Mostrar mensagens com a etiqueta eleições americanas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eleições americanas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Donde vêm as ideias injustas

A vitória republicana na Câmara dos Representantes dos EUA foi na semana passada e já desapareceu dos noticiários. E no entanto os votos dos republicanos norte-americanos e os compromissos de Barack Obama com a nova maioria irão influenciar mais a nossa vida do que pensamos. Quando Paul Krugman, prémio Nobel da Economia, termina uma crónica no The New York Times sobre as consequências de uma vitória republicana com uma «tirada à Vasco Pulido Valente» (cfr. aqui) é porque devemos prestar atenção ao que se vai passar. A pressão republicana será para cortar nos impostos e no investimento público. Consequências: o défice aumenta ao mesmo tempo que o investimento público e o emprego diminuem. A História voltou e está em pé de guerra.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Eleições no mundo: boas e más notícias

> boa notícia: vitória de Dilma Roussef no Brasil

> má notícia: maioria do Partido Republicano na Câmara dos Representantes dos EUA

> país a necessitar urgentemente de eleições: Itália («“É melhor gostar de raparigas bonitas do que ser gay”»: Berlusconi dixit)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sim, porque ele há jornalismo e jornalismo

Segundo o Público 24 horas depois de ser eleito Obama já está a sofrer pressões, segundo o New York Times, e o Le Monde é Obama quem está com pressa de constituir uma nova equipa. Definitivamente o modo como se escreve uma notícia não é neutro.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Tempos de Mudança?

Que dia extraordinário, o de ontem. Confesso que verti uma lágrima ao ver as expressões de african americans mais velhos que nunca esperaram assistir à eleição de um presidente americano negro. Yes we can! Que emissão extraordinária na CNN, ontem (tirando os anúncios que nos massacravam). Pensei em Robert Sklar e na certeza de que Movie-Made America. Momentos fabulosos com hologramas ao estilo da Guerra das Estrelas, com os jornalistas a proferirem o nome de Obi Wan Kenobi e a célebre frase Beam me up (Scotty)! do Caminho das Estrelas: A Pop Culture ao rubro! Intuía-se a personagem de David Palmer da série 24. George Lucas e Steven Spielberg pareciam estar a realizar a emissão ao vivo. Hollywood arrasou e os Democratas também. Ainda bem. Mas lembro-me sempre de Visconti e do filme Il Gattopardo, que versa sobre tempos de mudança, onde a personagem de Tancredi Falconeri, interpretada por Alain Delon, afirma: "se vogliamo che tutto rimanga com'è, bisogna che tutto cambi"...
A Proposition 8 passou. Shame on you.
Lembro-me também de Romero, e em especial, do filme The Night of the Living Dead. Pode haver luz ao fundo do túnel, mas os E.U.A. permanecem uma nação que precisa de ser socorrida dos seus próprios fantasmas. Num dos filmes recentes mais belos sobre esses "fantasmas", In the Valley of Elah, a personagem de Tommy Lee Jones toma uma iniciativa inédita no cinema americano: Iça a Stars and Stripes ao contrário para que o seu país possa ser socorrido, dos fantasmas e não só.

Post Fácil

Confesso: Sou um pró-Americano Primário.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Debate entre os papagaios Palin e Biden não fará qualquer diferença

Para quem esperava por gafes, o debate entre os candidatos à vice-presidência dos EUA também foi frustrante. Tanto Biden como Palin evitaram o confronto direto e mais quente. Na verdade, foram meros papagaios a repetir as propostas e ataques de seus respectivos candidatos à presidência. Biden se portou como um perfeito cavalheiro ao deixar a sua arrogância de lado. Mostrou estar bem preparado com serenidade. Do outro lado, viu-se uma Pitbull de Batom bem mancinha, mas mais segura e mais ensaiada também. Em suma: pelo desempenho de ontem, ambos não deverão fazer qualquer diferença na escolha do eleitor americano. Entretanto, uma sondagem da CNN, realizada logo após o debate, deu vitória a Biden com 51%, contra 36% de Palin, números bem próximos dos obtidos por Obama e McCain.

