quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Foi por desatinos como este que há 101 anos houve marosca
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Daniel Melo
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domingo, 2 de outubro de 2011
Quem é mais expedito, Álvares Cabral ou a Rainha de Inglaterra?
É o Cabral, segundo a polícia brasileira e para mal dos nossos pecados, pois significa que o procurador-geral da República, autodenominado Rainha de Inglaterra, anda a engonhar e bem.quinta-feira, 21 de julho de 2011
O teatro de revista na I República (agenda)
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Daniel Melo
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sábado, 19 de março de 2011
«Memórias» de Raul Brandão
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João Miguel Almeida
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Para que se evitem os erros de há 100 anos (embora a coisa vá na direcção inversa, é sempre melhor preseverar)
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Agora a sério...
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Você não vai querer perder!
Um dvd histórico que não pode deixar de adquirir, mesmo que já tenha passado o Natal e o subsídio de férias, para alguma coisa serve o crédito ao consumo...Falo-vos do dvd Diário da República 2000-2009!!!
Além do mais, tem desconto de 50% sobre o preço. Simplesmente imperdível.
Do que é que está à espera?
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O mega-evento por que todos ansiávamos
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Daniel Melo
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
O Jogo da Politica Moderna! (agora em Braga)
Terá lugar na próxima sexta-feira, dia 10 de Dezembro, a abertura da exposição «O Jogo da Politica Moderna!» – Desenho Humorístico e Caricatura na I República.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
O cinema na República
A mostra «Cinema em Portugal - os primeiros anos» franqueia amanhã as portas do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa. A autoria é de Teresa Barreto Borges, Teresa Parreia e Tiago Baptista.
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Heranças sociais da República
Arte, Política e Pensamento para o Século XXI é o nome dum ciclo de conferências da Fundação Gulbenkian, no âmbito das comemorações do centenário republicano, em complemento da mostra ResPublica 1910 e 2010 face a face.Começou o ciclo este sábado, com o filósofo Bernard Stiegler («A coisa pública como processo de trans-inviduação») e com Marie-José Monzain («Cultura do possível e fundação da vida política»).
Ao invés de Frédéric Martel, que aqui referimos, Stiegler tem uma visão bem céptica da indústria cultural, considerando-a uma ameaça civilizacional na sua forma actual, produzida por um capitalismo hiper-industrial que compromete a individualização psíquica dos colectivos humanos. Propõe, em contrapartida, uma alternativa crítica centrada numa nova interacção entre política, criação, indústria e educação. Mais inf. e perfil aqui e aqui.
No próximo sábado, será a vez dos pensadores Jacques Rancière («A era da emancipação já passou?») e Georges Didi-Huberman («Povos expostos»). Novamente às 17h, e com transmissão em directo aqui.
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domingo, 10 de outubro de 2010
A força das ideias republicanas
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João Miguel Almeida
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
A I República em imagens
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Daniel Melo
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
Não se poderia evocar a República sem ser com maniqueísmos?
Poderia, mas não era a mesma coisa. Para muitos dos intelectuais da direita portuguesa, a efeméride do centenário republicano tem sido um fantasma incómodo (vd., p.e., J. Pacheco Pereira, V. Pulido Valente e J. Manuel Fernandes [JMF] no Público). Depois do PREC, a revolução de 1910 tornou-se na nova bête noire dos neo-conservadores de plantão. No subtexto, parece estar a intenção de rejeitar qualquer menção positiva a tudo o que cheire vagamente a decorrências da revolução e do espírito progressista.Os legados não são para ser pensados na sua complexidade, mas sim naquilo que podem ajudar a um exercício de crítica do governo vigente e de recusa de ganhos políticos, sociais ou culturais susceptíveis de ser partilhados com a esquerda.
