Três vidas ao espelho, P. D. Quixote, 2010, p. 206.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Dez mandamentos do emigrante semibárbaro (1)
Três vidas ao espelho, P. D. Quixote, 2010, p. 206.
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Daniel Melo
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
Do totalitarismo do orgasmo, por quem sabe destas coisas (ou a pátria em perigo, acudam!)
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
Quem tem medo do debate historiográfico?
Isto tudo começa na peça «A História de Rui Ramos desculpabiliza o Estado Novo?». Mas vai mais longe do que o mero registo, já agora, se dão licença...
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Daniel Melo
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terça-feira, 1 de junho de 2010
Avanços e défices júniores
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Daniel Melo
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Gramsci, por Chris Bambery (em directo, às 21h)
As conferências anteriores do ciclo «Pensar os pensadores do socialismo», incluindo a de Trotski, podem ser acompanhadas aqui.
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Daniel Melo
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Intolerância, deriva belicista e domínio geo-estratégico: o que permitem a inimputabilidade internacional e a cegueira ideológica
Ocorreu hoje um dos piores actos de agressão do Estado israelita contra a comunidade internacional. Leram bem, contra a comunidade internacional. Foi um massacre de civis activistas de 40 países ocidentais e orientais envolvidos numa campanha de solidariedade com a população palestiniana da Faixa de Gaza, após meses dum bloqueio israelita insano àquele território (neste momento, estão confirmados 10 mortos e dezenas de feridos).A viagem da «Flotilha da Liberdade» estava programada há algum tempo e a comitiva de c.700 pessoas incluía deputados da Alemanha, Noruega, Suécia, Bulgária e Irlanda, sendo a maioria dos restantes elementos membros de ong's humanitárias, além duma Prémio Nobel, dum sobrevivente do holocausto, dum ex-senador dos EUA, de jornalistas e de tripulantes (vd. aqui). Israel intimidou desde cedo, pressionando para o seu acostamento em território israelita e não em território palestiniano, como se uma comitiva com intuitos humanitários não pudesse atracar num porto palestiniano sem autorização do auto-declarado ocupante (mesmo que nesta situação, a resposta é completamente desproporcionada e, muito provavelmente, ao arrepio do próprio direito internacional).
O facto do morticínio provocado por comandos israelitas ter ocorrido em águas internacionais, e cujas imagens ecoam a pirataria somali, não demoveu o governo israelita de procurar justificar o injustificável com a mais sinistra propaganda, que alguns (poucos) media ainda acham por bem acolher, seguindo a política bushista da «guerra de civilizações» e da protecção à outrance do sionismo ultrabelicista. Felizmente que a maioria dos media, acompanhando o coro internacional e unânime de críticas a um acto tão atroz, se distanciou de tais derivas belicistas, as quais provocaram uma crise diplomática sem precedentes: vd. «Israel accused of state terrorism after attack». Também a opinião pública internacional tem-se manifestado contra este crime um pouco por todo o mundo: «Clamor internacional contra el "baño de sangre" de Israel».
Porquê agora isto? Rebobine-se um pouco o filme e chegamos a uns dias atrás em que uma iniciativa diplomática de países emergentes na cena internacional (e, por consequência, na respectiva área regional) procuraram resolver diplomaticamente o «caso iraninao». Assim, por iniciativa diplomática, o Brasil intercedeu junto do Irão para que suspende-se o seu programa nuclear, enviando o seu material nuclear para a Turquia. Ora, nesta comitiva solidária, a maioria dos membros eram turcos, antes um dos poucos interlocutores muçulmanos de Israel... Para bom entendedor...
(para quem tem dúvidas é favor ler «Turquia acusa Israel de ter cometido um acto de "terrorismo de Estado"»).
Sobre a acção israelita e seu enquadramento vale a pena ler «Israël veut montrer qu'il reste maître chez lui», do historiador Pierre Razoux.
