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terça-feira, 5 de junho de 2012

Ainda bem que reconsiderou, Olivença é ibérica

«Alcaide de Olivença retira carga bélica à recriação da Guerra das Laranjas», por Carlos Dias
Sobre o mesmo assunto vd. este post anterior.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Aonde leva o troikismo: 1 milhão de desempregados, a angústia como quotidiano

«Desemprego real próximo dos 20% no primeiro trimestre», por Paulo Miguel Madeira e Raquel Martins
«Retrato: o desemprego tem rosto», blogue de Daniel Rocha

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Como um edil nacionalista consegue afrontar a memória do seu povo

«Território anexado por Espanha: PS reabre polémica de Olivença por causa da Guerra das Laranjas», por Luciano Alvarez

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Um livro oportuno, em tempo de egoísmos nacionais

O livro em questão é Representações da portugalidade, resulta dum colóquio realizado em 2010 e será lançado em Lisboa já amanhã, na Livraria Bucholz, às 18h30. A apresentação cabe ao jornalista Paulo Pena.
Publica a obra a Editorial Caminho, já com o seu editor José Oliveira de saída. Infelizmente. Sinais dos tempos.

domingo, 2 de outubro de 2011

Quem é mais expedito, Álvares Cabral ou a Rainha de Inglaterra?

É o Cabral, segundo a polícia brasileira e para mal dos nossos pecados, pois significa que o procurador-geral da República, autodenominado Rainha de Inglaterra, anda a engonhar e bem.
A história é simples: para resolver o caso da viúva assassinada em que surge envolvido o político luso Duarte Lima, a polícia brasileira solicitou à Procuradoria-Geral da República portuguesa a audição daquele político, então testemunha. O pedido foi feito por e-mail mas demorou 4 meses a ser respondido, e mesmo assim com má vontade. O procurador disse então a um jornal que ignorava um termo que aí vinha escrito, oitiva, que é um sinónimo de audição e é usado na linguagem jurídica no Brasil. É português e vem nos dicionários. A coisa foi tão ridícula que um polícia brasileiro desabafou o seguinte para a correspondente do Público, Alexandra Lucas Coelho: «É mais tempo do que Cabral levou a vir para o Brasil».

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Um stakhanovista inesperado

Ele foi o folhetim da semana, à míngua de revelações pelas bandas telenovelescas. Saiu, foi empurrado, fugiu, emboscado. A coisa tinha todo o suspense do mundo. A sombra pairava sob uma estrela.

Até que... Até que o mister tranquilidade veio dizer que a pessoa em causa desertara. Oh! Que coisa feia!!

Contudo, há algo de errado neste desfecho ingrato. A bem dizer, algo de deslocado. Na origem esteve uma genuína e indesmentível vontade de trabalhar em prol da pátria, ressoando a gesta produtiva dos stakhanoves de outrora.

Abelhinha workaholic, talvez. Agora, militar desertor? Vindo dalguém também conhecido por ser formiguinha no meio do campo?

Vá, revejam lá o guião, que a coisa está mal contada. Mereceis melhor.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A cozinha lusa em registo minimal-repetitivo

Podem ser dos melhores chefs portugueses da actualidade, mas as listas pessoais sobre os melhores 7 pratos da gastronomia portuguesa soam demasiado pelo mesmo diapasão. Tenho pena de o dizer, mas é assim.

A perdiz e o leitão à bairrada vem em todos, caramba (o cozido desaparece, asssim como as tripas, o cabrito, o borrego, a vitela, o arroz de pato...)! Nas sopas, a açorda alentejana intercala com o caldo verde: estou farto do caldo verde cheio de batata e chouriço, meus amigos! Como se não existissem outros sopas boas (gaspacho, sopa de peixe, de beldroegas, de feijão verde...); o pastel de bacalhau é quase o único petisco: que vergonha, então, não temos peixinhos da horta, enchidos, ovos mexidos, saladas de ovas e polvo...? Nos doces, vir em maioria pastéis de Belém e pastéis de Tentúgal, por muito bons que sejam, é quase um sacrilégio. Meus amigos, isso não é sobremesa, é apenas aperitivo de sobremesa! Seja em que cozinha for!!!

terça-feira, 22 de março de 2011

Sentido de Estado

Dado como desaparecido nos últimos meses, pede-se a quem der com o seu paradeiro o favor de contactar a República Portuguesa...

