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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Enciclopédia do boy júnior

É um trabalho de sapa aquele que este blogue tem feito para nos revelar o maravilhoso mas intrincado mundo do assessor nova geração, pró-troika mas imune à partilha de penalizações salariais (isso é para o comum dos mortais).

Perante esta tendência com algum déjá vu, há quem ache que o perigo é a «esquerda caviar» ou, na expressão mais chã de Fátima Bonifácio, a «esquerda champagne». É que esta, se fosse poder, seria a «nomenclatura da nova situação». E, temor dos temores, concretizaria a ameaça letal: «Não fariam parte [os seus amigos ricos socialistas], como eu faria, se isso acontecesse, dos lumpen intelectuais a ganhar 25 tostões para dar dez horas de aulas por dia».

Pessoas como a insigne historiadora do século XIX dizem-se há muito vacinadas contra o esquerdismo dos anos 70, em que militou cegamente. No seu armário, contudo, é só fantasmas desse período. Aqueles que assim se expressam vivem todos nesse passado, como se não tivessem vivido mais nada, como se não houvesse mais referenciais do que um certo pensamento dualista desse tempo.

Entre o real e o imaginário, há todo um campo de opções. Optar pelo cenário mais inverossímil para neutralizar o dissenso político actual (ou, simplesmente, para evitar alongar-se sobre a situação actual) não deixa de ser o mais irónico possível para alguém que se «pela» por polémicas, gosta de política e se afirma provocadora.

Nb: para ler outras pérolas vd. aqui.

terça-feira, 15 de março de 2011

Entre nós e as palavras: a filosofia contra o consenso

Colóquio Internacional Jacques Rancière (Lisboa, FCSH-UNL, 15-16/III)

PERIPHERIE.SYLVAIN GEORGE JACQUES RANCIERE .1 por soukaz

Extra: Interview Jacques Rancière, por Jean Birnbaum.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ainda só se anuncia e já causa urticária

Porque será? Não andaram todos a falar duma canção dos Deolinda como porta-estandarte duma «geração» sacrificada? Então, agora não se queixem. Não venham dizer que o apelo está mal feito, que o anúncio é inaceitavelmente apolítico, como se só os políticos do estrado pudessem fazer jogo táctico. Honra ao Vicente Jorge Silva, pelo menos não o podem acusar de falta de frontalidade: «A liberdade paga-se com a precariedade». Depois do insulto gratuito sobre a «geração rasca», uma ode ao cinismo. Continuamos, portanto, num registo de vaudeville, que vai bem com a personagem e terá decerto o seu auditório gratificador.

Detalhes do evento na página no facebook do Protesto da Geração À Rasca e em «Manifestação a 12 de Março. Adesão ao protesto da “geração à rasca” já ultrapassa as 20 mil pessoas».

PS: ressalvar que a CGTP organiza outra manif, uma semana depois.

Adenda: agora também há quem diga não gostar da letra dos Deolinda, mas com argumentos de taberna (a ler neste post irónico).

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Não nos esqueceremos, sr. presidente

«Serei um referencial de confiança, estabilidade e solidariedade» (Cavaco Silva dixit, 23/I/2011)

sábado, 15 de janeiro de 2011

A Intifada do Jasmin (e a Wikileaks)

Segundo a Wikipédia, a Revolução do Jasmin é também conhecida pela "Revolta Sidi Bouzid" ou "Intifada de Sidi Bouzid". E porque não a "Intifada do Jasmin"? Intifada é um levantamento popular, e esta é-o na mais genunina das formas. Mas, por trágica que seja - e é - a morte de Mohamed Bouazizi, há algo de poético nesta revolta que começa pelo acto desesperado de um homem que se imola pelo fogo e acaba na queda da ditadura de Ben Ali. Se esta revolta se vai transformar em revolução é o que vamos ver nos próximos tempos. E já agora uma pequena questão acessória que me parece interessante: Qual a importância das revelações da Wikileaks sobre o regime de Ben Ali no desencadear desta revolta? Há pouco ouvi Mansouria Mokhefi (especialista em política do Margrébe) na BFM TV referir que as revelações da Wikileaks foram largamente retomadas pela blogosfera tunisina. Haverá uma ligação entre as duas coisas?

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Mas então porque escreve artigos de opinião, ainda por cima contraditórios entre si?