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Daniel Melo
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domingo, 30 de maio de 2010
Para compreender os tempos que vivemos
«(…) no liberalismo clássico, exigia-se ao governo que respeitasse a forma do mercado e que deixasse fazer [laisser faire]. Agora transforma-se o deixar-fazer [laisser faire] num não deixar o governo fazer [ne-pas-laisser faire le gouvernement] em nome de uma lei do mercado que vai permitir aferir e avaliar todas as suas actividades. O laisser-faire transforma-se e o mercado deixa de ser um princípio de autolimitação do governo; é um princípio que é voltado contra o governo. É uma espécie de tribunal económico permanente face ao governo. Enquanto que o século XIX se esforçara por estabelecer, face e contra a desmesura da acção governamental, uma espécie de jurisdição administrativa que permitisse aferir a acção do poder público em termos de direito, temos agora uma espécie de tribunal económico que pretende aferir a acção do governo em termos estritamente de economia e de mercado.»Michel Foucault, Nascimento da Biopolítica, Lisboa, Edições 70, 2010, pp. 311-312.
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João Miguel Almeida
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Conselhos de médico avisado
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
Um Robin Hood muito lá de casa
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Não ao PECado da gula dos especuladores
O acordo do governo PS com o PSD “para acalmar os mercados” protege o capital e penaliza trabalhadores, pensionistas e desempregados.Só não pode acalmar o povo e os trabalhadores.
O essencial do pacote é o imposto sobre o trabalho e o consumo dos produtos e bens de primeira necessidade.
Por isso dizemos NÃO!
CGTP | Grande Manifestação Nacional | 29 de Maio de 2010 | Lisboa - 15h - Marquês de Pombal > Restauradores
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Um livro para ajudar a esclarecer a história recente
»«
Falo de Álvaro Cunhal, sete fôlegos do combatente. Memórias, de Carlos Brito, hoje mesmo lançado em Lisboa.
Pelo que pude ler das primeiras impressões (p.e., aqui e aqui), este testemunho ajudará a esclarecer a história recente de Portugal através duma espécie de dupla 'viagem' biográfica, a do autor e a de Álvaro Cunhal, ambos dirigentes do PCP durante o meio século abordado na obra. Se outro contributo não tivesse, este já seria meritório. Mas parece-me que o livro vai mais além, permitindo ter uma versão mais desapaixonada e distante da história dum partido político que suscita controvérsias pontuais e emoções fortes junto de muitas pessoas. E também contribuirá para esclarecer a posição deste partido num período histórico sobre o qual paira ainda muitas sombras e pouca prova documental diversificada, que é o do PREC. Mais inf. neste post de Nuno Ramos de Almeida.
Zangam-se as comadres...
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Contra ventos e marés, Lisboa bate Roma e Nova Iorque, ora tomem lá e embrulhem
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Labels: cidades, Lisboa, qualidade de vida
E quem é que disse que ser radical é mau?
«Rainha Isabel II proclama "programa radical para um governo radical"», por Ana Fonseca Pereira
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
Para maus acordos, bons remédios
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terça-feira, 25 de maio de 2010
Lutas pela memória
Rocío, documentário anti-franquista censurado em plena democracia, será transmitido em Coimbra e Lisboa, em sessões com a presença do cineasta, Fernando Ruiz Vergara, e do historiador Francisco Espinosa Maestre, co-fundador da Associação Todos Los Nombres e membro da comissão que colaborou com o juiz Baltasar Garzón na investigação dos crimes cometidos durante a Guerra Civil de Espanha e o franquismo.O filme, que se centra numa romaria de Almonte (Huelva), vai além da contextualização político-social deste evento, revelando ainda a guerra civil e a posterior violência franquista na zona, identificando vítimas e principais responsáveis pela repressão. Este desaforo custou ao cineasta um processo judicial movido pela família Reales no início de 1980, pelo qual teve que pagar uma avultada indemnização, além da condenação a 2 anos e meio de prisão, de que só se descartou após recurso.
