segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Será mesmo o fim de Amy Winehouse ou marketing?
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Sappo
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Labels: Amy Winehouse, música pop
quarta-feira, 4 de junho de 2008
(A propósito da Amy) To Zèd with luv
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vallera
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Labels: Amy Winehouse, anarquia, bakunin, marxismo, punk, tom stoppard
domingo, 1 de junho de 2008
Não tenho paciência para Amy Winehouse, Britney Spears e afins
Agora, que venham comparar Amy Winehouse a Nina Simone, ou Billie Holliday, isso é que já é um ultraje. Nem é preciso comparar biografias (talvez Simone e Holliday tenham tido vidas muito mais duras, e verdadeiros dramas pessoais que possam justificar o sofrimento, mas nunca fizeram do sofrimento um espectáculo, mesmo que faça hoje parte da lenda, mas não vamos por aí). Atente-se à música: quando Amy Winehouse fizer metade do que fizeram Nina Simone ou Billie Holliday - i.e. quando gravar metade da discografia, com metade da qualidade, e que exerça metade da influência sobre as gerações de músicos futuras - então aceito a comparação, e podemos conversar. Enquanto esperamos, e vamos esperar muito, porque afinal a carreira de Amy Winehouse está apenas no começo (embora esteja provavelmente já no fim), fica uma faixa de Nina Simone ao vivo, para amostra. A música é boa, mas Nina Simone habituou-nos a melhor, a qualidade da gravação é sofrível, mas dá para ver o que era Nina Simone ao vivo. Oiçam, e julguem por vós.
Mas o pior, o que me tira do sério mesmo é chavões do tipo "Genialidade sem excesso? Não temos". Claro que quando se procura o excesso, e se idolatra o excesso, e se confunde excesso com génio, é normal pensar que não há génio sem excesso. Puro engano. Dou apenas o meu exemplo preferido: Charlie Parker e Dizzy Gillespie. O Jazz moderno tal como o conhecemos hoje é o resultado da revolução formal que foi o BeBop, e o BeBop foi 90% o resultado da parceria entre Gillespie e Parker. Parker é muito mais conhecido do que Gillespie (para os que não se lembram é o trompetista das bochechas enormes). Parker morreu novo, com excesso de álcool, excesso de drogas, batia na mulher, e mais uma série de excessos. Dir-se-ia que o excesso faz parte do génio. Mas que tem tudo isso a ver com música? Rigorosamente nada. E pouco importa que tenha sido Gillespie o teórico do BeBop, quem desenvolveu os novos formalismos, progressões de acordes, relações acorde-escala, e outras miudezas (essas sim, relacionadas com música). Gillespie não foi propriamente um homem de excessos, e teve uma carreira que durou uns cinquentas anos, coisa pouca afinal. Os excessos de Parker serão sempre o Ícone. Chama-se a isso confundir o essencial com o acessório.
P.S. - Razão tem o Luís Rainha.
P.P.S. - Sobre Gillespie já escrevi aqui e aqui.
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Zèd
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Labels: Amy Winehouse, música, música jazz, vinhos ao domingo
Quem foi ver Amy Winehouse viu Amy Winehouse
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Sappo
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Labels: Amy Winehouse, música pop, Rock in Rio Lisboa
quarta-feira, 26 de março de 2008
Amy Winehouse entra na luta contra o cancro de mama. Boa!
A cantora Nb:
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Sappo
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Labels: Amy Winehouse, câncer de mama, cancro de mama


