terça-feira, 22 de setembro de 2009

As pífias de Cavaco

É impressão minha ou o editorial do Público revela um José Manuel Fernandes (JMF) um pouco acossado? JMF vê Fernando Lima descartado como uma fralda de bébé, e fica nervoso a pensar que vai sobrar para ele. O tão adorado Cavaco, por JMF endeusado ao longo dos anos, parece ter-lhe deixado uma bata quente a queimar-lhe as mãos. "Ah!, que ingratidão", pensa, e rosna qu'isto não fica aqui. É assim..., os fretes têm destas coisas...
Mas ficam-me ainda umas pequenas questões. JMF diz que gosta de factos, e enuncia alguns; diz no primeiro que "Dados fornecidos por uma só fonte que se quer manter anónima não são notícia no PÚBLICO." falando do que se passou há 17 meses. É impressão minha ou esses mesmíssimos dados foram publicados 16 meses depois? Um facto que JMF não refere.
Outra: diz JMF que "E ninguém perdoará se se perceber que as suspeitas ou não existiam, ou não tinham fundamento, ou eram simplesmente paranóicas.", presume-se portanto que JMF perdoará, porque não percebeu. Ou será que percebeu? E se percebeu porque raio publicou a notícia?
Nisto, em França o "Affaire Clearstream" começou a ser julgado nos tribunais. Há paralelos interessantes (à suivre...).

4 comments:

Anónimo disse...

Uma bata quente nas mãos?

JRV disse...

Viva,
Premiozinho para o Peão no Activismo de Sofá.
http://www.activismodesofa.net/2009/09/vale-pena-ficar-de-olho-neste-blog.html

Abraço

João Miguel Almeida disse...

JMF está a prazo no «Público». Sai a seguir às autárquicas.Depois tem sido dito que vai ser assessor de Durão Barroso. Faz sentido: tal como o assessorado foi para Bruxelas deixando Portugal entregue a Santana Lopes, o assessor segue-lhe os passos deixando o país metido numa embrulhada político-jornalística. Esperemos que a União Europeia não compre os métodos político-mediáticos portugueses. Não é que eu pense que Bruxelas seja imune a conspirações, mas espero que não as pratique a este nível de ridículo e grotesco.

Anónimo disse...

Ler e ouvir o JMF dá-me vontade de
ir ao penico.O jornal Público precisa
de ser arejado.