A este propósito Cláudia Castelo escreveu em 2007 o post Fernando Ruiz Vergara: crónica de uma perseguição política, com informação de Dulce Simões sobre este processo político e por sugestão de Paula Godinho. Nesse post podem ler-se comentários muito interessantes de Dulce Simões, de Francisco Espinosa Maestre (que refere outros casos de perseguição política) e do próprio Fernando Ruiz Vergara.
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Ferreira de Castro e a emigração, ontem como hoje
Começou hoje o Colóquio Internacional Ferreira de Castro e a Emigração, em Lisboa, que reúne especialistas de diferentes áreas para uma reflexão conjunta sobre a obra do escritor Ferreira de Castro relativa à emigração no Brasil e possíveis pontes com a actualidade.Nele participam estudiosos como Antônio Dimas, Maria Eva Braz Letízia, Bernard Emery, Eugénio Lisboa, Miguel Real, Artur Anselmo, Luís Crespo de Andrade e Maria Beatriz Rocha-Trindade.
A iniciativa, que decorre até 4.ª feira no Auditório 1 da FCSH-UNL, é organizada pelo Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa, em colaboração com o Centro de Estudos Ferreira de Castro. O seu programa pode ser consultado aqui.
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Daniel Melo
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A crise grega explicada às crianças
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Labels: cinema de animação, crise económica, crise política, Grécia, humor
domingo, 23 de maio de 2010
Os linces invadiram Lisboa!
É verdade, mas não se preocupem, que é só em lona e papel. Trata-se duma mostra de fotografia dedicada ao felino mais ameaçado do planeta, o lince ibérico, lynx pardina. Já só existem c. de duas dezenas deles e o fotógrafo espanhol Andoni Canela foi no seu encalço para nos oferecer este singular trabalho documentário e artístico.Além do mais, a mostra está concebida dum modo simples e atraente: aproveita o acolhedor Jardim Botânico Tropical de Lisboa (por cima dos pastéis de Belém...) para aí colocar telas com grandes fotos nos relvados, ligadas entre si por sequências de patadas de lince pintadas com tinta branca nos caminhos... No fim do trilho chegamos ao edifício principal, no topo, agora reaberto justamente para encerrar esta exposição e para albergar uma outra, também muito interessante, sobre insectos dos países lusófonos.
A exposição dedicada ao lince abriu ao público ontem e encerra a 22/VII. O fotógrafo Canela recebeu o Prémio Godó de Fotojornalismo de 2009 (reportagem sobre o lobo-ibérico) e tem dezenas de reportagens nas revistas National Geographic, BBC Wildlife, Geo e Newsweek. Mais informações em «Terra de Linces».
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sábado, 22 de maio de 2010
Pac-Man, 30 anos: brinde fantástico, só para verdadeiros fãs!
Basta ir ao Google e iniciar jogo numa caixa que diz «Inserir moeda», por debaixo do logo comemorativo desta consola única...sexta-feira, 21 de maio de 2010
Quando a realidade supera a ficção mais extravagante...
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Daniel Melo
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Até a morte era negócio (só mais um esforço: criem as farmácias sociais, há 10 anos no papel)
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Daniel Melo
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Desenvolver a mente através do jogo
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Daniel Melo
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
Divagações
Começar um livro no comboio para o Porto com significativo prefácio, «Assim, o romance que o leitor tem entre mãos representa menos uma saga multi-geracional do que uma viagem de descoberta literária. É um romance para quando estamos acordados a meio da noite e um foco de busca percorre o horizonte. É para quando estamos numa sala de espera, preocupados com notícias devastadoras. É para quando estamos resolvidos a nunca mais nos metermos no problema em que nos metemos ontem à noite. É para quando estamos no comboio, entre estações. É para quando estamos sós como nunca estivemos. É para quando nos embriagam as complexas ilusões e ambições de Verão e dançamos na rua. É para quando precisamos de mais testemunhos, de um pouco mais de contexto, a respeito do afecto.» Só podia ser o livro certo.
