sábado, 16 de maio de 2009

Russos censuram peitos da stripper Dita von Teese no Eurovisão

dita von teese Os organizadores do Eurovisão deste ano pediram a stripper norte-americana e representante da Alemanha, Dita von Teese (ex-namorada do maluco Marilyn Manson), que mostre menos os peitos na final de hoje. Von Teese vai participar do festival com a dupla de músicos formada por Alex Christensen e Oscar Loya, que interpretará a música “Miss Kiss Kiss Bang”. Segundo os organizadores russos, o show de van Teese não respeita as diferenças culturais (?) e também “não é apropriado para um espetáculo televisivo”. E por isso pediram pra que a gaja mostre menos os seus atributos artísticos/culturais, ou seja: os peitos, que aliás não são assim tão grandes. Mais.

Este não é o primeiro ato de censura que acontece na edição deste ano do Eurovisão. A canção georgiana “We Don't Wanna Put In”, cantada em inglês pelo grupo Stephanie and 3 G, não pode ser inscrita por uma forte pressão do governo de Moscou (veja aqui).

6 comments:

jrd disse...

Não se trata propriamente de um "Dó" de peito.

Pedro Morgado disse...

Estas cenas são verdadeiramente lamentáveis. Preocupa-me a forma como nos vamos acomodando perante a censura...

ematejoca disse...

Os organizadores do Eurovisão deste ano pediram à bailarina burlesca norte-americana e representante da Alemanha, Dita von Teese ex-mulher do "maluco"??? (Marilyn Manson), - todos temos uma tara, e quem chama aos outros "maluco" é ainda mais - que mostre menos os peitos na final de hoje. A Dita von Teese ( o termo "gaja" é bastante feio) é uma mulher escultural e com uma cara muito linda. No Festival apareceram mulheres feias e com corpos menos bonitos também bastante núas.

Que falsas morais correm aí por Portugal e por Moscovo!!!

Agora lembrei-me do provérbio:

São verdes, não prestam!!!

Manolo Piriz disse...

Olá, jrd.

Talvez um “Dó” menor.

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É verdade, Pedro.

A Rússia (leia-se Putin) ainda não se acostumou com a democracia. É o espectro do camarada Josef Stalin ainda a rondar o Kremlin.

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Olá, ematejoca.

Bingo! Adorei o seu comentário e a expressão “bailarina burlesca”. Faço minhas as suas palavras. Sugestão aceita e, assim que tiver oportunidade, usarei a dita cuja. Quanto ao “todos temos uma tara”, também concordo contigo. A dos Russos, por exemplo, é a da censura e a de dar cacetadas em homossexuais. Só não concordo com a sua implicância com o meu “gaja”. É uma palavra bem sonora (quase musical). Não estamos a falar de um festival de música, então? "Diva" é muito burguês.

ematejoca disse...

Público a opinião do Artista Maldito, porque exprime exactamente o que eu penso sobre o assunto.

"Não choca nada o decote da Dita Von Teese. É perfeita, por isso, estéticamente é bela.
Já a outra senhora de mamas abundantes devia encolhê-las, detesto ver mulheres grandes e a mostrar abundâncias.
A censura e os bons costumes não passam de moralismos a encapotar outros males da sociedade, esses bem graves, como os "arranjinhos" políticos, as mafias instaladas, os favorecimentos, etc., etc.
E continuo a dizer, a Dita von Teese é esteticamente agradável e mesmo nua não chocaria ninguém. As criancinhas vêm coisas bem piores, uma delas é o mau exemplo dos Pais."

Seguem exemplos de actuações, onde faltou a estética e o erotismo de uma Dita von Teese. Não me digam, que sou cega do olho alemão. Dita von Teese é americana.

A espanhola Soraya vestida com pouco tecido. Os 12 pontos de Andorra livraram-na de ficar em último lugar.

As contorções da ucraniana Svetlana Loboda com três bailarinos quase nús eram evidentes.

A turca Hadise mostrou no palco bastante pele.

AySel & Arash mostram as pernas longas e as dela bem núas.

O Grego Rouvas arriscou grandes saltos, tendo a mão sempre no mesmo sítio.

Manolo Piriz disse...

Bem, ematejoca, parece-me que há aqui uma censura seletiva, pois não? Mamas são mamas. As “mamas abundantes” devem ter o mesmo direito à liberdade que têm as menores. Isso me lembra o alegórico “Revolução dos Bichos” (George Orwell) de que “todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros”.