingiu tal valor, segundo dados da ONU, é verdade (vd. aqui). Daí que seja natural serem elas o palco privilegiado das transformações sociais, da intervenção cívica, do debate e confronto políticos e dos interesses económicos.
Nunca como agora este quadro fez tanto sentido. Num contexto de esgotamento dum modelo predador de 'desenvolvimento', assente no lucro a qualquer preço, de agudizar das desigualdades e das tensões sociais, da degradação do espaço público urbano, é desconcertante constatar como muitos dos nossos governantes (locais e não só) prosseguem no mesmo rame-rame, como se nada tivesse ocorrido, como se a mudança efectiva fosse um não lugar.
Ocorreu-me esta divagação a propósito de 2 textos do geógrafo catalão Jordi Borja, "El mercado dejado suelto es destructor de la ciudad" e "La ciudad contra el capital", cuja leitura recomendo. Neste, o autor avança algumas propostas conjunturais para alterar a actual podridão das políticas urbanas: 1) comprar as hipotecas; 2) impôr moratórias; 3) proibir a distribuição de benefícios ou dividendos ao sistema financeiro; 4) obrigar a dar créditos ao tecido empresarial pequeno ou mediano. E, a um nível estrutural, iniciativas que travem as dinâmicas especulativas por detrás da bolha especulativa que agora rebentou um pouco por todo o lado: reformar a legislação urbanística para se impor quotas relevantes para habitação social (20%) e a preços controlados (60%), recuperar 90% das mais valias urbanas, penalizar fortemente as operações urbanizadoras segregadas da cidade compacta, criar uma banca pública hipotecária e impulsionar um programa de transporte colectivo em detrimento do crescimento urbanizador da rede viária.
Enfim, ideias oportunas e válidas, nenhuma sequer 'revolucionária', mas que significam uma vontade política de contrariar o conformismo, o laissez-faire, o que para muitos é já uma ousadia intransponível. Por isso, a sua viabilidade impõe que se criem "amplos" movimentos sociais, capazes de pressionar no sentido da sua materialização, pois só com os governantes que temos já lá não vamos. Ficam aqui também como propostas para as cidades do peão, a começar por Lisboa e Porto, cidades sobre as quais aqui temos falado com mais profundidade e atenção, mas extensíveis a todas as grandes cidades do mundo actual.
Porque o lugar para renovar a democracia é justamente a cidade, como sintetiza outro ensaista reconhecido, Jesús Martín Barbero.

terça-feira, 8 de julho de 2008

75% da subida do preço dos alimentos deve-se aos biocombustíveis

Quem o diz é o Banco Mundial, que apela à redução de subsídios aos biocombustíveis, tanto na Europa como nos EUA. A cacha foi lançada pelo The Guardian, no final da semana passada, de acordo com um estudo do Banco Mundial que datava de Abril (e que só entretanto foi divulgado, em cima da Cimeira dos G8).
Este estudo contraria as estimativas oficiais do governo dos EUA, o qual sustentava que os biocombustíveis afectavam os preços alimentares em apenas 3%.
O Banco Mundial divulgou um plano de acção com 10 pontos, para travar o aumentos dos preços dos alimentos.
O mandatário da ONU para o direito à alimentação, Jean Ziegler, já há vários meses que vinham denunciando a situação (vd. aqui).
E agora, o que dirão os neoliberais que teimavam em refutar o que muitos já suspeitavam? Voltarão a assoprar para o ar, como de costume?
Fonte: PEIXOTO, Margarida (2008), "Banco Mundial pede redução de subsídios aos biocombustíveis", Diário Económico, 7/VII, p. 14.
Nb: imagem de cartoon de Miel retirada daqui.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

O Bolhão desce a Lisboa

Neste final de tarde lisboeta, haverá debate com Manuel Alegre, arq. Joaquim Massena e outros a pretexto da iminente demolição do mercado municipal portuense do Bolhão, na Sociedade Portuguesa de Autores (a Picoas).
Nesta ocasião será apresentado o manifesto «Participação e Cidadania», aprovado no Fenianos a 14 de Junho passado e que se desdoba por 4 vertentes: 1) o Estado e a gestão pública; 2) o património e a memória colectiva; 3) o equipamento ao serviço dos munícipes; 4) a memória e a operacionalidade no património.
A iniciativa é da Plataforma de Intervenção Cívica do Porto.
Mais inf. aqui e aqui.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Atlas do ambiente

Esta 6.ª feira vai ser dia gordo. Além da tertúlia sobre os ciganos portugueses, haverá uma mesa-redonda em torno do lançamento do Atlas do Ambiente do Le Monde diplomatique (Lx., Fundação Calouste Gulbenkian, aud.º, 18h).
A mesa-redonda contará com os seguintes intervenientes:
● Viriato Soromenho Marques (UL) - «Política de ambiente em Portugal»
● Luísa Schmidt (ICS-UL) - «Cidadania ambiental, entre os "interesses" e a governança»
● João Pato (ICS-UL) - «Políticas públicas da água em Portugal»
● Sandra Monteiro (Le Monde diplomatique - ed. portuguesa) - «Cartografar análises e soluções»
O livro estará disponível a partir de 20 de Junho, é editado pela Outro Modo, Cooperativa Cultural, tem prefácio de Luísa Schmidt, introdução de Ignacio Ramonet e direcção de Philippe Bovet, Philippe Rekacewicz, Agnès Sinaï e Dominique Vidal.
Nb: mais informações sobre o livro aqui.
Apoios: Fundação para a Ciência e a Tecnologia Programa Gulbenkian Ambiente da Fundação Calouste Gulbenkian Agência Portuguesa do Ambiente Instituto Franco-Português.