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Anónimo
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Começa-se a cortar e vai tudo a eito, que nem uma bola de neve
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Daniel Melo
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Labels: Câmara Municipal de Évora, Cultura, Évora, parceria Estado-sociedade civil, política cultural, política municipal
Ou se aprofunda este caminho ou continuaremos à mercê dos seus interesses predatórios...
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Daniel Melo
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Labels: Alemanha, especulação financeira, Grécia, Portugal, regulação, UE
Simplesmente ridículo
Depois de uma semana plena de feriados e «pontes» para acolher a visita papal, agora duas deputadas «católicas» do PS vêm propor o fim de 4 feriados e a sua 'substituição' pelo «Dia da Família» (enfim, dalgumas famílias, não deve ser a pensar nas famílias homosexuais).
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Daniel Melo
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
Henri Cartier-Bresson vive, e a Brigada Lincoln revive.
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Zèd
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terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Tugalândia, modo de usar
Nb: +inf. sobre o programa em apreço aqui (caso tenha dificuldades em ver o video até ao fim, sugere-se a sua visualização nesta hiperligação).
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Daniel Melo
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Labels: Estado Novo, humor, identidade, Lado B, Portugal, RTP, televisão
O que tem que ser tem muita força
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Daniel Melo
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Labels: casamento homossexual, Cavaco Silva, direitos civis, direitos dos homossexuais, Portugal
Se a ferrovia é prioritária, não deviam cortar isto:
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Labels: cp, política de transportes, sustentabilidade, transportes públicos
O protesto de saias
Com o objetivo do promover o uso da bicicleta em vez do automóvel, um grupo de 200 mulheres romenas promoveu no último sábado um passeio ciclístico pelas ruas de Bucareste. Até tudo bem não fosse um pequeno detalhe: todas as ciclistas estavam de saias. O evento chama-se “Skirt Bike”, e portanto o uso de saia foi quesito obrigatório. Tai um ideia que deveria ser copiada. É sexy, charmosa, elegante e fundamentalmente ecológica. Fonte
domingo, 16 de maio de 2010
O cinema contra os silêncios políticos
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
Castigo sem crime
«El poder judicial suspende a Garzón y aplaza su salida a La Haya», por Lázaro, Hernández e Altozano
«Un juez ante la historia», por José Antonio Martín Pallín (magistrado emérito do Tribunal Supremo, membro da Comisión Internacional de Juristas)
«CGPJ [Consejo General del Poder Judicial], un órgano lastrado por la política», por Francisco Gor
«Único objetivo: suspender a Garzón», por Araceli Manjón-Cabeza Olmeda (prof.ª de Direito Penal na Universidad Complutense de Madrid)
«"Es un golpe similar al 23-F"»: reacções de juristas, familiares de vítimas e defensores dos direitos humanos
«Garzón suspenso da Audiência Nacional», por Nuno Ribeiro
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Saldanha Sanches (1944-2010): sempre irreverente, sempre incómodo
«Saldanha Sanches e as traquibérnias da República», por Ricardo Noronha
«Viagem ao centro do mundo da Maria José e do Zé Luís», por Anabela Mota Ribeiro
PS: uma boa colecção de textos seus de opinião pode ser consultada aqui.
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Mais novas sobre movimentos cívicos
«Foi revogado o regime de excepção da Parque Escolar», por Tiago Mota Saraiva
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Daniel Melo
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Se a inconstância pagasse imposto...