Sim, falamos dessa coisa que, outrora, encheu a boca dos auto-denominados «partidos da governação» (PS, PSD e CDS). «Sentido de estado»: é o último desaparecido em combate da política à portuguesa. Por causa disso, vêm aí eleições antecipadas e um agravamento da situação do país. Todos se ilibam de ter culpas, mas têm-nas e enquanto não o admitirem mais efeitos nefastos poderão produzir.

O PS por apresentar um PEC4 aos poderosos da UE sem previamente o ter debatido no órgão soberano, o parlamento. Foi imprudente e incorrecto. Deu assim pretexto a PSD e CDS para se afastarem ainda mais dum compromisso alargado para com a redução do défice e dívida pública e com reformas estruturais.

Não se compreende como, perante uma crise económico-social sem precedentes no país não tenham estes partidos criados condições para um sólido compromisso alargado. O mesmo é extensivo ao Presidente Cavaco Silva, que sempre se apresentou como institucionalista, moderador e promotor de equilíbrios e compromissos. Não se percebe a sua recente desculpa de impossibilidade de actuação devido à rapidez da crise, ilidindo a sua apatia no início da crise e os efeitos destrutivos do seu discurso anti-PS no reempossamento.

Os restantes partidos parlamentares também não saem bem na foto: centraram-se em excesso na crítica aos sucessivos PEC's, fingindo não querer ver a real dimensão da crise económica, não cuidando de tentar compromissos pontuais e em consolidar alternativas políticas concretas. As quais só recentemente começaram a aflorar (face a uma crise que já vai no seu 4.º ano!), e ainda assim com medidas completamente irrealistas, como o dum mega-plano ferroviário, comprometendo outras boas e necessárias medidas*.

Mas não devemos esquecer o quadro geral: os poderosos da UE são os principais culpados e podem estar a comprometer seriamente a coesão da União Europeia de modo estrutural. O alerta é recente e vem do investidor George Soros, alguém que sabe do que fala e tem escrito bastante sobre o tema da desunião europeia...

*É o caso do orçamento zero, da taxação da banca à taxa das pme's, da renegociação das parcerias público-privadas (o grande sorvedouro de recursos do Estado), a extinção dos governos civis e das empresas públicas.

nb: cartoon de Henrique Monteiro, retirada do blogue ironia d'estado.

terça-feira, 8 de março de 2011

Ah, grande Obikwelu: quantos partilhariam assim os holofotes?

Parabéns também a Naide Gomes! Ver mais em: «Francis Obikwelu ainda vale ouro aos 32 anos», por Luís Lopes.


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

1 de Dezembro, dia da restauração da dependência nacional

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Afinal, também Portugal esteve sob ameaça

«EUA tinham planos para invadir os Açores em 1975», por Nuno Simas.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A ascensão duma editora portuguesa

Nasceu no Porto, em 1944, e é hoje a maior editora portuguesa, depois da aquisição da Bertrand.
Descubra os segredos do êxito nesta entrevista de Vasco Teixeira, responsável editorial da Porto Editora, a Luís Miguel Queirós.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Pensando o elo complexo das identidades colectivas, para além da espuma dos dias

Para mais informações é favor ver o programa do evento.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Afinal, parece que não estamos assim tão mal, ó vozes da elite predadora

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Uma estreia auspiciosa

Pode não ter cheirado a arroz de marisco mas soube bem. Vencer os calmeirões vikings e, ainda por cima, de modo convincente não é canja. O homem do jogo foi Nani; contudo, tranquilizou mais a consistência dos sectores e omaior espírito de equipa. Parabéns ao novo seleccionador, o Paulo "Tranquilidade" Bento. Resta-nos apoiar e esperar que dure até ao final do Euro2012.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Boas práticas a nível local

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

E 4 meses depois lá se concluiu o caldinho...

«Federação despede Queirós e convoca eleições»

Agora resta aguardar pelo novo cozinheiro. E que não nos dêem mais arroz de polvo. Queremos melhor. Marisco!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O buraco negro do Google

Trabalho descartável, tendência lusa

«Portugal é o terceiro país da Europa com mais contratos a termo», por Ana Rute Silva

terça-feira, 3 de agosto de 2010

E já que é tempo de férias e viagem, eis outra boa exposição

Itinerário em 5 núcleos: 1. Turistas - o prazer e a arte de viajar; 2. A República e o turismo; 3. Turismo e identidade nacional: uma nova imagem para Portugal; 4. Os lugares turísticos e os projectos da República; 5. Férias em Portugal.

Local e prazos: Lisboa, no torreão nascente do Terreiro do Paço, até 26/X.

Cobertura pela imprensa («recortes») aqui.