quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Striptease surveilance: o securitarismo não tem limites?

Invocando razões de segurança contra atentados terroristas, vários Estados ocidentais estão a testar (por ora, experimentalmente) o uso de scanners corporais nos aeroportos. Os EUA irão avançar já para cidadãos de 14 países, a Alemanha deverá ser o país seguinte (vd. aqui).
Quando o pendor controlador e securitário dos Estados exige espreitar para dentro de nós, invadir a nossa privacidade, isso é legítimo? Apenas mais uma excepção que veio para ficar? O progresso tecnológico?
ADENDA
Citação:
Sugestões de leitura:
> «Os suspeitos do costume», por Pedro Lomba;
> «Novos reforços das medidas de segurança aérea geram polémica e protestos», por  Maria João Guimarães (este recolhendo opiniões de especialistas).