«A anatomia de um vaidoso incompetente», por Tiago Mota Saraiva
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Novos movimentos cívicos ditam debate parlamentar sobre qualidade de vida das populações vs. interesses económicos
«Linha de alta tensão em Sintra vai hoje à discussão no Parlamento», por Carlos Filipe
«Oposição quer regras para a alta tensão»
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Daniel Melo
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Blogofrase da semana
«Queixarmo-nos das sobremesas serem demasiado doces, é como queixarmo-nos de que a nossa mulher é demasiado sexy.»
É da Time Out, e é muito boa. Escrita na crítica ao restaurante alentejano Galito e a propósito, claro está, das sobremesas alentejanas.
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Anónimo
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
Estava tudo a correr tão bem
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Anónimo
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Labels: Bento XVI, Igreja católica, Visita Bento XVI
Ó Zé, aperta o cinto!
«Taxa adicional de IRS vai vigorar até ao fim de 2011», por Paulo Miguel Madeira
«Comunicado do Conselho de Ministros de 13/V/2010 [com parte sobre PEC 2010-2013: medidas adicionais]»
«Cortes nas autarquias ameaçam "apoio social" às populações»
«Os trabalhadores têm de se indignar: os ricos para serem cada vez mais ricos obrigam os trabalhadores a ficar mais pobres [comunicado de imprensa da CGTP]»
«Não pode ser igual para todos», por Daniel Oliveira
Nb: na imagem, cartoon «Paixão popular», de Rafael Bordalo Pinheiro (para ler a legenda é favor clicar na imagem).
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A União Europeia numa encruzilhada
Por fim, a UE aprovou um fundo de estabilização de 750 mil milhões de euros passível de ser utilizado pelos países da União em dificuldades financeiras, o que é uma medida história de aprofundamento da integração europeia. Todavia, de par foi imposto um controlo mais rigoroso dos planos de estabilidade e crescimento de cada Estado-membro, «em particular antecipando e agravando as medidas mais recessivas nos países com maiores dificuldades financeiras». Ora, tal redundará no «mergulho da Eurozona em nova e mais profunda recessão. E como nenhum dos seus membros pode conduzir sozinho o relançamento da sua economia, o que é que nos espera?». Esta é a interrogação de Jorge Bateira, que responde aqui com 3 cenários possíveis. A ler com atenção.
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Daniel Melo
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
Ainda sobre a mostra «Portugal nas trincheiras»: notas críticas
Há umas semanas atrás falei aqui da exposição «Portugal nas trincheiras: a I Guerra da República», alertando para o seu final eminente. Agora, aproveito para referir uma excelente recensão à mesma por Eduardo Cintra Torres. A crítica começa pela foto que encabeça a mostra, nada representativa por ser mera propaganda, ainda por cima mal conseguida: um solitário soldado na planície de guerra esforçando-se por mostrar contentamento (pela vitória militar). Depois refere-se ao facto da concepção seguir uma linha demasiado conservadora, omitindo a guerra entre alemães e portugueses em Angola e Moçambique, que redundaram em tantas mortes quanto na frente europeia. Na parte literária alude só a 3 escritores recorrentes (Jaime Cortesão, André Brun e Hernâni Cidade), olvidando Augusto Casimiro, António Granjo, Carlos Selvagem e António de Cértima.
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Daniel Melo
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Ainda a Feira do Livro de Lisboa
É verdade que este ano, apesar da antecipação não favorecer os passeios de fim de dia, a Feira do Livro de Lisboa está com maior adesão.