Foto: Reuters

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Palin e Biden têm muita piada (seria cômico se não fosse trágico)

burro Com toda esta crise financeira a rondar o mundo, nada melhor do que ter dois candidatos à vice-presidência dos EUA brincalhões, para desanuviar nossas cabeças apreensivas e nos fazer rir às pencas. Em sua primeira entrevista à TV ABC, a senhora Palin afirmou ser especialista em política externa só porque poderia ver a Rússia de sua casa (no Alasca). Em outra entrevista à CBS, já no meio da atual crise, ela elogiou McCain por “defender a regulamentação dos mercados capitais”. "Mas McCain é contra a regulamentação. Daria pra você me citar alguma medida que ele tenha tomado para regular a economia", perguntou a jornalista super-curiosa. E Palin sem pensar um minuto sequer (tenho lá as minhas dúvidas se ela de fato é um ser pensante) lascou esta na cara da pobre jornalista: “Vou verificar e te falo depois". Já o vice de Obama não deixa por menos. Depois de pedir pra que um senador paraplégico ficasse de pé durante o seu discurso, Joe Biden se mostrou um profundo conhecedor de história americana contemporânea ao afirmar, na semana passada, que “Roosevelt foi à TV acalmar o mercado em 1929”. Até aí, tudo bem não fosse pequenos detalhes. Ah, esses malditos detalhes! Em 1929, não havia ainda a TV e muito menos Roosevelt era presidente. Mais aqui e aqui.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

The Economist organiza eleição mundial pra presidente dos EUA

Através de sua web, o jornal The Economist colocou em andamento uma iniciativa que permite a qualquer cidadão deste mundo “votar” nas eleições presidenciais dos Estados Unidos da América. Basta cadastrar-se e pronto. O sistema adotado pelo portal reproduz fielmente o adotado no país, ou seja: quando um americano vota na eleição presidencial, não está votando diretamente no candidato, mas num grupo de pessoas iluminadas denominadas “elector”. Esses “eleitores” (pessoas que integrem os quadros dirigente dos partidos, ou que ocupem cargos políticos, ou antigos membros do Congresso) formam um tal “Electoral College”, que de fato é quem escolhe o presidente que os governará por quatro anos, promoverá guerras pelo mundo e, enfim, fará o que bem entender noutros países. O que não deixa de ser um processo eleitoral virtual, cá entre nós. Então, já que é assim, vamos lá ao “Global Electoral College” cumprir o nosso dever cívico.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Sarah Palin, a senhora guerra

Em sua primeira entrevista (TV ABC), a tosca Sarah Palin ao se dizer “pronta pra ser presidente” não descartou um ataque à Rússia. A intervenção armada ocorreria caso a Geórgia fizesse parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte. “O tratado significa que podemos ser chamados à ação”, disse. Durma com um barulho deste, senhor McCain. Aqui o vídeo.

Nb: Há algum tempo tenho encontrado dificuldades para postar, principalmente depois que instalei em meu PC a última versão do Firefox. Hoje, porém, a coisa foi além do razoável. Postei uma foto de Sarah Palin de biquíni e com uma arma. Quando me dei conta que se tratava de uma foto-montagem, tentei substituí-la ou explicar a sua origem. Mas não consegui nem uma coisa nem outra. O Blogspot “travou” como uma mula e não aceitou qualquer comando de alteração. Só agora, navegando pelo Google Chrome é que consegui fazer a alteração desejada. Peço desculpas a todos.

;)

O vice de Obama, Joe Biden, é realmente o um trapalhão (ou quem sabe um milagreiro, sabe-se lá). Em seu discurso no Missouri, ele quis homenagear o senador Chuck Graham e disse: "Chuck, levante-se para as pessoas poderem vê-lo". Graham é paraplégico e estava numa cadeira de rodas.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Palin vira boneco. E McCain tem uma vice com jeitinho de dominatrix

Esta é a nova imagem de Sarah Palin. De conservadora, cristã fundamentalista e defensora da abstinência sexual antes do casamento (entre outros atributos), a vice de McCain parece-me que agora virou sex symbol e mania entre os norte-americanos. O boneco dela é encontrado em três versões: a colegial sexy, a executiva (em trajes civis) e a super-heroína (com sobretudo de couro, minissaia, baby look e uma arma na coxa esquerda). É só escolher uma, pagar cerca de 30 dólares... e pronto. Quem diria, hein?! É a política a nos pregar surpresas.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Independentes? Mas não muito.













À primeira vista, nem democratas nem republicanos. É o que diz a sondagem do instituto Pew realizada há poucos meses. Segundo este resultado, 37% dos eleitores norte-americanos se confessam independentes, contra 36% de democratas e somente 27% de republicanos. Apesar dos números mostrarem esta tendência (aliás, esta tendência vem aumentando em torno de 70% ao ano), eles não são tão independentes assim como se imaginam e na hora “H” 15% deles mudam de idéia e acabam por votar no Partido Democrata, enquanto 10% elegem o candidato do Partido Republicano, como revela também a mesma sondagem. O que se deduz que tanto Barack Obama como Jonh McCain terão de brigar (e muito) por esses eleitores, pois não podem contar apenas com a vitória com base na força de seus respectivos partidos.

