Mostrar mensagens com a etiqueta Conferências. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Conferências. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 2 de março de 2011

O grande Stuart é hoje evocado por António Valdemar



sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

No centenário da morte de Leão Tolstoi


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Heranças sociais da República

Arte, Política e Pensamento para o Século XXI é o nome dum ciclo de conferências da Fundação Gulbenkian, no âmbito das comemorações do centenário republicano, em complemento da mostra ResPublica 1910 e 2010 face a face.

Começou o ciclo este sábado, com o filósofo Bernard Stiegler («A coisa pública como processo de trans-inviduação») e com Marie-José Monzain («Cultura do possível e fundação da vida política»).

Ao invés de Frédéric Martel, que aqui referimos, Stiegler tem uma visão bem céptica da indústria cultural, considerando-a uma ameaça civilizacional na sua forma actual, produzida por um capitalismo hiper-industrial que compromete a individualização psíquica dos colectivos humanos. Propõe, em contrapartida, uma alternativa crítica centrada numa nova interacção entre política, criação, indústria e educação. Mais inf. e perfil aqui e aqui.

No próximo sábado, será a vez dos pensadores Jacques Rancière («A era da emancipação já passou?») e Georges Didi-Huberman («Povos expostos»). Novamente às 17h, e com transmissão em directo aqui.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Os vários tempos do sindicalismo


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Seminário Como se faz um povo

O projecto  POVOpeople, de que aqui falei, encerra amanhã em grande com o dia inteiro dedicado ao debate dos livros conexos e a visitas guiadas temáticas (vd. programa aqui).

No 1.º debate, sob a História e o povo, os investigadores  Fernando Oliveira Baptista e Manuela Ribeiro Sanches comentarão o livro Como se faz um povo, seguindo-se um debate com os colaboradores do livro que estiverem presentes (e foram muitos, 32). Será às 11h30.

No 2.º debate, sobre A política dos muitos, o jornalista António Guerreiro e o filósofo Nuno Nabais comentarão a antologia homónima, que junta textos de pensadores como Giorgio Agamben, Dipesh Chakrabarty, Michel Foucault, Eric Hobsbawm, Raymond Huard, Jacques Rancière, Paolo Virno e Slavoj Žižek. A sessão começa às 16h15 e será moderada pelos antologiadores, Bruno Peixe Dias e José Neves.

A conferência de encerramento cabe ao filósofo político Antonio Negri, que falará sobre «Entre povo e multidão, o comum», no que pode ser uma recapitulação do seu último livro Commonwealth, escrito a meias com Michael Hardt. Começa às 18h15.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Gramsci, por Chris Bambery (em directo, às 21h)


A partir das 21h de hoje pode assistir aqui à transmissão em directo da conferência de Chris Bambery sobre o político e pensador italiano Antonio Gramsci.

As conferências anteriores do ciclo «Pensar os pensadores do socialismo», incluindo a de Trotski, podem ser acompanhadas aqui.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Pensar o socialismo, hoje


O ciclo de conferências «Pensar os pensadores do socialismo», organizado pela Cultra, propõe-se apresentar alguns dos nomes sonantes do pensamento socialista mundial: Marx, Lenine, Trotsky, Rosa Luxemburgo, Antonio Gramsci e Mao Tsé-Tung. Começou este mês e decorre até 8 de Junho, às 3.ªs, às 21h, na liv.ª Ler Devagar da Lx-Factory, em Lisboa.

sábado, 17 de abril de 2010

Não será uma excessiva concessão às massas?

«Este ano a Trienal de Arquitectura quer pôr-nos a falar de casas»

(ainda por cima quando se podia repetir um tema bem mais relevantíssimo como o dos «vazios urbanos»)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Wallerstein: o capitalismo colapsa e duas alternativas confrontam-se

A conferência que o cientista social Immanuel Wallerstein deu ontem em Lisboa (e aqui anunciada) já está disponível em linha, para quem esteja interessado em ouvir este grande pensador dissertar sobre a evolução do sistema-mundo desde 1945, o ocaso em curso do capitalismo e as duas saídas possíveis e antagónicas que presentemente se digladiam.
PS: resumo da aula magistral aqui.

terça-feira, 23 de março de 2010

Crisis, what crisis? - Immanuel Wallerstein em Lisboa

É já amanhã que o sociólogo norte-americano Immanuel Wallerstein (Yale University) conferencia em Lisboa sobre «Crisis, what crisis?» (FCSH-UNL, Av. de Berna, 26C, aud.º 2, 18h).

