Mostrar mensagens com a etiqueta Livro de Reclamações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Livro de Reclamações. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Abram lá uma porta, não custa nada, que diacho

terça-feira, 11 de maio de 2010

Ainda a Feira do Livro de Lisboa

É verdade que este ano, apesar da antecipação não favorecer os passeios de fim de dia, a Feira do Livro de Lisboa está com maior adesão.
Além disso, adaptou-se às crianças e tem uma novidade há muito anseada pelos bibliófilos: a prévia divulgação dos livros do dia!!! Aleluia, meu irmão!!!
Contudo, há aspectos que podiam ainda ser melhorados, a começar pelos livros do dia, pois a pesquisa no site é difícil, para não dizer desencorajadora (e não dá para estar a imprimir listas diárias durante não sei quantos dias a ver se vem lá o tal que queríamos comprar). Devia ser possível fazer pesquisa por autor, tema, género e editora.
Outro ponto são os espectáculos de fado ao ar livre, que não são estimados nem pelos organizadores, pois enquanto aqueles decorrem continua o altifalante irritante a debitar sessões de autógrafos e não sei quê naquela voz inaudível e fanhosa de estação de transportes, calamidade já ironizada oportunamente em filme do sr. Hulot. Seria útil que os promotores vissem este filme.
Também deveria haver mais lugares de descanso e mais espaço entre pavilhões, eventualmente só 3 filas, subindo um pouco mais a feira de ambos os lados. Quanto ao sítio, o Parque Eduardo VII, ainda bem que o mantém, faz sempre bem passear, além da ocasião para espairecer vistas...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Livro de reclamações I

Venho com este iniciar uma série de posts "Livro de Reclamações". Reclamar é preciso, em Portugal, onde se reclama muito mas de forma inconsequente.

Reclama-se bufando enquanto se trabalha, reclama-se agredindo verbalmente os outros quando algo não nos agrada e já estamos cheios nem sabemos bem do quê, reclama-se barafustando e esbracejando muito, como quem tem a consciência de que temos muita razão para reclamar mas ninguém nos vai dar ouvidos, por isso, olha, vale mais partir a louça toda que sempre alivia. Ou seja, reclama-se mal.

É preciso reclamar bem, a ver se isto muda. Eu cá comecei recentemente uma carreira de reclamadora-mor. Estou farta. Como me faz rugas reclamar mal, normalmente não reclamo, mas agora decidi tentar reclamar como deve de ser. Comecei as minhas contribuições para o Livro de Reclamações - não este, o outro, que é obrigatório os serviços terem - de uma forma que imagino pouco original, tantas devem ser as queixas relativas ao sector das telecomunicações.

Registei a semana passada duas queixinhas contra a PT no Livro das ditas. Já sabia que as telecomunicações partem a cabeça à malta em Portugal, mas agora vi com estes que a terra há-de comer que a coisa atinge proporções mesmo inaceitáveis.

Rescindir um contrato com a PT é um processo que consome mais tempo e paciência que muitos divórcios. Não nos largam, querem saber porque não os queremos mais, tentam aliciar-nos e subornar-nos para ficar e se não ficamos mesmo fazem birra e portam-se mal. Esperava-se outro comportamento de uma empresa desta dimensão e antiguidade, mas quê...

Já o cumprimento das campanhas promocionais com que vão tentando por todos os meios agarrar os clientes é-lhes menos prioritário - espero até hoje a oferta de um equipamento com que em Setembro me conseguiram convencer a voltar a fazer chamadas através deles.

Infelizmente, os restantes operadores parecem partilhar este modus operandi de meninos mimados que acham que podem fazer o que lhes apetece. Para meu espanto, a Vodafone, supostamente mais madura e inteligente comercialmente, conseguiu enrolar-se em tais trapalhadas e incompetências que acabou a ter que me creditar uma série de facturas.

Pelo menos neste caso, reclamar já compensou, embora não sem o necessário dispêndio de tempo e energia que nos exige quase tudo o que vale a pena. A ver vamos o que acontece às reclamações relativas à PT.