Além dessa preocupação, tanto democratas como republicanos têm de estarem atentos aos candidatos que devem atrair os eleitores de fato independentes, para que não percam votos que possam ser decisivos na contagem final. Entre eles destaco a candidata verde (Green Party), Cynthia McKinney, o socialista Brian Moore (Socialist Party USA), o independente Ralph Nader, Bob Barr, do Partido Libertário (Libertarian Party), ou de Chuck Baldwin, que é candidato pelo Partido da Constituição (Constitution Party). Estes com certeza “roubarão” alguns votos ou de Obama ou de McCain.

Cynthia McKinney (foto à esquerda) - Foi eleita para a Câmara dos Representantes (1993-2003 e 2005-2007) e deixou o Partido Democrata em setembro de 2007. Centra o seu discurso na luta contra as desigualdades de raça e de classe. Porpõe uma uma nova ordem social nos EUA. É com certeza o grande diferencial nesta eleição. Pode tirar muitos votos de Obama na Geórgia, sobretudo na comunidade negra.

Chuck Baldwin – Charles O. Baldwin é pastor da Igreja Batista e radialista. Saiu do Partido Republicano e levou com ele eleitores conservadores cristãos. Deixou o partido após a escolha de Bush, em 2000, por considerá-lo demasiadamente liberal. Com esse perfil, não tenho a menor dúvida de quem ele “roubará” alguns votos.

Ralph Nader e Bob Barr – Ambos defendem suas candidaturas em protesto ao domínio do governo americano pelos democratas e republicanos. O primeiro apoiou, em dezembro de 2007, a candidatura do democrata Edwards. Tentou concorrer pelos verdes, mas quebrou a cara. Deve tirar mais votos democratas. Já Barr e um ex-republicano que rompeu com a administração do presidente George W. Bush por considerá-la nociva às liberdades civis.Esse não deve fazer qualquer diferença, pois é uma “Maria vai com as outras”: ora defende a guerra ora se opõe a ela.

Brian Moore (foto à direita) – Essa é uma candidatura de resistência. O que poderá fazer um candidato verdadeiramente socialista (Socislist Party –US) na “Meca do capitalismo”? Infelizmente, nada ou quase nada interferirá neste cenário polítco.

Além desses candidatos que considero mais sérios, a eleição norte-americana terá mais uma dezena deles. Entre eles alguns são bem caricatos ou, na melhor das hipóteses, muito estranhos que querem apenas os seus 15 minutos de fama. É o caso, por exemplo, de Cris Ericson que disputa a presidência dos EUA pelo Partido da Maconha (US - Marijuana Party) e um maluco irreversível conhecido por Jonathon “O Empalador” Sharkey (foto). O homem foi indicado por um tal Partido Pagão Vampiros e Bruxas. Estes, sequer conseguirão ter os seus nomes inscritos nas cédulas de votaçãom em 4 de novembro próximo.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Então, qual é o verdadeiro John McCain?

Ou eu pirei de vez e entendi tudo às avessas ou John McCain está em partido errado todo esse tempo ou ele é muito cínico. Como não pirei ainda e ele nunca pertenceu a outro partido, só me resta deduzir que o ex-herói de guerra é mesmo um cínico patológico. Durante o seu discurso de ontem, o candidato republicano à presidência dos EUA elogiou o seu rival Barack Obama, o chamou de “companheiro” e até se apropriou do seu slogan político. Sem citar o nome de Bush em seu discurso, disse ser o verdadeiro candidato da mudança, o que na verdade não deixa de ser uma crítica ao atual presidente. Como um quase bom democrata, pasmem!, não descartou a possibilidade de usar “os meios diplomáticos” antes de sair a dar tiros alhures e invadir terras estrangeiras. Em suma, de um lado agradou os seus simpatizantes de sempre, do outro tenta convencer a ala mais conservadora de seu partido (se bem que isso a senhora Palin já conseguiu fazer com certa eficiência). Pra arrematar, tenta conquistar também a simpatia dos democratas mais incautos e dos sempre oportunistas independentes.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Sarah Palin: apenas um discurso água com açúcar

Finalmente a senhora Palin falou e soube como convencer os seus correligionários republicanos mais céticos. Iniciou seu discurso apresentando sua família, que estava ao lado da de McCain (bem original isso, não?!). Atacou a mídia que devastou a sua vida privada nestes últimos dias (e com toda a razão) e não perdeu tempo em criticar Obama, como era previsto. Foi aplaudida de pé quando discursou sobre valores morais e o direito de se portar armas (é talvez o que ela tenha de melhor). Apesar de ter boa presença de palco e ser bem fotogênica, se mostrou muito nervosa. De fala com pouca variação de tom e expressão muitas vezes apática, foi apenas eficiente ao usar frases rápidas e curtas (talvez pra não se comprometer). Enfim, se mostrou carismática, mas fez um discurso tipo água com açúcar, onde a cena mais marcante ficou por conta do uso político de seu filho com síndrome de Down. O bebê passou de mão em mão como se fosse um troféu ou um recipiente de água benta.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Gravidez poderá ajudar republicanos