Poderá parecer uma banalidade, mas a verdade é que cada vez mais se sente que o país precisa desesperadamente de mais actos, e não de mais palavras? (Belmiro de Azevedo dixit, Público, 27/XI)

Numa entrevista do Sr. Azevedo à revista “Visão” publicada a 28 de Janeiro deste ano, acusou Cavaco Silva de ser ditador por ter dispensado quando era Primeiro Ministro, quatro amigos seus e “ministros competentes. Mais, diz na mesma entrevista que Cavaco "é um tipo duro, mas não foi talhado" para ser Presidente da República, porque "é um homem do Governo, activo". Mas afinal vai votar no professor para o Governo ou para Presidente? [no artigo de opinião de ontem, declara o seu voto em Cavaco Silva nas presidencias de 2011] Ou está só a ser incoerente? (Andreia Peniche dixit, blogue Arrastão)

sábado, 9 de outubro de 2010

Privado, Público e Comum

O ciclo de debates em epígrafe arranca no dia 11 com este senhor da imagem ao lado, de seu nome Michael Hardt, debatendo «O que é o comum?» com o colectivo UniPop, organizador do evento, em conjunto com o Teatro Maria Matos, que o acolhe e patrocina. Eis o preâmbulo e sessões seguintes, sempre às 18h30:

Há mais vida além do Estado e do mercado? Ao longo dos últimos anos, a oposição entre público e privado tem ocupado um lugar fundamental em grande parte dos debates políticos e com a crise económico-financeira esta tendência acentuou-se de modo ainda mais nítido. Neste ciclo de debates, a UNIPOP propõe partir das contraposições entre público e privado e entre Estado e mercado, discutindo-as em diferentes dimensões do quotidiano, da organização do trabalho à construção das cidades, passando pelos processos educativos, pelo espaço mediático e pelas políticas de saúde. Procuraremos analisar as transformações das últimas décadas, tanto à escala nacional como à escala global, e apontar novos caminhos, num debate que vai além da simples contraposição entre público e privado ou Estado e mercado, contraposição cuja rigidez tende muitas vezes a confinar o combate aos processos de privatização à defesa do controlo estatal. Se por um lado queremos mapear claramente o que separa privado e público, por outro trata-se de questionar a possibilidade de formas de poder transversais ao espaço público e à esfera privada.

13 /X: Economia, comunismo e pirataria - José Maria Castro Caldas e Miguel Serras Pereira

20/X: Cidades, centros comerciais e praças públicas - João Pedro Nunes, Manuel Graça Dias e Miguel Silva Graça

27/X: Media, propriedade e liberdade - Daniel Oliveira, Nuno Ramos de Almeida e Rui Pereira

3/XI: Medicina, ciência e saberes - António Fernando Cascais e Isabel do Carmo
10/XI: Escola, ordem e emancipação - António Avelãs e Jorge Ramos do Ó

Para uma apresentação de cada sessão e respectivos oradores vd. aqui.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

A nova praga "ex-BBB" agora ataca a política tupiniquim

robozinhos-do-big-brother-brasil-0edecDesde a redemocratização do Brasil, nunca presenciei tanta sujeira na vida política tupiniquim. Com todo o meu respeito à arte e aos profissionais circenses, o Congresso Nacional vem se tornando paulatinamente num verdadeiro circo dos horrores, onde o que vale são os interesse pessoais e corporativos, transformando-se num verdadeiro balcão de negociatas e trambiques.

Os escândalos pipocam pra todos os lados e são tantos que não vou aqui me deter com eles. Basta dar uma rápida olhadela nos jornais, nos telejornais e na Internet pra se interar deles. Se é que você tem tempo pra essa sacal missão.

Lamentavelmente, o perfil da maioria dos políticos brazucas é formado por oportunistas de plantão que buscam na atividade política apenas pelas benesses do poder, sem qualquer projeto que beneficie a sociedade como um todo. São, na prática, verdadeiros parasitas sanguessugas dela.

São pessoas que fazem de seus mandatos mais um cabide de emprego e usam o poder conquistado como passaporte para o enriquecimento ilícito próprio e de seus aspones (para quem não sabe, “aspone” é o tal Assessor de Porra Nenhuma). Para eles, o trabalho parlamentar implica apenas na defesa de seus inconfessáveis interesses pessoas, dos familiares e dos compadrios.

Assim, é jogador de futebol de um lado. É cantor decadente do outro. E agora é vez da nova praga tupiniquim invadir o cenário político, os ex-BBBs da TV Globo. Veja notícia aqui.

São os caso, por exemplo, dos ex-participantes do programa global Jean Wyllys, Dhomini e Dilsinho Mad Max, que agora usam os seu 15 minutos de fama conquistados lá no passado para serem conduzidos a cargos públicos eletivos.

Não que eles não tenham esse direito. Claro que sim, como todo e qualquer brasileiro. Mas a pergunta que faço aos meus botões é a seguinte: o que esses caras têm a oferecer politicamente? Como botões não respondem a perguntas, o mais sensato a fazer é pensar muito bem antes de cair no conto das celebridades, que de célebres não têm nada.