Para além da actualidade do tema, a relevância desta reflexão remete para a sua perspectiva de estudo alargado do capitalismo, tanto em termos espaciais como temporais, de que resultou a sua monumental obra O sistema mundial moderno (1974-89)*. Não bastasse este contributo, Wallerstein abordou também outros temas relevantes, como a relação entre ideologia e poder em European universalism (2006, recenseado aqui), ou entre ciência e poder em The uncertainties of knowledge (2004, introdução e cap. 1 aqui). Apresentou ainda as suas propostas políticas, duma sociedade igualitária baseada em organizações não lucrativas, em Utopistics: or historical choices of the twenty-first century (1998).

Um cheirinho da conferência pode ser lido em «Crise grega, eurotrapalhada, bagunça nas nações ocidentais, desordem mundial?» (v. o. aqui). Outra tradução afim, dada a conexão entre guerra e crise global, é «O declínio do império americano», resumo dum seu livro homónimo de 2003.

A conferência insere-se no âmbito do Seminário Vitorino Magalhães Godinho de Sociologia Histórica Comparada, o que não é uma coincidência: tanto Godinho como Wallerstein são discípulos dum historiador francês de referência, Fernand Braudel. De resto, a este último foi dedicado o Fernand Braudel Center for the Study of Economies, Historical Systems, and Civilizations, co-fundado por Wallerstein em 1976 e em cujo site se podem ler mais textos do autor.

*este estudo foi posteriormente condensado no livro Historical capitalism, with capitalist civilization (1995), com versão em português de 2001 (vd. aqui).

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A presidente chilena vem a Lisboa conferenciar...

Aqui fica o tema da conferência de Michelle Bachelet Jeria:

«Género e participação política: a experiência do Chile»

(FCG, 2/XI, 17h; +info aqui).

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Os filhos pródigos da liberdade, ou a evocação oportuna do exílio político português



quinta-feira, 14 de maio de 2009

Conferências de Lisboa começam esta tarde, com José-Augusto França


Toda a informação no blogue do Rui Tavares.
No site homónimo terão videodifusão em directo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

No Dia Mundial do Livro

O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que hoje se celebra, é uma efeméride criada pela UNESCO em 1995.

Este ano, Lisboa associa-se à iniciativa com uma série de iniciativas municipais. Destaque-se a mesa-redonda «Raridades Bibliográficas da Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa». Com início às 18h30, tem como moderador Paulo J. S. Barata e intervenientes Álvaro Costa de Matos, Ana Teresa Brito, Filipe Casimiro, Glória Bastos, João Carlos Oliveira, Pedro Mesquita. Paralelamente, inaugura-se a exposição «Raridades Bibliográficas da RMBL» (de 8/IV a 16/V). O espaço escolhido para ambas as iniciativas é a Biblioteca Municipal Camões,  à Bica (+inf. em «Abril - Mês das Bibliotecas»).

Muitas outras cidades acolhem hoje actividades próprias, como tem sido hábito, grande parte organizadas pelas bibliotecas municipais locais. Só para ficar por Portugal: em Évora encena-se «Uma noite na biblioteca», de Luís Varela; em Beja, destaca-se o espectáculo «Pele e Fole», pela Associação Imaginário, que percorrerá a cidade, além de leituras ao desafio por elementos da Homlet – Companhia de Teatro da Sociedade Capricho Bejen; em V. F. de Xira abre ao público a mostra «Vozes da Liberdade: literatura, liberdade e censura» e é lançado um livro, na biblioteca municipal local. Para as iniciativas nestas e noutras cidades do mundo vd. esta notícia.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Memória política da repressão ditatorial