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Sustentabilidade mundial em xeque: novos dados
«Perda da biodiversidade ameaça o ponto de ruptura, indica relatório das Nações Unidas», por Nicolau Ferreira
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Labels: Alterações Climáticas, ecologia, Meio Ambiente, natureza, ONU, sustentabilidade
Caso Garzón mantém juiz em causa própria
«Juiz Garzón deverá será suspenso nos próximos dias», por Nuno Ribeiro
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Labels: caso Garzón, direitos humanos, Espanha, Ética, Guerra Civil de Espanha, Justiça, políticas da memória
UNESCO mancha imagem com más companhias
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Labels: combate à corrupção, direitos humanos, Ética, prémios, terceiro sector, UNESCO
Lukánikos, o cão veterano dos protestos
A propósito dos protestos gregos, o jornal The Guardian descobriu uma história fabulosa, a dum rafeiro grego que vai a todos os protestos em Atenas desde 2008, e se coloca sempre do lado dos protestantes. Isso mesmo comprovaram com esta galeria de fotos. Este cão resiste a tudo, desde gás lacrimogéneo a mangueiradas. De dia e de noite, lá está ele. Uma reportagem em tom bem humorado pode ser lida em «El perro 'antisistema'». Aí há outra galeria de imagens e hiperligações para outra imprensa internacional. Sim, porque a admiração pelo canídeo anti-sistema já se espalhou urbi et orbi. O nome Lukánikos significa salsicha, uma alcunha corriqueira. O cão por vezes dá um ar de Rantanplan nas fotos, mas é só o ar, pois a atitude é bem diferente.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
As escolhas dum seleccionador azulado demais
Carlos Queirós anunciou há um pouco os 24 futebolistas que escolheu para o Mundial de África do Sul e o mínimo que se pode dizer é que tomou opções discutíveis. O seleccionador português surpreendou convocando jogadores não esperados, convocando 4 do FC Porto (o maior contingente, incluindo um discutível Rolando e um guarda-redes que sofreu proporcionalmente mais golos do que o do Benfica: cf. aqui) e rejeitando todos os pré-seleccionados do Benfica, excepto Coentrão. De fora ficam jogadores centrais neste Benfica campeão, como Quim, Ruben Amorim e Carlos Martins (além de Nuno Gomes, que jogou menos). Miguel Veloso na vez de João Moutinho também não se percebe. Ver mais em: «Daniel Fernandes, Zé Castro e Ricardo Costa surpresas em lista de 24 convocados» e «Jorge Jesus: “Espero que no fim do Mundial Carlos Queiroz tenha razão”».
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Labels: Ai Portugal Portugal, Carlos Queirós, futebol, polémicas, Portugal
Joaquim Vital (1948-2010): exilado em Bruxelas e Paris, mentor da Éditions La Différence
A biografia de Joaquim Vital é marcada pela prisão, aos 16 anos, pela ditadura de Salazar. Foge para Bruxelas, e, 7 anos mais tarde, para Paris, onde criaria a editora La Différence, em 1976, já depois de ter voltado a Portugal e de não ter gostado do rumo das coisas. A La Différence editou mais de 1600 títulos, incluindo c. de 120 pertencentes a autores portugueses, o que significa uma impressiva divulgação da literatura portuguesa em França. Foi ainda autor de 4 livros, dispersos pelo ensaio, memórias e ficção (vd. aqui).+inf. em «Joaquim Vital: literatura portuguesa em França era com ele», por Vítor Belanciano; e «Joaquim Vital (1948 -2010)», por Maria Luiza Rolim.
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Labels: Bélgica, Cultura, cultura portuguesa contemporânea, França, literatura portuguesa, livros, obituário, resistência
domingo, 9 de maio de 2010
Para quê o Papa se temos o Jesus e ainda por cima sem custos?
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Daniel Melo
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Disse há 7 anos mas não o fez há 20, e dirige-se a Alegre qual frei Tomás
Recusando falar “de casos específicos”, Cavaco Silva garantiu que “o que está a acontecer nos últimos tempos em Portugal” já tinha sido escrito por si há sete anos. [nb: a complementar com isto]
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Daniel Melo
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Labels: alternativa política, Cavaco Silva, citações, debater o debate, Manuel Alegre, Presidente, propaganda
sábado, 8 de maio de 2010
Até que enfim alguma cenoura...
