terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
A meter água desde 2010 (pelo menos)
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Daniel Melo
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Labels: água que passarinho não bebe, demagogia, desperdício, parlamento, política ambiental
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
É fartar vilanagem
Afinal a dívida da Madeira ao Estado português não é de €5800 milhões, como dizia Jardim e o seu sec.º regional do Plano e Finanças há 7 dias atrás, mas de €6328 milhões, anunciou esta noite o ministro das Finanças. Ou seja, uma diferença de quase €500 milhões.
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sábado, 17 de setembro de 2011
Até quando continuará este sr. impune?
O forróbodó continua na Jardimlândia, agora com a ajuda da administração pública regional na ocultação de despesas desde 2008, caso inédito em Portugal.«Desvio [nas contas da Madeira] igual ao dobro da sobretaxa do Natal»
«Dívidas da Madeira obrigam a revisão dos défices entre 2008 e 2010», por Ana Rita Faria
Adenda: para se perceber até que ponto isto só foi possível com muitas altas cumplicidades vd. o ex. do PR: «Cavaco Silva entre o silêncio e o elogio à Madeira».
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Os verdadeiros emplastros...
... são todos aqueles que vivem faustosamente enquanto chefes disto e daquilo na administração pública. É o forrobodó total, mesmo em tempos de crise profunda.
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Labels: administração pública, desperdício, elites, estado, salários, serviço público
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Onde se devia cortar despesa
«Ajustes directos custaram 3,8 mil milhões de euros em 2010», por Luísa Pinto
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Labels: desperdício
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Quando os debates são mesmo plurais, a qualidade surge
Excepcionalmente, um Prós e Contras com uma parte de comentadores mesmo de esquerda (Daniel Oliveira, José Castro Caldas e João Ferreira Amaral), contra outra duma direita séria e com argumentos (Miguel Morgado e João Confraria), além do inefável Medina Carreira.Então, vamos lá, Portugal endividou-se porquê, dr. Medina Carreira? Porque o Estado emprestou dinheiro à banca (o tal «crédito bonificado») para os portugueses comprarem casa, quando devia ter sido para arrendarem casa (ou para mais habitação a custos controlados), agravando a especulação imobiliária e o endividamento dos portugueses. Porque o Estado apostou em auto-estradas a mais, descurou os transportes públicos e a rede ferroviária. Porque o Estado resolveu engordar os seus dirigentes à «grande e à francesa». Etc., etc.
E quem fez o Estado nestas últimas décadas? Foram pessoas como o dr. Medina Carreira, justamente. As elites políticas e económicas dominantes. E agora são estas que vêm bater à porta do português comum, a apresentar-lhes a factura. Não têm vergonha na cara? Vir perorar nos media, dia após dia, este discurso de austeridade assimétrica sem assumirem as suas responsabilidades e sem uma visão de justiça social?
Para quem quiser, pode dar uma olhada na 1.ª parte do programa.
Nb: cartoon de autor não identificado, retirado do blogue Ironia d'estado.
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Labels: cartoon, crise económica, crise política, debater o debate, democracia, desigualdades construídas pelo Estado, desperdício, elites, justiça social, política de desenvolvimento, RTP
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Afinal, os partidos pequenos também têm boas propostas para reduzir o despesismo
... oxalá o governo estude essas novas propostas e as saiba negociar
(se alguma crítica se pudesse apresentar aos partidos fora do centrão, seria que já deviam ter dado publicidade às suas propostas alternativas há mais tempo).
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Onde páram os anti-despesistas do rendimento mínimo?
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Labels: combate à corrupção, desigualdades construídas pelo Estado, desperdício
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Afinal, bastava metade do dinheiro e sem ter que mudar de sítio!
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Labels: desperdício, política de saúde
terça-feira, 27 de abril de 2010
Batalha naval (II)
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Labels: desperdício, escândalo político, política de defesa

