domingo, 22 de julho de 2007

Revisitações retemperadoras

Os degraus estão uma lástima, há mesmo um troço algo perigoso, mas os momentos lá em baixo compensam tudo. Então, com um mar calmo como nunca, um sol gostoso, uma brisa suave, e umas redondas ameijôas à Bulhão Pato, com um molhinho bem no ponto, a finalizar o dia, que mais se pode querer?
Qual é a praia, qual é?

9 comments:

João Rangel de Almeida disse...

Então, eu quero saber o nome desta praia. Aljezur?

Nuno Teles disse...

Praia da amália?

AchaMesmo? disse...

Adraga ? Azenhas do Mar?

(just kidding, mar calmo é impossível..)

Daniel Melo disse...

Aljezur: está frio.
Praia da Amália: mas ela tinha praia?!
Adraga: não tem escadas perigosas, mas é muito bonita, embora encha nos fins-de-semana deste mês.
Azenhas do Mar: está quente, muito quente...

Daniel Melo disse...

"mar calmo é impossível": eu tb. não acreditava mas é possível, sim Sr., igual ao da foto, apenas um pouco mais esverdeado e luminoso ;)

Nuno Teles disse...

pá a praia da amália é mesmo ao lado da azenha do mar.
depois de uma pesquisa do google parece que também se chama "Malmequeres Asseiceira de Baixo São Teotónio".

chama-se "da amália" porque parece que ela tinha lá casa. a praia era quase privada...

Zèd disse...

Và là Daniel, podes dizer-lhes... E ninguém esteve tão perto quanto eu. Eu disse Magoito, não é mas é quase.

Daniel Melo disse...

Ok, vamos lá a isto. Já que ninguém mais tenta, deduzo que não conheçam a Praia da Aguda!
Será isso? Se é, aproveitem, mas cuidado com os degraus a seguir a uma bica que jorra um fio de água.

PS: Nuno, essa praia da Amália deve ser mesmo ao lado, não é? ;)

Anónimo disse...

Depois de ser aqui revelada mais uns tantos para se juntarem ao grande número de pessoas que este ano frequentam a lindérrima (e cheia de personalidade) praia da Aguda!
Intrigante a verdadeira "avalanche" de gente, em comparação com o verão do ano passado. E com o acesso em tão mau estado! Qualquer dia, alguém vai descer rápido demais. Aí, vamos nos lembrar que esquecemos de reclamar das entidades camarárias o mau (e perigosíssimo) estado do acesso.