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Daniel Melo
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A teologia da metralhadora
A Igreja Católica venezuelana condenou um mural que mostra o Menino Jesus com um fuzil, acompanhando da Nossa Senhora de Coromoto, padroeira da Venezuela, instando os católicos a repudiar o uso de figuras sagradas com fins políticos e de violência.
O polêmico grafite está pintado numa parede do bairro 23 de Janeiro, um dos mais pobres e perigosos de Caracas e contém ainda a expressão “La Piedrita, venceremos” em alusão a um grupo armado simpatizante do presidente Hugo Chávez que reside na localidade.
“Manifestamos o mais firme repúdio por este uso indevido de imagens para fins políticos e de violência. A arte é para elevar e promover o gosto pelo belo não pela violência nem pela morte”, disse o cardeal Jorge Urosa Sabino, arcebispo de Caracas.
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Sappo
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Labels: América do Sul, graffiti, Politica, Religiões, Venezuela
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Anoribal, o contrabandista louco
Um dia Deus deu um traque e houve neve.
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Daniel Melo
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Labels: citações, literatura portuguesa, livros, Manuel da Silva Ramos
O patinho feio da política museológica não se dá por vencido
«Amigos do MNA avançam com acção popular contra mudança», por Alexandra Prado Coelho
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Daniel Melo
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Preguiça editorial
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Anónimo
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Labels: Editorial Presença, Feira do Livro
Descoberto o Neandertal que há em nós...
O debate durou anos: o homem moderno (nós) e o Homem de Neandertal, hoje extinto, ter-se-iam cruzado e procriado juntos – ou não? Hoje a questão foi definitivamente arrumada pela genética, com a publicação na "Science" do primeiro rascunho do genoma dos Neandertais. A resposta? Sim!
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Daniel Melo
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Bracarenses defendem património da sua cidade e do país
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Daniel Melo
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Orçamento participativo de Lisboa: melhorias ainda insuficientes
«Orçamento participativo deixa de ser exclusivo da Net», por Inês Boaventura
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Daniel Melo
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, democratização, Lisboa, orçamento participativo
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Pensar o socialismo, hoje
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Daniel Melo
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A vida cultural na Lisboa da I República, & etc.
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Daniel Melo
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terça-feira, 4 de maio de 2010
Alegre já é candidato suprapartidário, e aliado e companheiro de viagem, de quem se quiser juntar e de Antero de Quental
Actualidade do conceito de democracia de Antero de Quental: «É a igualdade económica e social tendo por instrumento a liberdade política».Actualidade da sua ideia de tolerância: «Não pretendemos impor opiniões, vimos simplesmente expor as nossas; não pedimos adesão, pedimos apenas discussão».
Actualidade e modernidade de Antero, quando nos alerta para os riscos da indiferença em política: «Um dos piores sintomas de desorganização social que num povo livre se pode manifestar é a indiferença da parte dos governados para o que diz respeito aos homens e às cousas do governo. Um povo de dormentes só no cemitério se encontrará».
Actualidade e modernidade de Antero quando nos adverte para o perigo dessa doença chamada atonia: «No mundo político manifesta-se pelo abatimento de todos os centros locais, pelo desaparecimento de qualquer iniciativa independente da direcção oficial, pela substituição de um mecanismo superficial e mesquinho à bela e rica manifestação espontânea das forças livres e originais, pelo arrefecimento, pelo empobrecimento da vida nacional, em proveito de uma coisa falsa, artificiosa e estéril, a centralização».
Modernidade e actualidade de Antero quando a si e aos seus deste modo se define: «Como homens de acção a nossa divisa é esta: crítica e reforma das instituições, paz e tolerância aos homens».
(retirado daqui, excepto o título do post, claro; informação sobre o discurso aqui)
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Daniel Melo
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Labels: Antero de Quental, candidatura, citações, democracia, Esquerda plural, Manuel Alegre
É controverso e tem a sua ironia: se calhar no próximo censo já não haverá tanta gente a dizer-se católica...