É por essas e outras que o cidadão brasileiro deve pensar e repensar antes de votar em quem quer que seja, pois somente a força do voto é capaz de mudar democraticamente esta nefasta realidade política tupuniquim. Se é assim, use-a então.

Em suma, já que o voto é obrigatório, vote bem. Escolha os melhores dentro de suas concepções e ideário. A decisão é toda sua. A vida real não é feita de pedros biais, bundas e peitões siliconados (nada contra eles) ou de eunucos intelectuais compostos só de músculos. Fique de olhos bem abertos pra essa nova ameça à nossa vida política antes de lançar seu voto na urna. Politica não se faz com os ti-ti-tis dos reality shows.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ideologia não? Então vejam lá como fica:

Artigo 62.º
(Direito de propriedade privada)
1. A todos é garantido o direito à propriedade privada e à sua transmissão em vida ou por morte, nos termos da Constituição.

2. A requisição e a expropriação por utilidade pública só podem ser efectuadas por razões atendíveis [texto anterior: com base na lei e mediante o pagamento de justa indemnização]

Continuação no blogue Aparelho de Estado.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Um novo elefante na loja de porcelanas

Inebriado pelas sondagens e pela erosão socratista, o novo líder do PSD já só pensa no pódio. Vai daí, Passos Coelho resolveu brindar-nos finalmente com a sua verdadeira face: um neoliberalismo cego, que tudo atropela: direitos, coerência, oportunidade. A sua proposta de revisão constitucional foi o teste de partida e, a menos que o PS já esteja por tudo, será um autêntico tiro no pé. É já um dos temas de conversa comum: o ataque ao Estado social e aos direitos sociais num contexto de grave crise social e económica.

Mas não é só isso que está em causa; é também a sugestão encapotada de mais poderes presidenciais, ao arrepio da posição tradicional do seu partido e do modelo constitucional consagrado em 1982, justamente contra as tentações presidencialistas (vd. aqui). Sugestão essa que, por sinal, contradiz a proposta seguinte da possibilidade duma moção de censura parlamentar articulada com uma alternativa governativa: mais incongruência do que esta é difícil. O que faria então o PR: acataria sem nada dizer, quando teria então a possibilidade de ser ele a demitir o governo sem justificações de maior e de ter um ascendente maior sobre a formação dos governos?

Por fim, sob a capa da limpeza ideológica vem a seguir o corretor neoliberal: o Estado passa a mero distribuidor de subsídios para as empresas (é a isso que se reduz a política de emprego!), os despedimentos tornam-se mais fáceis e a economia social é chutada sem apelo nem agravo, indo na enxurrada as IPSS e outras instituições sociais gradas da direita política (vd. aqui e aqui).

Para um partido como o PSD que tem uma boa quota-parte de responsabilidade na construção dum Estado despesista e capturado por interesses clientelares, fica mal começar atacando os poucos pontos de segurança do cidadão comum. Não seria melhor dar indicações sobre como reduzir a despesa pública no sector público (já nem falo em equiparar o IRC da banca ao das pme's, suspeito que não será 'prioridade')? Por exemplo, quanto a contratos de obras e concursos públicos, despesas extraordinárias (como as de desempenho), etc., etc.. Material não falta, certamente, basta ir às recomendações do Tribunal de Contas e da Inspecção-Geral de Finanças...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Zangam-se as comadres...

E quem é que disse que ser radical é mau?

«Rainha Isabel II proclama "programa radical para um governo radical"», por Ana Fonseca Pereira

terça-feira, 13 de abril de 2010

As vantagens da iniciativa privada

«BCP aprovou voto de louvor à administração, Vara incluído»

PS: a acompanhar por «Joe Berardo diz que lhe “dói muito” manter remuneração de Vara».

Novo blogue para reflectir à esquerda


Ele aqui está, a somar a outros anteriores*. Com bons textos, bom grafismo e bom ideário! Que mais se pode pedir?

*p.e., ops! revista de opinião socialista e Manuel Alegre.

terça-feira, 23 de março de 2010

Crisis, what crisis? - Immanuel Wallerstein em Lisboa

É já amanhã que o sociólogo norte-americano Immanuel Wallerstein (Yale University) conferencia em Lisboa sobre «Crisis, what crisis?» (FCSH-UNL, Av. de Berna, 26C, aud.º 2, 18h).

Para além da actualidade do tema, a relevância desta reflexão remete para a sua perspectiva de estudo alargado do capitalismo, tanto em termos espaciais como temporais, de que resultou a sua monumental obra O sistema mundial moderno (1974-89)*. Não bastasse este contributo, Wallerstein abordou também outros temas relevantes, como a relação entre ideologia e poder em European universalism (2006, recenseado aqui), ou entre ciência e poder em The uncertainties of knowledge (2004, introdução e cap. 1 aqui). Apresentou ainda as suas propostas políticas, duma sociedade igualitária baseada em organizações não lucrativas, em Utopistics: or historical choices of the twenty-first century (1998).