Ao contrário de que se anda a falar aos sete ventos, a gravidez da filha até poderá ajudar a campanha de Sarah Palin. Parece paradoxal, mas não é. Apesar de McCain e Palin pregarem a abstinência sexual antes do casamento, ambos são antes de qualquer coisa ferrenhamente contra o aborto. Britol vai ter o bebê em vez de abortá-lo, vai se casar com o pai da criança e formará um núcleo familiar bem aos moldes tradicionais da sociedade republicana norte-americana, passando a imagem de defensores da boa moral e dos bons costumes. E assim se apresentarão ao eleitorado mais conservador como defensores intransigentes da vida, mesmo porque Palin é contra o aborto até em casos de estupro. Tanto que os principais lideres evangélicos já saíram em defesa da vice-presidente e de sua filha.

domingo, 31 de agosto de 2008

Um candidata a Vice-Presidente que não sabe o que um Vice-Presidente faz na vida


Nesta entrevista, há poucos meses, questionada sobre a possibilidade de ser candidata a Vice-Presidente dos EUA - como vice de McCain - Sarah Palin, governadora do Alaska, disse que antes de discutir o assunto teria que saber o que faz um Vice-Presidente durante um dia de trabalho. Hoje é mesmo candidata a Vice-Presidente ao lado de McCain. Talvez alguém lhe tenha explicado entretanto o que faz um Vice-Presidente dos EUA.
Vídeo descoberto no Rue89, numa peça onde se argumenta que a escolha de Sarah Palin não será assim tão boa ideia para McCain.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"No way. No how. No McCain"

domingo, 8 de junho de 2008

O “yes, we can!” de Hillay e a matemática de um possível “dream ticket”

A senhora Clinton anunciou oficialmente neste sábado a suspensão de sua campanha à Casa Branca e declarou o seu apoio à candidatura de Barack Obama. “Hoje estou com o senador Obama para dizer: sim, nós podemos!” (ouça aqui parte de seu discurso). Embora o nome da senadora seja bastante cotado no núcleo do Partido Democrata para compor chapa com o Obama (Bill é um deles), não é muito certo que isso acontecerá. Ao contrário. Mesmo garantindo que a quer (e não poderia ser diferente) “no primeiro plano” na corrida à presidência, Obama não tem deixado claro que a quer como a sua vice, limitando-se apenas em derramar um infindável leque de elogios à sua ex-rival. Vejamos, pois, os prós e contras do chamado “dream ticket”.

Apesar de ser aparentemente contraditório com os discursos de ambos, politicamente uma "chapa dos sonhos" até que faria um certo sentido. Hillary se mostrou muito eficaz onde Obama se mostrou frágil: junto aos trabalhadores brancos de menor renda, mulheres acima dos 50 anos e hispânicos.

A presença dela na chapa poderia ajudar a unificar o partido contra John McCain (que aliás está com os republicanos também divididos: o homem é muito liberal pra cabeças deles). Defensores dessa "chapa dos sonhos" dizem que somente ela seria capaz de atrair 100% do voto democrata. Fora isso, os 18 milhões de votos a ela conferidos não deixa de ser um convite bastante sedutor.

Entre os partidários de Hillary há eleitores hesitantes, principalmente as mulheres mais idosas, que, segundo sondagens, não votariam em Obama de jeito nenhum. A vice-presidência talvez seria um prêmio de consolação a quem tem se mostrado irredutível.

Se estes são supostamente os pontos favoráveis a uma “chapa dos sonhos”, há também os fatores negativos. Para o ex-presidente Jimmy Carter, isso traria à tona os aspectos indesejáveis de ambos os candidatos, que os exporia a um farto arsenal de críticas de McCain. Além dessa possibilidade, não se pode negligenciar a taxa de rejeição da senadora: mais de 40% entre todos os eleitores norte-americanos. Enfim, na matemática crua e nua da política, vejo mais vantagens do que desvantagens numa composição entre ambos, mesmo porque o candidato à presidência é Barack Obama, um homem que, em campanha, sabe como ninguém combinar a sua história pessoal, visão e talento político e carisma. Além de ser extraordinariamente inteligente ao colocar o seu projeto político.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Ufa! Barack Obama é o candidato democrata à presidência dos EUA. Agora só falta o “sim” de Hillary pra que ambos derrotem McCain.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Yes we can



Esta fotografia foi tirada em Alexandria, VA, à 3 dias. Hoje a Virginia foi um local onde Obama venceu, bem como no estado de Maryland e DC.

Intitulo este post com o slogan de Obama, mas receosa que mude para Yes we could depois dos votos de todos os latinos do Texas estarem contados. A ver vamos. Continuo a apostar $$$$ numa final Clinton/McCain com vitória para McCain.