Os trabalhadores do sector privado que tenham de faltar devido ao encerramento de escolas no dia 13 de Maio [3.º dia da visita do Papa a Portugal] terão de perder um dia de férias ou um dia de salário [vd. «Escolas fechadas: pais têm de perder um dia de férias ou de salário»]
O pior é para quem não se assume como católico...
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Daniel Melo
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Labels: férias, Igreja católica, papa Bento 16, salários, Vaticano
O pior powerpoint de sempre:
Da praga do powerpoint à estratégia de guerra dos EUA no Afeganistão também tinha dado um bom título. Parece mentira mas é verdade, é mesmo um documento oficial, e, segundo o general que o apresentou, está aí a chave para a vitória...
Que mais dizer? Boa sorte para a charada?
Nb: via Vento Sueste, por sua vez via Flip Chart Fairy Tales e New York Times.
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Daniel Melo
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Labels: choque tecnológico, citações, EUA, guerra do Afeganistão, Os blogues dos outros
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Um passo inteligente: a regionalização cultural
A sul, o apoio do Ministério da Cultura à rede museológica pára por alturas de Évora. Por isso, e porque um conjunto alargado de actores institucionais do Algarve descobriu que a difusão cultural tem potencial económico e identitário, 13 municípios algarvios resolveram juntar esforços e vontades. Neste sentido, criaram uma rede museológica regional (em X/2007) e lançaram agora a primeira mega-produção, «Algarve - do Reino à Região: mil anos de história e cultura algarvia», que se desdobra por 13 mostras simultâneas distribuídas pelos museus envolvidos. Um dos principais promotores é o director do Museu de Portimão, José Gameiro, museu este que ganhou o prémio de melhor museu europeu 2010, tal como referi aqui.
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Daniel Melo
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A saúde pública, novamente
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Daniel Melo
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Labels: desigualdades construídas pelo Estado, igua, mercado de trabalho, saúde pública, trabalhadores do sector público
Cá ficamos a aguardar as acções concretas
«Ministra da Economia de França quer controlar agências de notação» (um título muito sensacionalista, dado o fraco sumo do que vem lá dentro, frainchement!)
«Comissão Europeia ameaça agências de rating com criação de agência central»
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Daniel Melo
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Labels: crise económica, crise política, desregulação, política financeira, regulação, sistema financeiro (banca, UE
Tour-de-force de Fausto no Festival Música e Revolução
«Fausto: a cantiga ainda é uma arma», por João Pedro Barros
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Daniel Melo
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Labels: agenda cultural, crítica, crítica social, Fausto, música de intervenção, sociedade portuguesa
domingo, 2 de maio de 2010
Grupo de Acção Cultural: a música da revolução
Há alguns meses que queria escrever sobre este grupo que juntou parte dos melhores músicos dos anos 70, com José Mário Branco à cabeça, num projecto de composição e canto colectivo no período revolucionário. Agora surgiu o pretexto ideal: a publicação em 4 cd's da discografia (quase) completa, i.e., abrangendo os 4 lp's saídos entre 1974 e 1978: «A cantiga é uma arma», «Pois, canté!», «Vira bom» e «Ronda da alegria!!» (chancela da i play). Toda a informação sobre esta edição atribulada mas de grande oportunidade musical aqui. E digo oportunidade dado o contexto actual de recuperação da memória de tempos cidadãos (incluso nos concertos Três Cantos) e porque as novas gerações estavam sem acesso a essas músicas, uma vez que só existia edição em vinil (e umas quantas audições fanhosas no youtube, como esta, esta e esta).
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Daniel Melo
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Labels: agenda cultural, cultura portuguesa contemporânea, memória colectiva, música de intervenção, revolução
sábado, 1 de maio de 2010
Slogans velhos mas certeiros
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Daniel Melo
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Labels: 1º de Maio, economia, iconografia, serviço público

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