Sem preocupações de exaustividade, vejamos alguns marcos positivos do legado da I República e do republicanismo:
1) instauração do Estado laico, com a separação deste em relação à Igreja católica, aspecto que hoje já começa a ser valorizado até por eclesiásticos (D. Carlos Azevedo: "A República deu à Igreja mais liberdade"), mas não pelos neo-cons, que apenas tocam a tecla dos excessos anti-clericais;
2) instauração das liberdades fundamentais (de reunião, associação, imprensa, etc.), que, apesar dalguns excessos repressivos (censura militar durante a «Grande Guerra», assalto a redacções, suspensão de jornais, etc.) era um salto qualitativo face ao passado, e, mesmo reduzindo demagogicamente a questão à liberdade de imprensa, esta não foi «mais livre» na monarquia constitucional, como defende JMF – basta estudar um pouco o período, ou acompanhar os bonecos do Rafael Bordalo Pinheiro, para se perceber como a esfera pública era bem mais limitada;
3) legislação social, desde a lei do divórcio à jornada laboral de 8 horas diárias;
4) mesmo no sector educativo, a verdade é que, se há defeito a apontar à I República, não é o de ter primado pelo «facilitismo» (numa espécie de precursora das Novas Oportunidades) mas sim pela complexidade, ampliando os curricula do ensino primário e o n.º de anos, o que encareceu o ensino e reduziu o universo de habilitações.
Dito isto, houve aspectos muito negativos, a começar pelo regime eleitoral restrito, passando pela perseguição ao movimento operário e acabando nos excessos nacionalistas, como a participação na I Guerra Mundial, a obsessão colonial e a desnacionalização de cidadãos (súbditos alemães e seus aliados).
Podia ainda falar na questão da desistência quanto a uma organização político-administrativa mais próxima das comunidades, deixando cair bandeiras do republicanismo histórico como o federalismo (e a regionalização) aquando da nova constituição. Mas esses são aspectos que a direita portuguesa prefere não abordar, pois também está de acordo com um Estado centralista que é um dos entraves a uma maior democratização do país.
É caso para dizer: as elites conservadoras mudam menos que a própria sociedade.
E fico-me por aqui, pois também me apetece ir festejar. O lado positivo, claro.
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Daniel Melo
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
E já que é tempo de férias e viagem, eis outra boa exposição
Itinerário em 5 núcleos: 1. Turistas - o prazer e a arte de viajar; 2. A República e o turismo; 3. Turismo e identidade nacional: uma nova imagem para Portugal; 4. Os lugares turísticos e os projectos da República; 5. Férias em Portugal.
Local e prazos: Lisboa, no torreão nascente do Terreiro do Paço, até 26/X.
Cobertura pela imprensa («recortes») aqui.
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Daniel Melo
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Cliché de «Viva a República»
Fui ver a exposição «Viva a República» na Cordoaria e vou ter que voltar (sem a minha filha, que ainda não completou 2 anos). Sem grande hipótese de me concentrar a ler os textos de parede, pude apreciar o design expositivo, as soluções cenográficas, os ambientes recriados, um ou outro filme da época... e rever fotografias do Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa, nomeadamente da colecção Ferreira da Cunha. Uma excelente exposição por muitas razões, mas também porque pôde contar com um acervo fotográfico riquíssimo, acessível a todos de forma livre e gratuita, dentro do espírito republicano.
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Cláudia Castelo
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terça-feira, 8 de junho de 2010
À atenção dos cenógrafos: para uma recreação perfeita é indispensável a saudação romana
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
Quem tem medo do debate historiográfico?
Isto tudo começa na peça «A História de Rui Ramos desculpabiliza o Estado Novo?». Mas vai mais longe do que o mero registo, já agora, se dão licença...
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
Ainda sobre a mostra «Portugal nas trincheiras»: notas críticas
Há umas semanas atrás falei aqui da exposição «Portugal nas trincheiras: a I Guerra da República», alertando para o seu final eminente. Agora, aproveito para referir uma excelente recensão à mesma por Eduardo Cintra Torres. A crítica começa pela foto que encabeça a mostra, nada representativa por ser mera propaganda, ainda por cima mal conseguida: um solitário soldado na planície de guerra esforçando-se por mostrar contentamento (pela vitória militar). Depois refere-se ao facto da concepção seguir uma linha demasiado conservadora, omitindo a guerra entre alemães e portugueses em Angola e Moçambique, que redundaram em tantas mortes quanto na frente europeia. Na parte literária alude só a 3 escritores recorrentes (Jaime Cortesão, André Brun e Hernâni Cidade), olvidando Augusto Casimiro, António Granjo, Carlos Selvagem e António de Cértima.
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Daniel Melo
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
A vida cultural na Lisboa da I República, & etc.
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Daniel Melo
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