Um cheirinho da conferência pode ser lido em «Crise grega, eurotrapalhada, bagunça nas nações ocidentais, desordem mundial?» (v. o. aqui). Outra tradução afim, dada a conexão entre guerra e crise global, é «O declínio do império americano», resumo dum seu livro homónimo de 2003.

A conferência insere-se no âmbito do Seminário Vitorino Magalhães Godinho de Sociologia Histórica Comparada, o que não é uma coincidência: tanto Godinho como Wallerstein são discípulos dum historiador francês de referência, Fernand Braudel. De resto, a este último foi dedicado o Fernand Braudel Center for the Study of Economies, Historical Systems, and Civilizations, co-fundado por Wallerstein em 1976 e em cujo site se podem ler mais textos do autor.

*este estudo foi posteriormente condensado no livro Historical capitalism, with capitalist civilization (1995), com versão em português de 2001 (vd. aqui).

sábado, 23 de janeiro de 2010

Lino Neto, um católico peculiar na I República

Foi lançado nesta semana o livro António Lino Neto: Intervenções Parlamentares (1918-1926), que inclui uma biografia deste político católico pela laboriosa pena dum peão nosso conhecido... O qual nos traz deliciosas revelações sobre as 'construções' mitológicas dum outro católico bem menos dialogante e desempoeirado...

Num dos vários estudos que publicou, A questão administrativa (o municipalismo em Portugal), Lino Neto tem esta tirada certeira que, infelizmente, continua actual: todos defendem em tom vigoroso a descentralização, sem que ninguém apareça a defender o centralismo; mas, uma vez no poder, ninguém concretiza a descentralização (ap. reportagem de A. Marujo no Público, 22/I, p.9-P2).

Em época de celebrações, é positivo não ficarmos só pelo elogio dos vultos republicanos, pois não foram só eles que trouxeram contributos válidos para a sociedade portuguesa, como bem aponta o prefácio de D. Manuel Clemente ao livro ora divulgado.

A obra resulta do projecto de investigação «Os católicos portugueses na política do século XX», e é coordenada por António Matos Ferreira e por João Miguel Almeida (vd. +inf. aqui).

Aos autores aqui ficam os meus parabéns!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O Brasil à beira duma Assembleia Constituinte?

Um mega-caso de corrupção similar ao «mensalão» está a revolver a política brasileira. A revelação surgiu na sequência duma investigação policial com o sugestivo nome de Caixa de Pandora. O presidente Lula da Silva já veio condenar o escândalo e sugerir uma Assembleia Constituinte após as eleições de 2010, para fazer uma revisão da lei eleitoral, considerada um dos focos da desgraça.
Mas outras propostas já estão no terreno, por iniciativa da sociedade civil, como a Campanha Ficha Limpa, da rede Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e já com mais dum milhão de aderentes. Oxalá os políticos as saibam acolher.
Para grandes males grandes remédios. A ver vamos.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Crónica duma morte anunciada

No regresso a Marrocos duma viagem ao estrangeiro Aminetu Haidar, activista pela autodeterminação do povo sarauí, escreveu num documento «Sara Ocidental» no espaço destinado à nacionalidade, território este sob ocupação militar marroquina desde 1975. Por causa disso foi detida pelas autoridades marroquinas, interrogada, privada de telefone e passaporte, e expulsa do país, juntamente com os seus filhos, tendo voado para Lanzarote, a ilha de Saramago. Como forma de protesto por não poder regressar à sua terra, iniciou uma greve de fome, no dia 14/XI. Ontem tentou regressar, mas foi novamente proibida. Irá prosseguir até ao fim, já o garantiu. Os médicos consideraram crítico o seu estado de saúde.

Perante isso, o premiê espanhol cometeu um duplo e grave erro: 1.º) rejeitou a intermediação por parte do rei espanhol; 2.º) em vez de recorrer à forte arma de pressão que seria a ameaça de boicote da admissão de Marrocos à UE, optou insensivelmente pela opção mais fácil: «“Às vezes, como é normal, surgem dificuldades, mas deve prevalecer o que é do interesse geral [para o país]”».

Resposta de Haidar: «“Volto a dizer, o Governo de Espanha é cúmplice de Marrocos e ambos os governos querem empurrar-me para a morte”, denunciou Haidar.».

É duma estupidez tamanha esta opção do governo espanhol. Zapatero irá pagar caro este erro tremendo.

Como diz o actor espanhol «Bardem: ’Si Haidar cierra los ojos, el Gobierno de España será verdugo’».

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Mais um bombom

cartoon de GoRRo (c) 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O bom-tom é chique, chiquérrimo


cartoon de GoRRo (c) 2009