«Território anexado por Espanha: PS reabre polémica de Olivença por causa da Guerra das Laranjas», por Luciano Alvarez
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Como um edil nacionalista consegue afrontar a memória do seu povo
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Daniel Melo
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terça-feira, 22 de junho de 2010
Um caso vergonhoso de inimputabilidade e das indispensáveis cumplicidades de cúpula
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Daniel Melo
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A parte humana no adensar da catástofre madeirense
Para que não se repita o pior, a solidariedade com o povo madeirense passa também por solucionar um assunto difícil, incómodo, aparentemente lateral, que é o da responsabilidade humana no reforço da catástofre madeirense. Já tinha deixado alguma informação neste post. Agora aproveito para listar outros textos com informação relevante, incluindo um premonitório alerta com 25 anos:
1) «O que se dizia antes da tragédia» (reportagem da RTP-Madeira de 13/I/2010)
2) «Oxalá que nunca se diga que sou profeta» (texto do eng.º silvicultor madeirense Cecílio Gomes da Silva, Diário de Notícias da Madeira, 13/I/1985)
3) «Não é canalhice nenhuma» (opinião de Daniel Oliveira sobre insultos do presidente regional madeirense a quem alertou para o problema do planeamento urbanístico ligado às 3 ribeiras que passam pelo Funchal)
4) «É um erro reconstruir onde a enxurrada levou, diz especialista» (alerta do prof. catedrático Lusitano dos Santos, perito em planeamento e ordenamento do território, Público, 24/II/2010)
5) «Quercus diz que bom ordenamento do território teria evitado tantas mortes» (Público, 22/II/2010)
6) «Ex-vereador do Ambiente do Funchal afirma que a tragédia “era expectável”» (Público, 21/II/2010)
7) «"Mau planeamento urbanístico" aumentou consequências» (posição da Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil, Público, 21/II/2010)
ADENDA: «Está lá tudo», por Rui Tavares (Público, 1/III/2010)
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Depois do cataclismo na Madeira
«À procura da normalidade, Madeira teme mais vítimas». Entretanto, alarga-se a solidariedade para com o povo madeirense (vd. aqui e aqui). Foi o maior cataclismo natural em 100 anos na região, em parte por culpa do mau planeamento urbanístico: sobre isso, o debate em curso já avançou com soluções sustentátveis, para evitar que o pior se repita. Mas essas soluções implicam o corte com o modelo de desenvolvimento que tem sido seguido. Seja qual for a decisão, já não dá para dizer depois que não se sabia que havia soluções alternativas.
Por ora, c. de 30 mil crianças não poderão ir à escola nos próximos tempos. O governo português decretou 3 dias de luto nacional. Informação actualizada aqui. Mais imagens do temporal aqui e no espaço donde foi retirado este video.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Nos carris de Kafka...
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Daniel Melo
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domingo, 29 de novembro de 2009
A ler: último troço da CRIL "é um verdadeiro crime"

O título da entrevista resume bem uma boa parte da sua mensagem: «Último troço da CRIL "é um verdadeiro crime"». De facto, o que se passou com este atentado aos direitos dos cidadãos, à vivência urbana e ao atropelo da negociação devia servir para meditar sobre como certos poderes públicos (no caso, a Estradas de Portugal) conseguem subverter e afrontar os mais elementares direitos sociais e sairem impunes.
Nunes da Silva chama ainda a atenção para duas outras questões também relacionadas com a gestão urbana, o processo decisório e o relacionamento entre poderes central e local, com graves implicações no ordenamento do território, na racionalização dos recursos públicos e na mobilidade: a urgência em municipalizar as empresas Metropolitano e Carris e o esvaziamento pelo governo da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa.
Quanto à 1.ª, o imobilismo deve-se a duas razões que também merecem reflexão:
«Qual tem sido o principal obstáculo à transformação dessas empresas em empresas municipais?
A questão do passivo é, sem dúvida, um problema, mas penso que essas empresas dão muitos jobs for the boys. E, portanto, os dois grandes partidos do país têm de distribuir lugares e essas empresas são muito apetecíveis, ainda por cima porque dêem lucro ou prejuízo continuam alegremente».
Quanto à 2.ª, espelha bem a história do hipercentralismo português:
«A Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa funciona nos moldes actuais?
Não funciona nem vai funcionar.
Porquê?
Porque primeiro não tem de facto autoridade, porque para ter autoridade é preciso duas coisas: que o Governo delegue na autoridade decisões ao nível da estratégia de desenvolvimento do sistema de transportes, e repare o que aconteceu. Uma ou duas semanas depois de a administração da autoridade ter tomado posse, a secretária de Estado Ana Paula Vitorino anunciou um conjunto de iniciativas para o Metropolitano de Lisboa e para a Carris que não tinham sido minimamente estudadas e que foram feitas completamente à revelia da autoridade. Segundo ponto: só manda quem tem dinheiro. E portanto uma autoridade que não tem poder para contratualizar serviços de transporte com os operadores públicos e privados não manda nada».
Resta saber até onde chegarão as opiniões avisadas. E que desenvolvimentos terão.
Nb: imagem retirada do blogue «Cidadãos responsáveis e livres: CRIL pela cidadania».
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
No país esquecido
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Ainda sobre o documentário, cujo trailer pode ser visto aqui, recomendo a leitura do post «Agora só falta aqui o cimento», do Daniel Oliveira.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Eletrexidade, ó lecas!
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
Cidades com muitos nomes
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Renato Carmo
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sexta-feira, 20 de abril de 2007
Os peões também têm cartaz!
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A propósito, hoje foi dia de debate sobre o Parque Mayer na Ordem dos Arquitectos. As conclusões estão aqui e vão no sentido daquilo que já avançáramos. A arq.ª Ana Tostões diz que está farta de escrever cartas para a CML a pedir a salvaguarda do cinema Capitólio, mas que até hoje têm feito orelhas de mercador. Acho injusto esta hipótese: então não se está mesmo a ver que se trata de poupança, neste caso em selos?
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Daniel Melo
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