No Brasil, o julgamento de crimes da Ditadura Militar (1964-85) está a dividir o governo de Lula. O ministro da Justiça advoga pelo debate; o da Defesa é contra e quer encerrar o assunto.
Ao invés da Argentina e do Uruguai, o Brasil continua preso aos seus fantasmas pelo pacto desresponsabilizador da Lei da Amnistia, numa altura em que passam 45 anos sobre o golpe militar que derrubou o governo legítimo de João Goulart.
Neste momento, o Supremo Tribunal Federal averigua que tipo de crimes estão abrangidos pela Lei da Amnistia, dos anos 80. Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto,  a Lei de Amnistia perdoou "reciprocamente" os crimes políticos de ambas as partes, cometendo um erro crasso: "Mas amnistia não é amnésia. É necessário saber que crimes foram esses e os que estão efectivamente por ela abrangidos". E deixa um alerta lucido: "Um país que não conhece a sua história, sobretudo as suas páginas mais sombrias e controversas, corre o risco de repeti-la". Por isso, Britto defende a abertura dos arquivos da Ditadura, para "resgatar a memória do país lamentavelmente vivida no período sombrio do regime militar" (vd. aqui; sobre as ditaduras latino-americanas coevas vd. aqui).
A este propósito, o CES-UC organizou o Seminário Luso-Brasileiro Repressão e Memória Política, juntando investigadores e activistas dos direitos humanos de ambos os países, em parceria com a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça da República Federativa do Brasil (20-21 de Abril, Sala de Seminários do CES). Inclui a presença do Ministro da Justiça brasileiro, Tarso Genro.
O evento tem como fito "estabelecer uma interlocução aprofundada entre as iniciativas de preservação da memória política dos dois países, que tiveram um passado recente de longos governos repressivos. Serão feitas apresentações sobre as principais políticas públicas e as práticas sociais voltadas ao esclarecimento histórico e à formulação de processos pedagógicos que permitam à sociedade transformar a experiência de restrição das liberdades públicas e submissão à força em um processo reflexivo e pedagógico sobre a importância da manutenção e do fortalecimento da democracia" (vd. programa aqui).
Nb: na imagem, autocolante de organização de defesa dos presos políticos da Ditadura Militar brasileira, sendo que a amnistia a que se refere nada tem a ver com a lei que depois foi promulgada.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Nos 100 anos do Congresso Municipalista (agenda)

Mais informações aqui.

sábado, 21 de março de 2009

A crise do capitalismo e o futuro

sexta-feira, 20 de março de 2009

O fim das ditaduras ibéricas

À informação constante neste cartaz ao lado, relativa ao Colóquio Internacional «O Fim das Ditaduras Ibéricas (1974-1978)», cabe aditar a seguinte alteração: Paul Preston não estará presente, por motivo de doença, sendo substituído pelo historiador Óscar José Martín García (da London School of Economics), que abordará o tema «Crisis del franquismo, conflictividad social y violencia política en Espana 1968-1976» (dia 20, às 18h30).

sexta-feira, 6 de março de 2009

Democratizar a política de habitação

Realiza-se hoje a iniciativa «(Re)habitar Lisboa», enquadrada nas actividades do Programa Local de Habitação (PLH), da responsabilidade da vereadora independente Helena Roseta.
Do programa consta uma conferência inaugural, com intervenções de peritos ligados à temática da habitação em Portugal, na Europa e no Brasil, a apresentação dum estudo de opinião sobre habitação elaborado pela Marktest para o PLH e a divulgação dos resultados da 1.ª fase do PLH.
Será ainda inaugurada a exposição «Habitação em Lisboa: memória do GTH - 50 anos», exibido o excelente documentário «As operações SAAL», de João Dias (que já aqui referiramos, aquando da sua estreia no DocLisboa; outros txs. com +info e opinião aqui e aqui). Para animar a malta, haverá um concerto dos ÓqueStrada.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Adventures in illegal art (ou de como ter os U2 à perna e continuar na boa)

Nb: mais info aqui.